Vou ali e já volto!

Um post muito rápido (estou escrevendo enquanto descemos nossas coisas pra van que vai nos levar ao nosso destino!) pra dizer que viajo hoje e volto só domingo, e vou ficar completamente offline! Uma das minhas vontades do #25antesdos25 (clica aqui pra ver o que é) :D

Aliás, uma não: duas! Vou pra Ilha do Cardoso, na Cananéia, uma ilha (rs) quaaaase no Paraná, mas ainda em São Paulo, onde não tem energia de noite e não pega sinal de celular. E eu vou ao lado de amigos muito muito queridos. Bingo, outra vontade do meu #25antesdos25, a de viajar com amigos, uma coisa que eu ainda não tinha feito, também.

10387407_767080426671240_4698993284227946067_nmeus companheiros dessa viagem e melhores amigos do mundo <3

Enfim, só pra explicar o sumiço e pra contar que estou realizando coisas da minha listinha, uhul! E depois conto tudo da viagem, prometo :)

Aproveitem o feriado pra quem tem feriado e bom fim de semana! Ah, e vai lá ver meu vídeo novo, tá? <3

Bisous!

coracao

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4 maquiagens super fáceis de olho! {Chez Noelle TV}

Ai, eu sei, eu sei. Estou me saindo uma blogueira de meia tigela. Eu gostaria de ser mais presente, de estar aqui to-dos os dias, de ter vídeo novo to-da semana, mas o momento na minha vida não é dos mais favoráveis. E infelizmente são coisas muito pessoais, que não me sinto bem em compartilhar com todo mundo que me lê, por mais que seja sempre legal abrir meu coração aqui. Enfim, sigo com culpa & com o desejo de ser mais presente, vou até pedir isso de Natal, haha!

Maaaas, voltando ao motivo do post: tem vídeo novo no canal. Novo naquelas: gravei há um tempão, mas tinha perdido a filmagem, não sabia onde tinha salvo, foi uma loucura, e depois meu final cut começou a travar. Demorou, mas aqui está. E eu ainda estou com meu cabelo natural no vídeo, mas não abandonei a ruivice não ;)

Espero que vocês gostem!

E qualquer coisa, me falem!

Bisous!

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Eu quero ser saudável.

Um pouquinho de história da minha vida: até meus 18 anos fui bem magra, com o IMC beirando aquele “abaixo do peso”. E não porque eu comia pouco ou fazia atividade física demais ou algo do tipo. Eu sempre comi muitão, tinha tardes ociosas traçando uma lata inteira de leite condensado, comia pizza no café da manhã e um saco inteiro de biscoito de polvilho de uma vez. Zero saudável, mas eu não me preocupava, afinal… tava sempre cabendo nas minhas roupas. Vale dizer que eu não me achava bonita. Eu me achava magra demais, nada de curvas, a menos atraente das minhas amigas da escola.

Com 18 anos tudo mudou. Tive o ano mais tenso da vida (alô, vestibular!), estudava literalmente mais de doze horas por dia, passava o dia sentada e ia toda semana ao McDonald’s, às vezes mais do que uma vez por semana, pra “desestressar”. Eu engordei 10kg em um ano. Quando me mudei pra São Paulo, ganhei mais 5kg, em coisa de três meses. Uma mistura de comida de universitária com muita cerveja e zero atividade física. Zero saudável, de novo.

E aí eu comecei a trabalhar com moda.

Body-Image-1“garotas não decidem de uma hora pra outra a odiarem seus corpos, nós as ensinamos”

Até então eu nunca tinha feito dieta ou começado uma atividade física pra emagrecer. Mas quando “entrei nesse mundo”, foi muito doloroso. Eu nunca me senti tão feia, tão mal comigo mesma, tão insegura. E olha que eu já era insegura, já tinha problemas de autoestima, mas tudo foi elevado a um outro nível de neura com meu corpo. E a minha relação com comida, que já não era boa, ficou pior ainda. Um dia eu estava de dieta e só comia salada, no dia seguinte comia tudo o que eu queria no kilo, tipo todas as massas e mais coxinha e croquete. E no outro dia eu me sentia culpada e queria compensar e ia correr em jejum e passava o dia tomando café com adoçante.

A palavra “dieta” nunca mais saiu do meu vocabulário e nem do meu convívio. Sempre com conotação dolorosa, um sinônimo de “tortura” e sempre significando algo que um dia ia acabar. “Quando eu emagrecer”, “quando eu entrar naquele vestido”, “quando eu vestir 38…”. No meu mundo (e acho que no mundo de qualquer mulher hoje em dia) se eu não estivesse de dieta, eu deveria estar. Afinal, “a gente sempre pode perder uns 2 quilinhos, né?”.

