Du Jour ~ Manhã de sábado

Esse é um #dujour um pouquinho diferente! Sem muita produção, na minha casinha, com cabelo semi-molhado, uma manhã de sábado bem preguiçosa com a Babi e o David em casa :)

Eu tava (tô!) obcecada com a trilha de “Guardiões da Galáxia” e com essa música do post em específico, e aí a gente usou de trilha, tem até eu dançando nas últimas fotos hihi!

Amei muito o resultado! Eu sempre amo, mas dessa vez achei que tem mais… sei lá, mais eu, uma história, alguma coisa diferente. Não sei se é coisa da minha cabeça, cês me falem o que acharam.

“Remember the day
I set you free
I told you you could always count on me, darling
From that day on
I made a vow
I’ll be there when you want me
Some way, somehow

‘Cause, baby, there
Ain’t no mountain high enough
Ain’t no valley low enough
Ain’t no river wide enough
To keep me from getting to you, baby”

Clica no player pra ouvir!

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stephanienoellelaranjaprodutosprodutos que usei no dia :)

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{FOTOS da Babi Carneiro}

Tricô Topshop

Shorts Riachuelo

 

E uma foto extra, puro amor <3

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Espero que cês tenham gostado, é meu preferido! Bisous e até mais ;*

coracao

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The Beauty Scenario TAG com Mel e Gigi| Chez Noelle TV

Lembram que eu fui pra Curitiba? Pois então, lá tive o prazer de conhecer de pertinho a Mel, do Blog Serendipity, e me hospedar na casa da Gigi, do Avec Gigi, essa mina firmeza que já tá no meu coração. Aliás, as duas estão <3

E enquanto eu estava lá, aproveitamos pra gravar uns vídeos juntas, eee! Fizemos três, um pra cada canal! Então vocês façam o favor (rs) de assistir ao meu e ao das duas lindas!

Espero que vocês gostem!

Canal da Mel: https://www.youtube.com/user/aseriesofserendipity

Canal da Gigi: https://www.youtube.com/user/GMichelato

Ah, e comentem quais outros vídeos vocês querem ver por aqui!

Bisous e boa semana!

coracao

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In My Life ou “a minha semana” #15

Gostaria de começar esse post agradecendo a todas as pessoas maravilhosas que indicaram o blog no #BlogDay! Eu sei, eu sei, faz mais de uma semana, mas eu não consegui agradecer antes, então lá vai!

Teve indicação no Era Uma Vez, muito muito fofita; no Indiretas do Bem (que eu amo!); no Blog Criado Mudo (ela me escolheu como “Blog pra sair da Rotina, fiquei honrada!); no Avec Gigi, da minha amiga querida demais (vai ter vídeo com ela e com a Mel essa semana!); no ótimo Starships & Queens; no Aquele Velho Blá Blá Blá (e esse nome?! amor) e no Bramare, espaço incrível da Bia Lombardi.

GENTE! Quanto amor e que surrela <3 Muito muito obrigada a todo mundo que me indicou, especialmente porque o blog de vocês são ótimos! Se eu não vi o link de alguém, me avisem, pra eu visitar e incluir aqui também <3 <3 <3

Chega de conversa, vamos lá ;D

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coracaoLendo… “Alta Fidelidade”, do Nick Hornby, e querendo me casar com cada parágrafo desse livro. Eita que delicioso que é ler um livro bem escrito <3 Aliás, esse fim de semana fiz um post bem grandão sobre livros, então se você não viu, corre lá! O link é esse.

coracaoAssistindo… “The Good Wife” e “Masters of Sex”. A primeira porque sempre ganha muitos e muitos prêmios no Emmy, e isso me instiga, e aí muita gente me disse que eu ia gostar, e a segunda porque é simplesmente sensacional. O roteiro é divino, as personagens são ótimas, você se vê torcendo por um casal completamente improvável… As duas são mais adultas, mais cabeçudinhas, mas tô nessa fase! Aliás, pra quem não conhece nenhuma das duas, “The Good Wife” é sobre a esposa que precisa ser chefe de família após seu marido ter renunciado a um cargo e sido preso por escândalos sexuais. Ela é advogada e volta a exercer a profissão. Já falei de “Masters of Sex” no outro post dessa categoria, mas vou refrescar a memória de vocês:É sobre o Doutor William Master, um ginecologista, e sua pesquisa acadêmica sobre a sexualidade humana, ao lado da sua secretária, Virginia Johnson, vivida pela Lizzy Caplan, uma linda-maravilhosa.

coracaoOuvindo… Estou amando, de novo, o cd da Beyoncé. Engraçado que antes tinha umas cinco músicas que eu não aguentava, e agora amo to-das, sem exceção. Mas se eu fosse escolher uma música, essa seria “Bang Bang”, da Jessie J + Ariana Grande + Nicki Minaj. É só escutar a batidinha pra eu já querer dançar! Ouçam e vejam o clipe :D

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Esse dia foi bem engraçado, porque eu tinha dormido só duas horinhas, tinha foto cedinho na redação e tive que me arrumar bem rápido. Minha solução foi colocar tudo preto e prender o cabelo, porque não tive tempo de arrumar, e me maquiei no táxi. E mesmo com essa correria toda, foi um dos dias em que eu mais recebi elogios pela minha aparência! Não é irônico? 

insta1No mesmo dia do #dujour ali em cima, eu combinei de ir jantar com a Helô no Las Chicas, porque eu precisava muito de um tempo com a minha amiga <3 Ela vai viajar e a gente vai ficar um tempão sem se falar e se ver, e além disso eu precisava muito conversar com ela, pra espairecer um pouco :) // Na sexta eu fui conhecer a aula nova que a Betina criou (ela que inventou o Ballet Fitness!): o tal de Jazz Fitness! Eu achei o máximo, especialmente porque não precisa ter conhecimento prévio de nada. Mas eeeeeita mulher que sabe matar a gente de tanto suar, haha! Ela é maravilhosa e as aulas, idem! Se vocês quiserem, conto mais aqui!

insta2Quem não ama ganhar presente, né? Quando é de uma marca amor e que a gente adora, mais gostoso ainda! Eu recebi essa carteira #uau da Prada há umas duas semanas, mas ainda não tinha tido a chance de usá-la. Como sábado ia sair pra encontrar a Beca e outras amigas blogueiras, aproveitei pra usá-la e fazer uma foto fofa, com os perfumes da linha Prada Candy, que são grandes favoritos no meu coração // Ao contrário de um montão de gente, eu AMO domingo! E sempre me pego fascinada pela luz que bate nas tardes de domingo, fico meio apaixonada. Esse clique foi desse domingo. Me passa uma paz, uma coisa boa <3

heloenoelleE no domingo à noite eu e a Helô fizemos uma conversa ao vivo, aquele tal de Hangout, e foi muuuito legal! Assim que ela voltar de viagem, vamos fazer de novo :D Adorei que muita gente mandou pergunta, mandou oi, interagiu, pena que não deu pra responder todo mundo. As que a gente não conseguiu responder, vamos deixar anotadas pro próximo. E quem não viu e quiser ver, o link é esse. Quem viu, gostou? Conta aí, quero saber! Ah, a foto foi de uma terça-feira aí que saímos pra beber no The Joy, um bar que eu não conhecia e a Helô adora!

É isso, amigos e amigas!

Espero aparecer bastante por aqui esses dias :D

Bisous e boa semana pra gente!

coracao

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Um grande post sobre livros

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A gente acabou de entrar em Setembro, mas eu já posso garantir: esse ano não foi um ano arrasador de leituras pra mim. E, na real, tô ok com isso. Passei o primeiro semestre tão focada em fazer a Juno – pra quem não conhece, é a revista fruto do meu projeto de TCC de jornalismo – que não li muito mesmo. Também fiquei pensando um pouco em quantidade x qualidade, e embora eu AME ler, eu preciso dividir meu tempo com outras coisas que eu amo também, como o blog (que cês sabem que eu trabalho período integral lá na glamour), meus amigos & o david, videogame, filmes, dormir. Sim, tem dias que dormir é um plano, tipo “hoje vou chegar, escovar os dentes, tirar a maquiagem e dormir”. Por isso tô me cobrando um pouco menos com essa pira de ler um milhão de livros no ano.

Dito isso, vou falar dos últimos sete livros que li até agora e quais quero ler até o fim do ano. Mas não vou esmiuçar cada livro não, aqueles que vocês tiverem mais interesse ME CONTEM, que faço resenha especial ;) Porque não dá, por mais que eu queira, escrever de cada livrinho que eu leio, se não cabô trabalho, cabô vida haha. Mas podem falar o que vocês têm mais interesse, tá?

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A Escolha, Kiera Cass

Esse é o terceiro livro da trilogia “A Seleção”. A tal trilogia é uma distopia (história que se passa num futuro onde tudo deu errado, rs, e o mundo está, geralmente, num regime muito maluco de governo, com mil coisas erradas e absurdas) na qual a sociedade está dividida em castas (são oito), sendo a casta 1 a Família Real, e a casta 8 os miseráveis. Dentro dessa configuração, há, a cada novo príncipe em idade de casar, um reality show (transmitido, como vocês sabiamente devem ter adivinhado, na televisão) pra escolher a esposa do futuro rei. Essa é a Seleção. São 35 garotas, sorteadas, disputando um lugar na família real e… o coração do príncipe (HEHE, tinha que usar essa frase) e basicamente é isso. A protagonista, America, é originalmente da casta 5, dos artistas (ela canta!) e eu a acho beeeem mais ou menos. Aliás, ela é bem chatinha, dá vontade de dar uns petelecos e falar “amiga, deixa de DOCE!”, mas a história é bem grudenta. Agora, sobre o último livro, o “A Escolha”: achei tudo atropelado. Tudo muito rápido, várias coisas acontecem e desacontecem em questão de duas páginas e quando parece que vai ser diferente, que vai sair um pouco da fórmula batida de YA (young adult, o nome desse gênero de livro, tipo um infanto-juvenil crescido), pronto, é clichê. Mas é gostosinho, você se apega muito à história – minha mãe AMOU, ela leu todos logo em seguida de mim – e a leitura flui como água! Mas dos três, o último é o que menos gostei.

pausa pra grifar a frase acima de ‘não vou falar muito de cada livro’.