Minha relação com a comida, como falei ali em cima, ficou muito pior do que já era. Se antes eu não me importava muito se engordava ou emagrecia comendo alguma coisa (quem dirá pensar sobre ser saudável…), passei a tratar a comida como um troféu. Ou um prêmio de consolação. Se eu estava triste, eu merecia comer aquele cheeseburguer com bacon e batata frita grande. Se eu estava feliz, eu merecia comer um Big Tasty com Coca-Cola e uma caixa com dez nuggets. Afinal, eu merecia! Eu tinha passado por coisas demais naquele dia, naquela semana, boas ou ruins, e eu precisava me presentear de alguma maneira. Eu criei uma relação de dependência, uma válvula de escape pro que quer que estivesse acontecendo na minha vida. Lembro do meu primeiro ano de L’Officiel, quando estávamos começando a revista e passávamos noites inteiras na redação, e eu me dava o direito de comer uma barra inteira de Milka de uma vez acompanhada de uma garrafinha de 600 ml de Coca. Hoje eu não tomo refrigerante, mas por um ano eu tomava uma lata de Coca no almoço e uma garrafinha de 600 ml no fim da tarde. E quando eu estava de dieta, era Coca Zero, haha!

No meio disso tudo, eu comecei a fazer as dietas malucas todas. Quem acompanha o blog há um tempo sabe que eu fiz a Dukan por dois meses e perdi dez quilos. Uns seis meses depois eu já tinha recuperado seis dos dez perdidos. Em algum ponto desse ano eu cheguei a pesar mais do que quando comecei a Dukan. Isso depois de ter ficado sem glúten um tempo, fazendo exercícios… Mas eu sempre voltava ao meu relacionamento autodestrutivo com a comida. Ela me fazia bem pra logo depois me fazer mal. Porque pra mim sempre vinha a culpa (igualzinho quando eu gasto muito dinheiro, outro problema que precisa ser resolvido, mas é assunto pra outro post), irremediavelmente.

a473abdb5886b8c6f71aa574347083b2“eu estou tão cansada de odiar meu próprio corpo”

Claro que meu corpo respondeu a tudo isso de formas bem variadas. Eu tenho hipotireoidismo (descobri há uns dois anos!), aquela doença faz com que a tireóide não produza hormônios suficientes, hormônios esses necessários pro funcionamento do corpo. Ou seja: metabolismo lento. Outra coisa: não sou clinicamente intolerante à lactose, mas meu corpo não digere muito bem, então se eu como iogurte, queijo e leite no mesmo dia, bum, vou passar mal. E minha endocrino também já me alertou pro risco de eu ter colesterol (em um dos últimos exames eu estava com o colesterol ruim alto) se não melhorasse meus hábitos. Não é como se eu estivesse fazendo essa farra toda e não estivesse acontecendo nada com meu organismo.

Mesmo com tudo isso, eu ainda tinha aquela mentalidade de “quero comer pouco pra emagrecer” ou “fazer dieta durante a semana e fim de semana #táliberado”. Eu fiz de tudo: fazer muito exercício pra comer tudo o que eu quisesse ou o contrário, comer pouco pra não ter que fazer exercício. Óbvio que nada deu certo. Eu só pensava em emagrecer, nunca em ser mais saudável. Mesmo quando eu falava “quer saber, dane-se, eu vou comer o que eu quiser e ser feliz pesando o que eu peso”, eu me sentia culpada. E eu comia mal. E eu maltratava meu corpo. A coisas começaram a mudar quando eu falei pra mim mesma que eu não podia mais viver assim. Que minha relação com comida tinha que mudar, que meus hábitos precisam mudar. E que acima de tudo, eu tinha que fazer por mim, pra me sentir bem comigo mesma, e não pra vestir um número X de roupa ou pesar tantos quilos. Eu acredito que escrever tanto sobre autoestima por aqui me fez abrir os olhos pro fato de que eu não estava cuidando de mim do jeito que eu deveria. Não foi de uma hora pra outra, isso eu garanto pra vocês. Aliás, acho que só quando comecei a entender que eu não precisava odiar meu corpo é que comecei a querer cuidar dele. Quando comecei a entender que eu podia amar meu corpo, mesmo ele sendo fora dos padrões ou diferente daqueles das revistas.

dont hate“você não encoraja pessoas a cuidarem dos seus corpos dizendo a elas pra odiá-los”

Enquanto eu estava nessas de “vamos aprender a lidar melhor com a comida”, eu tive umas descobertas muito boas. Mas que só percebi depois de um episódio que eu gosto de chamar de #pontodevirada. Eu estava na minha ‘jornada saudável’ quando topei fazer uma semana de test drive da nova dieta Dukan pra revista. Eu não consigo colocar em palavras o tanto que aquela semana foi horrível pra mim. Mesmo sendo uma dieta em que a cada dia você pode comer um grupo novo de alimentos, eu só pensava no dia que ela ia acabar pra eu comer TUDO o que eu quisesse. Eu passei mal dois dias, com quase desmaios, e abria a geladeira e salivava por tudo o que ali estava e que eu não podia comer. Tanto que quando acabou eu comi um ovo de páscoa (sim, eu ainda tinha guardado na geladeira haha) inteiro, de uma vez. Coisa que já fazia um tempo que eu nem sentia vontade de fazer. Pra mim, foi péssimo. Eu entendi que esse tipo de coisa e pensamento nunca ia fazer sentido na minha vida. Que só falar a palavra dieta já me deixava com vontade de comer um hambúrguer com cheddar. Que era só eu botar um prazo pra eu sofrer até aquele prazo acabar e comer cinco pedaços de pizza no sábado “porque a dieta acabou”. Eu dei um passo pra trás e olhei tudo o que eu estava fazendo sob outra perspectiva. Eu não precisava ser daquele jeito, eu não precisava fazer dieta e não precisava sofrer daquele jeito. Eu precisava me educar e entender minha relação com a comida.