Como ter uma vida normal sendo louca, Camila Fremder e Jana Rosa

Esse eu vou fazer vídeo só dele porque minhas amigas Cami e Jana merecem! É o livro mais divertido e desbocado e que não se leva à sério que eu li nos últimos tempos. É grudento, é sagaz, é esperto e é uma dose de coisa boa pra quando você tá num dia horrível. Ah, e é uma sátira aos livros de autoajuda ;)

Eleanor & Park, Rainbow Rowell

Eu que adoro música, amei esse livro! É um YA, também, mas com uma história mais densa e melhor construída do que a maioria de YA que a gente tá acostumado. Não espere um leitura ultra leve, porque não é. Mas é sensível, é bonitinho, a gente torce pra que dê tudo certo e a história tem um pano de fundo dos anos 80, com trilha sonora dessa mesma época. Eu achei o máximo porque as coisas acontecem aos poucos, não tem isso de ~olhou-apaixonou~ (embora eu acredite nisso, rs) e nem tudo é um mar de rosas. Pra entender: Eleanor é uma garota com cabelos ruivos e volumosos, que gosta de roupas “estranhas” e não veste 38, e Park é um garoto mestiço (ele tem uma mãe coreana e um pai ex-soldado) que adora música, quadrinhos e não curte muito receber atenção. Ela é nova na escola, tem problemas em casa, enquanto ele já tem uma turma e uma família estável. Eleanor senta ao lado de Park no ônibus escolar, eles se odeiam. Ela começa a ler o quadrinho de Park no caminho, e ele percebe. E o resto vocês têm que ler ;)

A Culpa é das Estrelas, John Green

Embora não seja meu preferido do John Green (é “Quem é você, Alasca?”, se você ficou curioso!), é um que eu gosto bastante. Li duas vezes, a última pra ver o filme com a história fresquinha na cabeça. Nas duas vezes eu chorei copiosamente. Eis um assunto com o qual tenho dificuldades em lidar. Porém, no final o saldo foi positivo. É um livro com boas sacadas, bons personagens (eu e david falamos que eu sou o Augustus e ele a Hazel na nossa relação hihi) e uma história que faz a gente pensar muito em como levamos a nossa vida. “O mundo não é uma fábrica de realização de desejos” é uma das muitas frases sagazes – e cheias de sentido – que preenchem o livro. “Não dá para escolher se você vai ou não vai se ferir neste mundo, meu velho, mas é possível escolher quem vai feri-lo” é outra que eu amo.

Reparação, Ian McEwan

Esse é o livro que originou um dos meus filmes preferidos, “Desejo & Reparação”, e posso dizer com todas as letras e em caps lock: QUE LIVRO INCRÍVEL! Eu gosto de escrever. E eu gosto de ler. Mas não há nada tão maravilhoso quanto ler um livro bem escrito. Escrito com primazia, com conhecimento, com paixão. Eis o que senti quando li Reparação. E o livro me tocou tanto que tinha momentos que eu simplesmente não era capaz de ir adiante. Momentos em que eu precisava parar, pensar sobre aquilo, digerir a leitura. Não sei se vocês já sentiram isso, mas eu sinto que há livros que precisam ser lidos com calma, não de uma tacada só. Eis um livro que vale a pena ser lido na primeira oportunidade que vocês tiverem! E sobre o que é? Bom, resumindo de maneira simplista, é um livro sobre como um ato impulsivo de alguém pode mudar drasticamente a vida de outras pessoas. Mas é só isso o que eu vou dizer.

O Céu Vai Ter que Esperar, Cally Taylor

Emprestei esse livro da minha prima, quando estava em Mogi e queria alguma coisa pra ler, haha. É uma romance fantasioso, de uma garota que morre nas vésperas do seu casamento (não é spoiler, é o começo da história!), mas que não aceita estar morta, ela ainda ama muito o noivo e quer, de qualquer jeito, virar – wait for ir – um fantasma pra ficar sempre por perto do tal homem da sua vida. É engraçadinho, e até fofo, mas nada incrível! É uma leitura leve, rapidinha e boa para aqueles dias preguiçosos nas próximas férias ;)

A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, Jennifer E. Smith

Não gostei. Ao contrário das expectativas (li muita gente falando bem), eu passei o livro todo esperando acontecer algo que não fosse clichê, que não fosse óbvio, que não fosse… bobinho. E nada. Pelo contrário. Tudo o que eu achava que ia acontecer, acontecia. Achei a história rasa e com uma escrita bem simples. Dá pra ver que não gostei mesmo, né? haha! Bom, pra situar vocês, a história toda se passa em 24 horas, quando Hadley está indo pra Londres, no casamento do pai com outra mulher. Casamento essa que ela não queria ir e pai com quem ela tem uma relação problemática. Ela perde o vôo por 4 minutos, fica esperando no aeroporto e conhece Oliver. O resto… o resto vocês já devem imaginar.

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Nos últimos quatro meses do ano (já?!), eis os livros que pretendo ler:

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Alta Fidelidade, Nick Hornby

Já estou lendo e… amando! Ainda não vi o filme, então a história toda é uma surpresa pra mim. Mas muita gente falou bem :)

Guerra dos Tronos, George R. R. Martin

Eu comecei a ler quando estava fazendo o TCC e aí parei. Preciso terminar, porque ler é ainda mais legal do que assistir ao seriado.

Só Garotos, Patti Smith

Eu li esse livro há uns três anos, logo quando lançou, e eu lembro que amei loucamente e me fez repensar muita coisa da minha vida. E agora eu tô sentindo que preciso lê-lo novamente. E aí faço uma resenha à altura pra vocês.

Man Repeller, Leandra Medine

Eu acho a Leandra uma figura! Além de se vestir super bem e não estar nem aí pra opinião alheia, ela é inteligente e divertida. Eu já comprei o livro, mas me decepcionei com a edição brasileira. Achei a capa muito feia, nada a ver com a personalidade da Leandra. Mas né, vamos ver o restante :)

Retalhos, Craig Thompson

É um quadrinho que todo mundo fala muitíssimo bem! A Babi, minha melhor amiga, e o David, meu melhor namorado haha, já leram e falaram coisas maravilhosas sobre. Logo, preciso ler.

Orgulho e Preconceito, Jane Austen

Um clássico, né? Vou usá-lo pra dar início ao meu “The Rory Gilmore Book Challenge”, um desafio de leitura que consiste basicamente em ler todos os livros lidos e citados e vistos pela Rory em ‘Gilmore Girls’. É um desafio pra ser feito durante muuuuito tempo, e vai ser ótimo porque vou aproveitar pra ler vários clássicos que eu sempre quero ler e sempre esqueço haha! Shame on me!

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Sobre fotos nuas, Jennifer Lawrence, eu e você.

Ontem, domingo, eu tava passeando pelo twitter pra pedir pros amigos mandarem frases aleatórias e nonsense pra eu gravar um vídeo com outros amigos em Curitiba. Qual não foi minha surpresa ao me deparar com a timeline em polvorosa. Fotos nuas da Jennifer Lawrence haviam vazado. Dela e de outras tantas celebridades. Todas mulheres, claro.

Engraçado que quase sempre que fotos nuas vazam, de maneira não autorizada, são de mulheres, não de caras. Coincidência? Acho que não. Mas vamos começar do começo.

Enquanto metade da minha timeline se dividia entre achar que era invasão e “fica tranks, J law, cê é mó gata” e isso passa, a outra metade replicava as fotos, o que eu acho BEM babaca.

Mas aí esse episódio sempre desperta o que há de mais podre no ser humano: a vontade de se sentir superior, melhor, ao julgar a conduta PESSOAL alheia. Tipo “tô cinco casas há mais que você no Jogo da Vida porque não faço essas coisas”.

“Mas se não quisesse que vazasse, era só não tirar, ninguém mandou tirar foto, agora aguenta”. Ué, ninguém mandou você ser idiota e ter essa opinião machista, mas você tá tendo… Entao parece que não é bem por aí.

Tem uma única coisa que é muito simples e muito importante nessa história toda e que não sei como as pessoas ainda não entenderam (o que sempre me faz questionar se a gente tá mesmo no seculo XXI ou se estamos no XIX): errado não é quem tirou essas fotos. Errado está quem PUBLICOU as fotos sem consentimento.

Simples assim. Se eu, você, sua vizinha, sua amiga, a Jennifer Lawrence ou a Meryl Streep se sentiu linda e gata e quis eternizar aquele momento, qual o maldito problema? Alias, eu acho isso lindo.

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Vou ser bem sincera: eu nunca me senti bem com meu corpo a ponto de querer fazer uma foto assim. Por isso acho massa quando outras meninas se sentem, já que é TÃO difícil você se amar e amar seu corpinho nessa sociedade com padrões tão errados e esdrúxulos de beleza.

Então se ela ou qualquer outra pessoa estava se amando e se gostando tanto pra tirar foto pra ela ou pra alguém que ela julgava especial naquele momento, que lindo. Vida dela, escolhas dela.

Isso não é nem de longe um problema. É uma vitória. É um “eu me acho gostosa e linda e poderosa sim”.

Errado, senhoras e senhores, é alguém querer fazer disso algo público, quando era algo íntimo, pessoal. Pra ela e só ela. Ou mais alguém que ela escolheu. Não o mundo todo. E isso é escolha DELA E SÓ DELA.

Errado, senhoras e senhores, é alguém querer usar isso como forma de humilhação ou de vingança. Expor a pessoa pra fazê-la se arrepender amargamente de ter se amado tanto a esse ponto e amado tanto outra pessoa a esse ponto. Revenge porn é uma das coisas mais comuns e uma das mais absurdas. O que nos leva a outra questão.