E foi aí que decidi que nunca mais ia fazer dieta. E que eu ia cuidar de mim, da melhor forma que eu conseguisse. E que eu não ia mais pensar que eu tinha cinco dias pra “comer direito” e dois dias pra enfiar meus dois pés, minhas pernas e mergulhar minha cabeça na jaca. E eu decidi que não ia mais me pesar.

Faz mais ou menos uns três ou quatro meses que eu decidi que queria ser mais saudável. Que eu ia fugir de coisas ‘light & diet’ e de ficar olhando a caloria das coisas e comer aquilo que me fizesse bem. E que eu estou me educando a ter outra relação com a comida. Não de merecimento, mas de nutrição. Eu ainda estou aprendendo, estou tentando todo dia algo novo e às vezes eu falho, mas posso falar que estou me sentindo bem melhor comigo mesma. Mais disposta, menos sedenta por comida, e sem desconforto chato na barriga por semanas inteiras. Ah, e comendo montes de comida, porque eu amo comer e prato vazio é uma coisa que eu abomino haha!

E junto disso eu tô me mantendo ativa, fazendo o Blogilates ou o Ballet Fitness, andando mais, trocando a escada rolante do metrô pelas escadas, e de fato gostando disso. Eu nunca gostei de academia, e sempre associei atividade física a isso, mas não tem que ser! E, de novo, a gente não precisa relacionar uma atividade a perda de peso. Minha mãe começou a fazer caminhadas e tem amado. Antes ela não fazia nada. Hoje ela sente prazer em dar voltas e voltas no lago aqui da cidade. E pra mim é isso que importa, a gente achar algo que nos faça bem e que a gente tenha vontade de fazer. Que não seja uma tortura, uma coisa chata. Assim como comida.

Nas últimas semanas várias pessoas têm me perguntando se eu tô de dieta, quando veem meu prato de comida cheio de legumes & verduras, e eu tô respondendo sempre a mesma coisa: “Não :D Tô mudando meu estilo de vida e tentando ser mais saudável, só”. Eu não quero fazer dieta. Eu não quero ter um prazo ou um número X numa balança (eu não me peso desde a dieta teste pra revista). Eu não quero viver me privando de mil coisas pra depois querer tudo de uma vez. Eu estou tentando achar um equilíbrio. Quero construir essa relação saudável comigo mesma, com a comida que eu como e com as coisas que eu faço. Quero que seja uma jornada, e não um destino específico. E quero amar meu corpo.  E isso é uma das melhores coisas desde que comecei essa jornada. A minha relação com meu corpo mudou. E continua mudando (pra melhor, né!).

Me desculpem o post enorme. Mas esse é um assunto que realmente mexe comigo, eu já fiz de um tudo pra tentar ser mais magra, já tentei chutar o pau da barraca, até que comecei a entender que não é por aí. Que era minha cabecinha que precisava mudar. E isso é algo que está me fazendo bem, pode ser que pra outras pessoas, seja de outro jeito. E por favor, isso não tem a ver com peso ou um post sobre como eu acho que as pessoas deveriam se relacionar com comida. Eu escancarei a minha relação com comida, que foi autodestrutiva por muito tempo, mas não significa que todo mundo, pesando X ou Y, tenha a mesma relação. Conheço pessoas consideradas “magras” e que se alimentam muito mal e que têm vários problemas de saúde, e pessoas consideradas “gordas” que comem super bem e não tem nada de preocupante nos exames. As coisas vão muito, muito além das aparências. Vamos nos lembrar disso antes de apontar o dedo pra amiguinha ou desejar ser “magrela” como a outra.

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Chega por hoje.

Adoraria que vocês compartilhassem o que pensam sobre o assunto! Eu quero falar mais disso por aqui, mas vou deixar pra outro momento. Por agora quis contar como eu estou me sentindo e como me senti por todo esse tempo.

Beijos e boa semana!

coracao

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Pra assistir e viciar (ou: minhas youtubers favoritas!)

Já falei em vários posts sobre a minha paixão pelas Youtubers gringas. Pra quem não é do meio, haha, youtubers são as pessoas que fazem vídeos no youtube com certa frequência, de temas muuuito variados, que vão desde tutoriais de maquiagem, passando por comprinhas, até vídeos inteiros sobre o dia de alguém. Pra muita gente pode parecer um porre. Pra mim, é uma diversão!

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Uma das primeiras youtubers que conheci foi a Essie Button, ou Estée, e eu já fiz um post falando sobre ela. E depois, pouco a pouco, fui sendo sugada por esse mundo de um jeito que nunca mais consegui sair. Tanto que na edição de Outubro da Glamour tem uma matéria minha sobre as Youtubers brasileiras <3 Matéria xodó, aliás! Depois vou pegar o pdf e colocar aqui no blog, porque modéstia à parte, ficou uma graça!

Enfim, hoje meu feed do youtube tem quase 300 nomes diferentes. Alguns eu acompanho regularmente, e outros eu assisti um vídeo e depois nunca mais vi nada. E tem de tudo: exercícios, comida, meninas, meninos, música… E hoje eu vou contar quem são as minhas preferidas de todos os tempos, e depois venho falar dos assuntos mais específicos, se vocês gostarem :)

essie

Como disse ali em cima, já fiz um post inteirinho sobre ela, mas não dava pra fazer um post das preferidas e não incluí-la. Até hoje, a Estée continua sendo minha número #01 e os vídeos dela estão cada vez melhores. A Estée é muito bem humorada, tem uma personalidade maravilhosa e eu poderia ouvi-la falando o dia todo! Aproveito pra indicar também o segundo canal dela, o EssieButtonVlogs, onde ela vloga com bastante frequência e mostra o dia a dia dela, do Reggie (o cão fofoooo!) e do Aslan, o namorado. Quem vem a ter um canal também! É recente, mas muito legal, com edições ótimas e é de culinária (e outras coisinhas, de vez em quando). 

BLOG: essiebutton.com

 

zoella

Empata com a Essie no meu ranking de favoritas! A Zoe Sugg é provavelmente a vlogger mais famosa do Reino Unido (tem mais de 6 milhões de inscritos), e também uma das mais humildes e verdadeiras e fofinhas. Eu amo o quanto ela é #vidareal em tudo o que ela faz. Bom, mas e aí, o que a Zoe faz? Vídeos sobre compras, tags, coisinhas engraçadas, maquiagem… no principal, e muitos vlogs, do dia a dia dela, no canal secundário. É bem variado, mas a personalidade da garota é o que cativa. Ela sofre de ansiedade (é certo falar ‘sofre de’ nesse caso? Fiquei em dúvida, me avisem se estiver errado!), tem ataques de pânico às vezes e faz questão de compartilhar no canal vídeos sobre o assunto, pra esclarecer pessoas que também passam pelo mesmo. Eu acho de uma coragem gigante e tiro meu chapéu.

BLOG: zoella.co.uk

 

ingried

A Ingrid é americana e ela faz vídeos muito bem feitos! Tudo é de muito bom gosto e ela é uma querida, adoro o jeito e a naturalidade com que ela fala. Ela faz muitos vídeos de rotina, que eu adoro assistir (não me perguntem por quê…), vídeos de “se arrume comigo”, muito tutorial, muito vídeo de make e cabelo e tags. E ela às vezes fala sobre autoestima e lidar com o próprio corpo e tal, e vocês devem imaginar que esse é um assunto que me interessa… e muito!

 

claire

Conheci a Claire por causa da Estée e olha: melhor descoberta. Os vídeos dela são os mais bem feitos e com melhor edição que euzinha já vi, e eu quase choro querendo fazer coisas minimamente parecidas em qualidade. É muito bom mesmo! E a Claire é linda, minha girl crush, com um monte de tatuagens e um estilo ótimo. Foi ver um vídeo pra viciar!

suzie

A Suzie é inglesa (mais uma, haha!) e ela também faz vídeos lindos! E ela é calminha, faz vídeos gostosos de ver, às vezes parece que é sempre um vídeo pra relaxar (mesmo que não seja), e a edição é ótima! E o sotaque? Poderia passar dias ouvindo essas meninas falando em inglês britânico!

BLOG: http://www.hello-october.com/

Essas são minhas preferidas de todos os tempos, que eu vejo os vídeos quase toda semana e que me inspiram muito! Mas tenho as preferidas de make, as de livros, as de comida… (tudo no feminino, mas tem menino no meio também!). Posso mostrar também!

Espero que tenham gostado!

Bisous e até mais ;)

coracao

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Sobre “as outras mulheres”

Eu já fui muito fã da Taylor Swift. Já fui menos, também. Aquela fase do começo, mais country, não era muito minha praia, e só uma ou outra música me apetecia. Com o RED eu fiquei realmente viciada e vivi minha fase mais fangirl dela. No momento eu vivo um pequeno dilema: estou absolutamente viciada no novo CD, admiro muito a maneira com que ela trata os fãs e está sempre pensando em maneiras de fazê-los felizes e tê-los por perto, mas ainda me incomoda a postura que ela tinha quando se tratava de outras garotas, em suas letras ou declarações à imprensa.