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Errado, senhoras e senhores, é vocês julgarem a vítima, culparem a vitima, e não aquele que tornou publico algo que era pessoal.

É o mesmo raciocínio de quem culpa a vítima pelo estupro, e não o estuprador.

Não há nada de errado com quem tira fotos nuas.

Mas há algo de muito errado e podre numa sociedade que acha que é ok humilhar alguém por algo feito em caráter pessoal e íntimo e culpar essa pessoa, e não quem espalhou essas fotos. E quem continua espalhando, sendo com um simples rt na timeline do twitter.

Há algo de muito podre e errado numa sociedade que julga uma mulher por tirar fotos nuas, enquanto um cara não passa pelas mesmas coisas. Enquanto vazar fotos nuas de uma mulher é usado como vingança e humilhação, me pergunto se alguma vez um cara passou pelo mesmo. Enquanto a mulher é vista como vadia e burra, o cara provavelmente vai ser elogiado, ou passado em branco. Alias, cês já viram casos de caras tendo suas fotos expostas e isso ser um problema? Pois então.

Nós temos uma dificuldade imensa em achar ok algo que pra nós não é ok, com o qual a gente não se sente bem. E aí a gente quer humilhar o outro pra nos sentirmos melhor. Mulheres (e homens) que julgam a Jennifer Lawrence e qualquer outra garota na mesma situação o faz, principalmente, porque não consegue lidar direito com seu próprio corpo e sexualidade. Não consegue se amar e se curtir e se achar gostosa pra dedéu sem roupa e ai quer inferiorizar e massacrar e julgar e xingar qualquer ser humano do sexo feminino que ouse se sentir bem consigo mesma. E isso ta muito errado.

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Tá muito errado, mesmo, essa cultura que a gente tem de demonizar o corpo feminino. De torná-lo algo sujo, pecaminoso, do qual a gente tem que ter vergonha. O qual a gente tem que esconder. É só um corpo, amigos e amigas. Peitos, todas nós temos. Bundas, idem. Todo ser humano feminino tem as mesmas coisinhas, e não há nada de errado numa mulher que gosta dele. E quer mostrá-lo, seja em caráter pessoal ou público. Seja numa roupa apertada ou numa nude pro namorado ou pra ela mesma.

A gente deveria aprender duas coisas: que se alguém ta se sentindo bem a esse ponto, que massa.  Que quem tá errado é quem publica fotos assim. Quem trai a confiança que alguém depositou nele (ou nela) ou quem hackeia arquivos de alguma maneira e distribui as fotos. O mundo precisa PARAR de culpabilizar a vítima (nisso ou em casos de estupro ou de violência de qualquer teor).

Porque um dia pode ser a gente. Ou alguém que a gente ama. E não vale falar que dessa água não beberei. A gente não sabe o dia de amanhã. A gente não sabe do futuro e a gente não sabe da vida do outro. A vida do outro e as escolhas pessoais do outro são dele. Só dele. Não cabe a nós julgar ou achar isso ou aquilo. Mas cabe a mim, a você e a todas nós mulheres nos unirmos e nos protegermos. E sermos solidárias com os perrengues de outras mulheres, com as lutas e dificuldades que elas passam e que nós podemos um dia passar. E mostrarmos que estamos lá pra elas, pra quando elas precisarem. Que a internet e a sociedade podem ser podres e monstruosas, mas nós, mulheres, nós, nos ajudamos. Nós nos protegemos. Nós cuidamos umas das outras. E é assim que tem que ser.

Bisous e boa semana pra gente,

coracao

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Arquivado em Pensando

Vem comprar minhas coisinhas no Enjoei, vem!

Não falei que ia ter lojinha nova? Pois então! São uns 50 itens, entre roupas e acessórios (tem bolsa, sapato e bijoux), tudo muito belo e bem cuidado :) Aliás, têm algumas peças que usei uma ou nenhuma vez, só fiquei paquerando no cabide sem coragem pra usar :( Agora essas coisinhas podem fazer parte da vida de alguém, eba!

Pra quem não sabe, eu fiz uma ano passado e foi a coisa mais legal do mundo! Amei de verdade, vendeu bem, o pessoal gostou e o Enjoei teve o maior esmero e carinho pra cuidar de tudo. Tanto que voltei! E a lojinha faz parte do projeto Pé de Meia II #poupanoelle, e todo o dinheirinho que entrar vai direto pra poupança, eba!

Pra entrar direto, é só clicar na imagem aqui embaixo!

banner_blog_noelle(tem purpurina nesse banner, como lidar? <3)

Acho que os preços estão bem variados, né? Tem coisas bem baratinhas e algumas, mais especiais, com um preço mais carinho. Mas nada absurdo, juro!