Ultimamente ela não tem feito declarações controversas, e dizem que a Lena Dunham está ensinando a Taylor a ser feminista, mas por um tempo ela escreveu letras culpabilizando outras mulheres por causa de sua sexualidade (“ela usa saias curtas, eu uso camisetas” , “ela não é uma santa… ela é mais conhecida pelas coisas que faz sobre o colchão“, etc), e isso é algo que me incomoda muito. Afinal, nós mulheres temos que dar suporte umas às outras, não viver como se estivéssemos em uma competição o tempo todo. E esse suporte é independente das escolhas que qualquer uma de nós fizermos. Seja usar saia curta, longa, esperar um cara que vai te dar um anel e dizer ‘sim’ ou ter experiências com todo tipo de gente, querer ser mãe ou não, querer estar em casa todo dias às 20h pra jantar com a família ou ficar até às 23h no escritório. Independente disso, nós temos que nos ajudar, nos dar suporte e nos proteger.

O fato de um cara escolher ficar com uma garota e não você, não faz dela uma vadia. Se um cara tem um compromisso com você e sai com outra, o problema está nele, que firmou esse compromisso com você, e não necessariamente com a menina que estava com ele. Se uma garota se sente segura e bonita usando um vestido justo e curto enquanto você se sente gata usando uma roupa diferente, isso não faz de você melhor do que ela. E nem ela melhor do que você. Tá na hora da gente entender que a sexualidade feminina não é algo pra se temer, pra se esconder ou muito menos vilanizar. E a sua sexualidade pode sim ser escancarada. Ou não. E isso é escolha. E deveríamos respeitar as escolhas das nossas iguais do mesmo jeito que queremos que respeitem quaisquer que forem as nossas.

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Quando apoiamos as decisões de outras mulheres de expressarem sua sexualidade, suas escolhas pessoais, suas escolhas profissionais, religiosas ou sentimentais, ao invés de apontarmos o dedo ou julgarmos pra “nos sentirmos melhores do que elas”, estamos sim apoiando a nós mesmas. Estamos criando um ambiente saudável e seguro pra nós, mulheres. Estamos mostrando que as mulheres podem sim contar umas com as outras. E que quando qualquer uma de nós tomar uma decisão, fazer uma escolha, seja ela qual for, outras estarão dando suporte. Tentando tornar essa sociedade mais justa e mais igualitária. Porque se um cara pode expressar sua sexualidade e suas escolhas, o mesmo tem que valer pra nós. Pelo simples fato de: porque não valeria?

Se eu quero que qualquer uma das minhas escolhas seja respeitada, eu respeito as escolhas das outras mulheres. Simples assim.

Mas a gente perdoa a Taylor, se ela não fizer mais, né? :)

{update} De fato ela está tendo posturas muito mais legais, uma das meninas inclusive escreveu no facebook que ela disse numa entrevista que “Hoje eu entendo que ninguém vai roubar seu namorado, se ele não quiser ir embora”. E acho que é isso que importa. Que nós possamos dar um passinho pra trás, olhar pra tudo aquilo que já fizemos e falar “hm, isso não foi legal por isso e por aquilo e agora vou fazer diferente”. Como escrevi aqui embaixo, não somos árvores e podemos sim mudar a maneira que pensamos. De preferência, pra melhor. 

Assim como eu já julguei muita menina, e muitas amigas já julgaram muitas meninas, e muita mulher ainda vai julgar outras mulheres, isso não significa que não podemos ter outras atitudes e passarmos a ser solidárias e apoiarmos umas às outras. Ninguém é árvore pra ficar parado. Estamos sempre mudando, e espero que pra melhor!

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Dito isso, estou amando “1989″ (meu ano também!) e minhas preferidas são “Blank Space”, “Out of the Woods”, “Welcome to NY”, “Clean” e “Style”. Ah, e “Shake it Off”, claro! Não encontrei os áudios na internet,  mas vocês podem comprar o CD aqui.

Bisous e boa semana!

coracao

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Arquivado em Pensando

Virei bruxa!

Tudo bem que já é Novembro, mas estava viajando (quem me segue no instagram viu!) à trabalho e foi uma correria sem fim! Fui quinta 6am, cheguei lá no fim da tarde, sexta & sábado trabalhei o dia todo e voltei no domingo de manhã. E hoje começou o SPFW! Tudo isso pra explicar porque só hoje que eu vou falar do meu vídeo – e de outras lindas – de Halloween pro Enjoei!

Ficou tão, tão fofo! Quando as meninas me chamaram eu já tinha adorado, mas depois de ver pronto… apaixonei! Sou suspeita pra falar, óbvio, mas ficou legal pra dedéu!

stephanie

Além de fazer o vídeo muito legal, rolou mais uma mini-lojinha, com mais coisas minhas, e também descontos no site! Clica aqui pra ver tudinho :D

Assistam aos dois vídeos, prometo que é legal <3

Post correndo porque preciso MUITO dormir, cheguei essa madrugada, dormi um pouquinho e já fui trabalhar!

Beijos cheios de saudade!

coracao

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Os favoritos de Setembro!

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Me perdoem por pular os favoritos de Agosto? hihihi! Mas juro que as coisas são basicamente as mesmas. Esse mês tem muita maquiagem, especialmente porque rolou uma preguicinha de variar a minha (ultimamente só tenho mudado o batom!), então esses itens foram mega favoritos mesmo! Eu só peço desculpas de antemão por não ter muitas opcões baratinhas. Como vocês sabem, eu trabalho na Glamour e eu ganho a maioria dessas coisas, mas sei que são coisas mais caras, que muita gente não pode ou não quer gastar esse dinheiro com maquiagem. Então tô pensando num post aqui com meus favoritos baratinhos. Aprovam?

Mas vamos aos favoritos do mês de Setembro, que parece que durou uns três anos, haha!

1. Super Ball de elásticos de cabelo, The Beauty Box (Produtinhos da Beauty)

Parece uma coisa maluca, mas é só um monte de elástico que vem nesse formato de bola! E eu tô numa fase de cabelo preso, tô amando, tô usando todo dia e SEMPRE perco todos os meus elásticos. Esses, além de coloridos, são fáceis de achar, afinal, não dá pra perder tão fácil essa bolota haha.

2. Normaderm Nuit Detox, Vichy

É um creminho noturno que faz um detox enquanto a gente dorme. Quem tem pele oleosa sabe que às vezes a gente acorda e já tá com a pele brilhando, o que é péssimo! Eu gostei bastante e senti minha pele diferente nas manhãs pós-uso. E agora tenho usado em noites que sei vou dormir pouco ou quando bebo ou como mal, pra ajudar a pele a eliminar tudo de ruim, haha.

3. Pincel Double-ended Sculpting Brush #158, Make Up For Ever

Eu adoro esses pincéis novos da Mufe! São lindos e são uma delícia de usar, haha! Eles levaram cinco anos pra desenvolver essa linha, porque a criadora da marca, a Dany Sanz, queria pincéis sintéticos com a mesma qualidade daqueles com cerdas naturais. A preocupação era tanta que cada pincelzinho passou pelas mãos de 30 artesãos! Esse é meu preferido de todos porque de um lado tem um pincel ótimo pra blush e do outro um ótimo pra contorno (que eu tô amando fazer, vou contar já já).

4. Bepantol Derma, Bayer

Eu amo amo amo bepantol pra usar antes de dormir e adorei essa versão compacta e menos melequenta. Já aplico direto nos lábios e voilà!  Só acho que R$ 19 por esse tubinho é meio exagero, já que a bisnaga grandona custa no máximo uns R$ 12, mas isso é mercado, né, tudo o que facilita acaba sendo mais caro :(

5. Superprimer Face Primer – Colour Corrects Redness, Clinique

A Clinique lançou esses “superprimers” faz pouco tempo, e cada um tem uma função diferente (tem também o ‘basiquete’ que faz um pouco de tudo). Meu preferido é esse amarelinho porque ele dá uma amenizada no vermelho do rosto, que eu tenho bastante. Gosto de usá-lo especialmente quando não quero usar maquiagem (dias cada vez mais frequentes, vale dizer), porque sendo beeem sincera, eu tenho preguiça de passar primer toda vez que vou usar base, haha! Então amo ele pra esses dias que tô com preguiça inclusive da base ;P

6. Lash Domination, BareMinerals

O que é essa máscara, gente?! Ela é paixão a primeira passada, juro! Um dia a Beca estava em casa e experimentou e se apaixonou também, até perguntou se era mais velha, porque dá aquele feito dos rímeis mais velhinhos (que a gente sempre ama mais!), mas era nova. E a fórmula tem ingredientes que fazem bem pros cílios, tipo minerais e quinoa, pra fortalecer. Entrou pra minha lista de máscaras preferidas da vida!

7. Iluminador Mary-Lou Manizer, The Balm

Tinha vontade de ter esse iluminador desde que comecei a ver os vídeos da Essie Button, que sempre teceu mil elogios a esse produto. E com razão! Eu ganhei da Fêzinha, a maquiadora da The Balm, e desde então eu só quero passar ele, nenhum outro iluminador! Ele não é discreto, mas também não é puro glitter na sua cara. Fica ali num meio termo lindíssimo, que uso até de sombra às vezes! Se eu puder recomendar uma coisa dessa lista todaaaa, seria ele!

8. Pó Bronzeador Terracotta 4 Seasons, Guerlain

Então, tô nessas de usar bronzer, uma coisa que nunca tinha usado, haha! Não sei se é o cabelo ruivo, se eu tô mais branca ainda (rs), só sei que tô amando e uso quase todo dia. Esse é um dos meus preferidos, mas já estou preparando um post mostrando todos os que eu uso e adoro. Agora, a embalagem dessa da Guerlain é uma coisa de linda!