Fiz aqui um TOP 3 (sofri, porque afinal, gosto de muita coisa, mas tá na hora delas viverem outras vidas haha) das minhas peças:

Captura de Tela 2014-08-28 às 02.12.25Esse vestido da Têca é um tesouro! <3

Captura de Tela 2014-08-28 às 02.12.10esse é da Farm e é muito chique-fresquinho-artsy

Captura de Tela 2014-08-28 às 02.13.52botinha cheia de brilho, muito boa praquela ida à padaria hihihi

E aqui um videozinho pra vocês entrarem no clima!

Espero que cês gostem, aproveitem e façam compras conscientes! E depois me conteeeem!

coracao

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Arquivado em Moi

Sim, como uma menina.

Quando eu era jovenzita, com uns 12 anos, aprendi o que significava ser uma menina. Aprendi, nessa idade, que “ser uma menina” e “agir como uma menina” era o que minha família e a sociedade queriam, mas que se eu quisesse ser levada à sério pelos meus amigos – e até pelos professores, eu deveria agir como eles, como um cara, como um homem. Desde essa idade eu tive mais amigos meninos, gostei de desenhos “de meninos”, tive conversas “de meninos”, bebi bebidas de “meninos”, tive atitudes “de meninos” e  e por aí vai.

 Eu fui uma menina que por muito tempo teve vergonha de agir como uma menina. Nem maquiagem eu passava, já contei isso em algum post. Na adolescência eu só usava calça, camiseta e tênis. Pouco ou nenhum rastro de “meninice”. Tanto que até hoje minha família fica comentando coisas tipo “quem te viu, quem te vê!” quando me vê.

Não sei direito quando eu entendi que isso era uma tremenda de uma bobagem. Não sei se foi quando eu entrei na faculdade ou se foi na minha primeira aula de antropologia & gênero, não sei se foi no ensino médio, irritada com esse tipo de comentário, só sei que aos poucos fui parando de falar expressões tipo “coisa de mulherzinha” ou “deixa de ser menininha”.

E esses dias, numa reunião familiar, fiquei de olho nas crianças da família, especialmente nas meninas. E reparei como elas passam pela mesma coisa que eu passei quando estão no meio dos garotos. Querem eliminar qualquer rastro de feminilidade, querem fazer parte, querem “agir como um menino”. E de como ao mesmo tempo a família quer que as garotas tenham determinados comportamentos “de menina”.

“Não corre, você é uma mocinha!”. “Menina não senta de perna aberta!”. “Que isso, menina, gritando desse jeito? Menina não grita!”. “Mas você é uma menina, não tem que ficar brincando de lutinha”. “Por que você não vai brincar com a sua prima, que é menina?”.

Não se nasce mulher, torna-se mulher“, disse Simone de Beauvoir, numa frase que nunca vou esquecer. A gente aprende tudo isso, desde que botamos nosso delicados pézinhos “de menina” no mundo. Ou você nunca reparou como grande parte do nosso comportamento (e do comportamento dos nossos amigos, primos e irmãos) vem ao lado de uma palavrinha definidora de gênero?

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Menina fala baixo, anda devagar, senta de perna cruzada, come devagar, não sua, não suja a roupa, não faz bagunça, lava a louça, gosta de boneca (sendo que ninguém experimentou dar outra coisa pra ela quando era mais criança…), gosta de brincar de casinha e de mamãe, pode sonhar que vai casar, mas não pode namorar antes de tal idade que o papai vai dizer qual é (mas o irmãozinho pode ser garanhão com a idade que quiser…), gosta de maquiagem, roupa e sapato e não gosta de ação, de engenharia e de fazer força. Ajuda a mamãe em casa e espera o papai chegar do trabalho. Foi isso que eu aprendi quando era criança, com a família (minha ou de outras pessoas) ou na escola. Eu não nasci assim. Não nasci com vontade de casar e ter uma família e cozinhar pro meu marido. Mas muita gente quis enfiar na minha cabecinha em formação de que eu queria sim, isso. Quiseram colocar na minha cabecinha o mesmo que colocam na cabecinha das minhas primas agora. Que não importa se ela está se divertindo com os primos, ela não deveria estar correndo em volta da casa, porque isso não é coisa de menina. Melhor ela ficar sentadinha (com as pernas cruzadas) do lado da mãe, enquanto vê os primos suarem e gritarem e se esbaldarem de tanto correr e se divertir e gritar e gastar essa energia de criança.

E assim, desde pequenininha, somos ensinadas que “como uma menina” é sinônimo de fragilidade, delicadeza e inferioridade, enquanto “como homem” (ou como menino) é sinônimo de força, de coragem, de bravura. E de superioridade. E quando crescemos um pouquinho, entendemos que “como uma garota” é humilhante. Aliás, aprendemos que devemos agir/parecer como uma garota, mas pensar “como um homem”, se quisermos ter sucesso ou sermos respeitadas no trabalho. OI?

like-a-girlimagem livremente alterada por mim, haha

Mas não é. Não tem que ser. Agir como uma menina deveria ser simplesmente fazer o que você quiser fazer, da melhor maneira que conseguir. Dar o seu melhor, ir fundo, não desistir, correr atrás. Deveríamos ensinar isso as nossas meninas que estão crescendo. E àquelas já mais velhas, que acreditam nesses conceitos. A gente tem é que se apegar a outros conceitos. Coisas tipo menina de verdade não se deixa inferiorizar, menina que é menina ajuda e dá apoio as outras meninas e não compete uma com a outra, menina de verdade não deixa que um cara diga o que ela pode ou não fazer, menina que é menina faz suas próprias escolhas. Menina de verdade não precisa “agir como um homem” pra nada. Menina que é menina sabe que tem sim, poder. Agir como uma menina, ser uma menina, uma mulher, não é, em sentido nenhum, nem biológico, nem social, nem cultural, ser inferior.

Aja como uma menina e mostre pro mundo que você pode tudo o que quiser, seu sexo biológico não diz nada a respeito das suas capacidades. A gente age como meninas todos os dias das nossas vidas. E temos o maior orgulho disso. Ser uma garota é maravilhoso.

Bem que a gente poderia ensinar isso pras nossas meninas ;)

Assisti ontem a esse vídeo da Always e achei o timing meio cósmico haha! É lindo e emocionante. E triste. Mas eu acredito, de verdade, que a gente está tentando mudar isso. E se você não está, que tal começar? ;)

Beijos de uma menina,

Stephanie Noelle

coracao

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Araras, por favor!

chezmoi

Quando mostrei um pouquinho do meu antigo apartamento pra vocês, contei como amava araras, né? Já achava uma graça, que trazia uma informação diferente pro quarto, e aí onde eu mudei o armário era minúsculo. Do tipo “duas mini portas”, então era também uma necessidade.

Aí nesse meu novo apartamento o guarda-roupa é bem grande, mas eu continuei querendo ter arara. Até rouba um espaço que eu podia usar pra outra coisa, mas não tem jeito, eu adoro! É um charme! E uma mão na roda na hora de ver as roupas que temos ou separar os looks da semana pra facilitar, ou colocar só um tipo de roupa (tipo todos os vestidos, todas as saias, todas as roupas de festa haha, etc). E pra quem tem pouco espaço no guarda-roupa ou no quarto em geral, é uma ótima alternativa! Não é nem de longe caro quanto um guarda-roupa, e pra ser sincera, não gosto muito daqueles de MDF, todos fechadões, pra mim falta alguma coisa ali! haha

Mas aí minha antiga arara era bem grandona, tinha 1,50m, e tava ocupando um espaço meio exagerado no quarto, além de estar um tanto quanto velhinha. Resolvi comprar outra, mais compacta  e mais bonitinha, e dei uma pesquisada na Tok Stok, na Oppa, em sites especializados em araras, e acabei comprando na Tok Stok, por indicações de amigos. Não achei barata, mas a achei bem resistente – e bela!

Quando eu comprei, coloquei uma mistura de saias e vestidos, mas aí quando o Enjoei veio (minha lojinha entra quinta, aha-uhu!), botei lá tudo o que ia ser vendido e ainda não decidi se vou colocar agora só os vestidos, se os looks da semana… Também quero melhorar como os sapatos estão embaixo e decorar melhor as laterais. Mas tô amando :)

Quanto a poeira, eu tô sempre mexendo nela, mas vale uma vez na semana tirar as roupas e dar uma arejada nelas.

arara da stephanie

Assim que eu decidir como deixá-la, faço um videozinho mostrando pra vocês. Assim como o tour do quarto, que já já eu gravo :D

E aí separei algumas das minhas inspirações, tanto da arara em si, quanto do que fazer ao redor dela, pra deixar o quarto com a nossa carinha, né?

0d564ef1c56ebe86c1e651a75a909feeadorei que ela acoplou uma sapateira embaixo da arara, pra deixar organizado

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26b494f9376903aa8f0152482f23fff0além da arara, olha que ideia boa pra colocar os sapatos naquele móvel lateral!

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81cacf3c901b40db948c75d72943d330

91c4908c5ed4b6aec2576548e5c38107queria poder pintar meu quarto assim, todinho de branco <3

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f82ef927b86ff213842ebc0c16cbf6a0queria a parede junto…

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e0725fbcaf247e0a254d7b154a0a6b7a_thumbuma das minhas preferidas de ficar olhando, haha

Espero que tenham gostado e se inspirem :)

E quem tem arara, me conta o que acha, como organiza, etc!

Bisous e até quinta, com tudo sobre a minha lojinha no Enjoei! (ps: pra quem quiser entender, fiz uma ano passado e o post está aqui).

coracao

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Chez Noelle TV: Tag “Os anos 90″ com a Helô Dela Rosa

Tava muito ansiosa por esse post! Eu e a Helô estávamos tentando gravar juntas há milênios, e a gente nunca conseguia. Mas esse dia chegou, eee!

Se vocês ainda não conhecem o blog dela, façam o favor de visitá-la! A Helô é uma amiga muuuuito querida e a gente se conheceu do jeito mais maluco. Mas isso a gente conta no vídeo que gravamos pro canal dela, que vocês podem ver aqui!