9. Batom Líquido Stay All Day cor Fiery, Stila

Eu tô viciada nesse batom! Ele é líquido, mas quando a gente passa, fica matte de tudo e sem ressecar nem um pouquinho a boca! É bem confortável e dura o-dia-inteiro, é quase inacreditável! Vou gravar um vídeo usando ele pra vocês verem :)

10. Delineador Addict It-Line, Dior

Também tô adorando usar liner colorido, com o cabelo preso e só balm (ou batom colorido quando quero ser a madonna nos 80 haha) e esse é bem lindo! Mas qualquer delineador colorido fica lindo, e é um jeito fácil de usar cor no olho sem se assustar haha! O único problema desse da Dior é que ele demora um pouquinho pra secar, então quando eu esqueço desse fato acabo carimbando a pálpebra hehehe.

Ufa, quanta coisa! E eu já tinha escrito esse post todo semana passada, e por um motivo que não sei qual é, perdi tudo e tive que recomeçar, haha! Mas espero que tenham gostado!

Bisous e boa semana, gente!

coracao

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Arquivado em Beauté, Queridinhos

Maquiagem em 3 minutos?

Posso pedir desculpas pela falta de posts? Nessa edição da Glamour que estamos fazendo (novembro!) eu estou mais doidinha do que nunca. Fiz meu primeiro editorial de beleza (uhuuuul), mas junto com a alegria de fazer meu primeiro editorial vem toda a responsabilidade e o trabalho duro que isso envolve. E não é pouca coisa, haha! Eu queria filmar pra vocês como é um dia de editorial, mas acontece que eu fico tão preocupada em ver se está tudo dando certo que não consigo, mesmo, filmar nada. Quem sabe no meu segundo editorial eu consiga, haha!

Mas depois eu conto mais disso! Queria dizer que sinto saudades do blog todos os dias e fico me sentindo mal de não ter post. Esse é o meu “safe place” e aqui eu me sinto verdadeiramente feliz e eu mesma. Obrigada por isso, por sempre serem tão maravilhosos. É justamente por me sentir tão bem aqui que eu consigo compartilhar coisas como o texto passado e não consigo falar dessas coisas com muitas das pessoas do meu convívio pessoal. Engraçado, né? Me sentir mais confortável e íntima de pessoas que eu nunca vi do que muitas das que me rodeiam…

Agora, ao tema do post, haha! Quando estava em Curitiba, gravei alguns vídeos com a minha amiga querida & maravilhosa Gigi, do Avec Gigi! Um no meu canal e um no dela, mas vou colocar ambos aqui, assim facilita ;)

Espero que vocês gostem! <3

E nos vemos daqui a pouco (dedos cruzados!),

Bisous!

coracao

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Quando eu era criança…

um ano

Quando eu era bem criança, meu pai lia histórias pra mim antes de dormir. Mas em casa a gente não tinha livrinhos infantis (um ou outro, pouca coisa) e meu pai não gostava desses. Ele mesmo inventava suas histórias e escrevia em pedacinhos de rascunho, dos quais me lembro até hoje. Lembro dele juntando as folhas e grampeando a história daquela noite. Meu pai nunca me chamou de princesa, nem nunca leu uma dessas histórias pra mim. Nas histórias dele e no meu mundo de criança os protagonistas eram outros. O Saci, o Curupira, Jacarés, Duendes, seres da natureza que ele inventava nomes. Rolava até umas fadas, mas elas nunca foram as fadas fofinhas e bonitinhas que depois eu vi nos filmes da Disney. Eram seres incríveis, todos eles. Quando eu cresci mais um pouquinho, meu pai começou a me levar pro sítio e a gente entrava no meio do mato, nadava no rio com os peixinhos, brincava na gruta, todos lugares que, segundo meu pai, eram as casas daqueles personagens das histórias. Lembro até hoje de um dia eu ficar encantada com a raiz de uma árvore (dessas de centenas de anos) que mais parecia uma manjedoura, e meu pai falando “É onde os duendes vem dormir à noite, Té”.

Quando cresci mais um pouquinho, a gente não brincava mais. E meu primo (que eu amo como um irmão) começou a ajudar meu pai no sítio, na feira, e eu não fazia mais parte daquilo. Eu já era adolescente. Um dia, depois de muito tempo chateada, confrontei meu pai. Perguntei porque ele chamava meu primo pra ajudá-lo nas tarefas e não eu, a filha dele. Ele me respondeu “Mas Té, você é menina”. E eu disse “E daí?”. Depois daquele dia, meu pai começou a me chamar todo domingo, às 5 da manhã, pra ajudá-lo a carregar o carro pra fazer feira e eu passava a manhã toda com ele. Eu amava. Ele me levou pro sítio e me ensinou a apanhar laranja, a carpir a terra, a plantar tomate, mandioca e milho.

Antes daquele dia, não me lembro dele ter feito alguma menção ao fato de eu ser menina e não poder fazer algo. E no dia em que ele falou, e eu retruquei, nunca mais tocou no assunto. Entendeu que o fato de eu ser menina não mudava em nada as coisas que eu podia fazer ou queria fazer. E eu só respondi “E daí?” porque em casa nunca ninguém havia me dito o contrário. Que eu deveria guardar minhas mãozinhas delicadas em casa e não pegar na enxada. Ou que eu, como mocinha, não podia ficar suja de terra depois de um dia inteiro brincando no mato. Ou subindo em árvore. Em casa não tinha isso.

macacao

Eu só ganhei duas bonecas, na minha vida toda. E não porque meus pais fossem feministas. Eles nem sabiam o que essa palavra significava. Mas porque meus pais não achavam que eu precisava (e porque boneca é um troço caro, já repararam?) ganhar presentes pra saber que eles me amavam. E eu nunca precisei. Sempre me senti amada sem ganhar presente de Dia das Crianças, por mais que na época eu ficasse triste porque todos os amiguinhos ganhassem. Ou por não ganhar ovo de páscoa ou um presente de natal e um de aniversário (faço aniversário pertinho do natal, então… haha).

Ao invés de presentes, meus pais sentavam comigo e conversavam. Desde muito pequena, lembro da gente falando sobre tudo. Eles nunca me esconderam nada, não me pouparam de nada, inclusive das crises (financeiras e de relacionamento). Não me tratavam como diferente por eu ser criança ou ser menina. Minha mãe era minha melhor amiga. Minha mãe é minha melhor amiga. E eu sou a melhor amiga dela. Ao invés de comprarem as coisas que eu queria no supermercado, minha mãe virava um categórico “não” e se eu fizesse birra (eu sempre fazia!), ela falava “não” pela segunda vez e saia andando. Lógico que eu ia atrás segundos depois, com medo dela me deixar sozinha. Ela nunca deixou. Minha mãe nunca ficou um segundo longe de mim, mesmo morando em outra cidade. Ela é a mãe mais presente que eu podia querer. Teve um época em que eu era bem criança, antes dos meus nove anos, em que a gente vivia com um pouco mais de dinheiro. Depois, foi diferente. E eu comecei a ouvir não com muito mais frequência. E olha só, nada de ruim me aconteceu. E nunca achei que eles me amassem menos, tivessem menos carinho por mim.

mae e te em paraty

Mas a minha mãe nunca disse “não” quando eu queria conversar. Quando eu queria entender mais do mundo, mais da vida, mais sobre ser mulher. Minha mãe se tornou minha mãe bem jovenzinha, e nunca me escondeu nada. Ao invés de me dar coisas, minha mãe me deu tudo o que ela sabia e tudo o que ela acreditava. E meu pai também. Meu pai e minha mãe souberam do meu primeiro beijo, da minha primeira nota vermelha, do meu primeiro namorado, da minha primeira suspensão, da minha primeira vez, do meu primeiro rompimento, do meu segundo namorado.

Minha mãe e meu pai podem não ter me dado um milhão de presentes. As melhores escolas ou as melhores roupas. Eles podem não ter me dado escola particular, aula de natação ou de inglês. Eles podem não ter me dado festa de quinze anos ou um carro aos dezoito. Mas eles me deram algo que nunca se perdeu. Algo que está comigo todos os dias e me faz lembrar deles a todo momento. Eles me ensinaram, desde pequenininha, que eu era livre pra escolher. “Você sempre vai ter duas opções, Té. E você pode escolher qualquer uma, mas a responsabilidade dessa escolha sempre vai ser sua”. Eles nunca me proibiram de nada, nunca me disseram “não faça isso”. Nem quando eu era pequena, nem quando eu era adolescente rebelde. Eles me deram a liberdade junto com o fardo da responsabilidade. E isso é algo que eu nunca vou poder retribuir. Mais do que presentes de dia das crianças, meus pais me deram de presente as rédeas da minha vida e o poder pra eu ser quem eu quisesse ser. Me trataram como alguém que podia lidar com tudo. E abriram todas os portas pra mim. E eu fiz minhas escolhas, e eu escolhi meus caminhos. E nunca me arrependi.

Obrigada pai e mãe, por terem me dado de presente todos os dias, não só no das crianças, o melhor que vocês podiam me dar. Amo vocês.

aniversario oito anos

coracao

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5 looks do inverno para o verão!

Tô tão feliz de fazer esse post (tá, na real tô triste com as eleições, mas é vida que segue…)! Faz um tempo que queria movimentar mais o canal do YouTube e fazer vídeos diferentes, não só eu falando pra câmera e tal! Eu vejo vááários canais gringos e adoro quando tem uma ou outra coisa assim, então queria fazer/ver o mesmo. Foi o que me inspirou a criar esse vídeo aqui :)

Os amigos Lucas e Babi (que fizeram a Juno comigo!) embarcaram nessa minha vontade e juntos fizemos o vídeo abaixo ;)

Tipo um lookbook, um #dujour (ou cinco!) em vídeo! Espero que cês gostem!

Eu amei fazer e já estamos programando mais ;)

Aliás, repararam que essa semana subiram dois vídeos no canal? Fiz uma enquete lá no face sobre os dias preferidos pra ter vídeo e escolhi sábado e quarta. Gostam? Me digam nos comentários o que preferem! #festadademocracia

E é isso! Palpitem sobre o vídeo, deem sugestões, vou amar!

Bisous e boa semana!

coracao

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