Espero que vocês gostem do vídeo, a gente se divertiu muito respondendo :D

Bisous!

coracao

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Pra embalar a semana!

Tô ou não tô muito musical esses tempos? Sou muito ligada com música, amigues. Todo o tempo tô ouvindo alguma coisa, mas não sou dessas que se empolga em descobrir bandas obscuras da Islândia ou a próxima banda que vai tocar no festival indie no Brasil, isso é muito mais a cara do David, que descobre e me mostra haha. Eu já adoooro um mainstream, rs!

E aí que hoje eu quero compartilhar dois dos meus preferidos dos últimos tempos, que revezam no meu iTunes.

A primeira muuuuito provavelmente vocês já conhecem, mas o outro é menos conhecido – e muuito mais novo.

iggy_abreEu ouvi Fancy pela primeira vez naquela lip sync battle do Jimmy Fallon com a Emma Stone e a música grudou na minha cabeça de uma tal maneira, que nunca mais saiu. Daí uns dias depois, voltando pra Mogi de carona com amigosamigos, o Fer colocou a tal da música e pronto, comprei na hora no iTunes e comecei a me viciar na Iggy.

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Eu AMO várias coisas sobre ela: uma mulher que faz rap (não que ela seja a única, mas isso já é um ponto positivo pra mim), o fato dela ter uma beleza exótica e um corpo fora dos padrões e não tentar esconder isso, pelo contrário (ela tem um super quadril e um super bumbum, e acentua bastante na roupa, não tá nem aí, não fica querendo esconder ou fazer parecer menor), o fato dela ter saído da cidade pequena dela na Austrália pra ir em busca dos sonhos aos 16 anos, sozinha, sem lenço e nem documento. Tudo isso, muito legal e tal, mas a música dela é realmente boa!

A que eu mais amo de todas é Work, seguida de Fancy, Walk the Line e Black Widow. E Problem, a música da Ariana Grande em que ela faz uma participação e que é ótima também! E as letras? São todas muito empoderadoras e com mensagens de ir atrás do que a gente quer. Iggy, quero ser sua amiga!

ps: fiz um playtlist pra ela e pro Troye, pra não ficar um monte de vídeos no post. Mas as músicas estão todas aí!

Cês repararam na quantidade de referências aos filmes do Tarantino?  Mais um motivo pra eu amá-la #muitofãdoTarantino! Black Widow é muito Kill Bill, muito mesmo, e em Work tem uma das minhas cenas preferidas do cinema, a lap dance de À Prova de Morte. <3 <3 <3

Além disso, eu estou obcecada nas maquiagens que ela usa, alternando entre batons ultra vibrantes ou um make mais iluminado. E posso falar? Ela é muito chique! De um jeito muito próprio e que tem a ver com ela. Eu acho isso o máximo, a pessoa não ter que vestir isso ou aquilo pra se encaixar no que a galera acha que é legal. Ela usa o que gosta, do jeito dela, e fica impecável.

Já li que ela é meio controversa nas entrevistas, meio polêmica (ela meio que desdenhou dos Beatles, minha banda preferida no universo), mas eu prefiro artistas assim, do que aqueles que têm zero personalidade. E isso ela tem de sobra!

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O outro é o Troye Sivan, um menino lindo que até ontem era só um garoto muito popular no YouTube, que fazia uns vídeos engraçadinhos e muitos covers, de dentro do quarto dele. Hoje ele é um menino que acaba de lançar seu primeiro EP , TRXYE, que tá entre os mais baixados do iTunes e não para de subir!

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A música de estreia dele chama Happy Little Pill, que ele fez pra um amigo que estava com depressão. É uma música linda e o estilo que ele faz é bem diferente do que eu esperava de uma celebridade adolescente do YouTube. Achei que tem muito sentimento, muita profundidade e as músicas são bem intensas, não tem nenhuma que eu tenha achado bobinha.

E fora que é muito legal quando pessoas normais, sem costas quentes na indústria, conquistam seus sonhos. Bom, cês me conhecem, então já tão acostumadas com a minha predileção por histórias inspiradoras. Claro que o fato dele ter o canal foi, provavelmente, primordial, mas ambas as coisas – a música e o canal – são fruto do esforço dele, e eu valorizo muito isso, sempre gosto mais da pessoa hahaha.

O EP tem 5 músicas, e eu acabei comprando na pré-venda, mas essa semana já liberaram todas as músicas. Eu amei todas, já tô cantarolando sozinha em casa haha! Uma delas, a The Fault in Our Stars, ele lançou antes do EP, inspirado pela história do livro, mas quando resolveu gravar o vídeo, na casa dele mesmo, fez tanto sucesso que ele entrou em contato com o Princess Margareth Hospital Foundation, uma fundação-hospital que cuida de crianças e jovens com câncer, gravou o clipe lá e, olha que máximo, fez com que toda a renda obtida com a venda desse single fosse revertida pra esse hospital!

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Espero que gostem :)

Bisous e até daqui a pouco!

coracao

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