Tumultuado

Quando eu era criança eu adorava uma brincadeira que chamava “pega vareta“, em que a gente tinha que escolher a vareta certa pra tirar daquele monte todo bagunçado e não encostar nas outras. E uma a uma íamos tirando as varetas, até não restar nada.
Hoje eu olho pra minha vida e me sinto num pega varetas. São tantas questões aqui dentro pra resolver, e eu tenho que ir, uma a uma, lidando com elas pra no fim não restar nenhuma. Mas eu olho pro monte, todo caótico e incerto, e não sei por onde começar. Eu sei, vocês vão me falar pra eu ir pra terapia (eu sei que preciso), mas enquanto isso não acontece, eu tenho que resolver do jeito que eu sempre fiz: sozinha.

Escrever foi, por muito tempo, minha terapia. Já falei muitas vezes sobre isso aqui. Eu escrevo pra processar as coisas. Pra entender o que tá aqui dentro, e que enquanto eu escrevo, vai se desenrolando de um jeito que eu consigo ver com mais clareza, e me entender melhor

Mas nos últimos tempos, ora por estar vivendo feliz demais, ora por estar triste demais, eu não consigo. Eu olho pra tela em branco e nem sei por onde começar.
Colocar o que eu sinto aqui é colocar pra fora. É expor, sem medo, sem firula, o que está acontecendo aqui. E eu não estou preparada. É uma avalanche de coisas que eu tô sentindo, cada dia uma descoberta nova, e eu não consigo lidar com todas elas ao mesmo tempo.

É meu pega-varetas, que pede pra ser resolvido, mas eu não sei muito bem qual vareta puxar primeiro.

Parece que eu sou uma adolescente de novo, e tudo o que eu sinto, de bom, de ruim, tem um impacto muito maior. Sabe quando a pele tá sensível de sol e qualquer encostadinha de leve já é sentida com muito mais força? É isso. Tá tudo à flor da pele.

Descobrir quem a gente é depois de tanto tempo e abraçar toda essa experiência é um discurso lindão. “Vai lá, se descobre, você vai amar!”. É isso sim, mas é muitas outras coisas também.
É dolorido pra caralho. É solitário pra porra. É confuso até dizer chega. É assustador a ponto de paralisar.

tumulto

Os momentos ótimos, são absurdos. E “eu poderia morrer agora de tão feliz que eu estou” é um pensamento que vira e mexe vêm a minha mente.

Os outros momentos é que são o problema. E tá cheio de gente querendo dizer como eu deveria lidar com eles.
De como você deveria lidar com eles.
Tá cheio de gente achando que palavras de ordem e verbos imperativos são processados pelo coração com a mesma rapidez com que são entendidos pelo cérebro.
“Você tem que tentar”.
E a gente tenta.
Não tenta?
Todos os dias a gente tenta. E é cansativo. E tem horas que simplesmente não dá. Tem horas que simplesmente eu não sou capaz. E eu nem consigo entender o que raios tá acontecendo aqui dentro pra poder resolver.
Um monte de sentimentos estranhos e desconexos fazendo tumulto no meu coração.
Tão barulhentos que eu não consigo ouvir nem meus próprios pensamentos.
Calem a boca, por favor.
Só um minuto pra eu recuperar o fio da meada.

É muito mais fácil a gente se conformar e deixar como está. Bagunçado, sem ter que lidar, sem ter que escutar.
Mas aí a gente vai acumulando mais coisa. E mais coisa. E mais coisa. E quando a gente percebe, não tem mais espaço nenhum. Pra nada. Nem pras coisas boas entrarem. Não cabe.
Tem um monte de questões ocupando espaço.
E às vezes a gente insiste. A gente quer enfiar ali dentro mais coisa, porque a gente quer e a gente acha que precisa e a gente acha (finge) que resolveu tudo. E fica apertado, fica estranho, não era pra estar ali. Não adianta forçar. Não cabe. Não dá certo.

Tem que arrumar. Tem que resolver.
E só então a gente vai estar pronto.
E vai viver tudo de novo.

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Quando me faltam palavras

Não sei dizer como começou minha relação com a música. Lembro de gostar de fita K7, e ouvir algumas no toca fitas que havia no fusca vermelho dos meus pais. Eu devia ter uns sete anos, e ficava sentada no banco da frente, com o carro estacionado na frente da área de casa, porque a gente não tinha aparelho de som ainda. Lembro de ir com a minha mãe aos rodízios de pizza do pessoal do trabalho dela, com música ao vivo, e me enfiar no palco porque eu achava aquilo tudo legal demais. Eu lembro que tocava Whisky A Go Go e Era Um Garoto que Como eu Amava os Beatles e os Rolling Stone todas as vezes, e foi aí que eu comecei a gostar de música que tinha feito sucesso muito antes de eu nascer. Lembro das tardes em Goiânia, única época da minha vida que eu tive minha mãe em casa quando voltava da escola, e que a gente ligava o rádio, eu e ela, e ficávamos cantando aqueles sertanejos sofridos enquanto fazíamos faxina e morríamos de saudade de todo mundo que tinha ficado em São Paulo. Lembro de quando, alguns anos depois, meu pai começou a vender discos de vinil na feira. E o nosso barracão do quintal virou um acervo cheio daquelas caixas de plástico lotadas do tal “bolachão”, e de repente minhas brincadeiras de faz de conta, coisa de quem é filha única, passaram a ter trilha sonora. E eu conheci os Beatles. E os Rolling Stones. Gostei mais de Beatles. E do George, se quiserem saber. E entendi que a música era muito mais que sons e palavras harmônicas. Música era sentimento.
Foi mais ou menos aí que eu me frustei ao me dar conta que a banda que eu mais amava, eu jamais veria ao vivo.
Depois eu conheci o Chico, a Elis, o João Gilberto. E soube que música também era política. E era também força e resistência.musica-henn-kimEu fiquei muito tempo apegada aos meus velhos ídolos, que me confortavam e me eram familiares. Buscar coisas novas me parecia muito assustador, e eu queria mesmo era insistir naquilo que já me fazia bem. Eu já conhecia a sensação, e eu gostava dela.
Não faz muito tempo que eu descobri que há outras sensações. E que eu gosto de todas elas. Gosto também quando incomoda. Quando causa estranhamento. Quando no começo parece que não vai me dizer nada, e no fim, me diz muito.
E então aquela sensação de que eu era mesmo muito azarada por gostar de banda que nunca tocaria na minha frente foi substituída pela certeza de que na verdade eu posso ver um monte de gente tocando na minha frente. E que essas são experiências loucas e transcendentais. E incríveis.
E eu queria aprender a tocar alguma coisa. Acho que assim eu teria um pedaço daquilo em mim. Mais do que sentir aquilo, eu faria parte daquilo.
Esse fim de semana eu vi e senti muitas coisas (vi O Terno -duas vezes!-, Maglore, E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante, Marrakesh, gorduratrans e FingerFingerrr). Muito diferentes umas das outras, mas todas falaram com meu coração, de alguma maneira. Seja literalmente, com uma letra que diz tudo o que eu sinto, tim tim por tim tim, seja nas sensações, com uma combinação de sons que hora me arrepiava, hora me deixava tão à flor da pele que eu sentia que podia chorar a qualquer instante.
Eu tenho paixão por comunicar. Eu tenho um blog, eu sou jornalista, eu tenho um canal no YouTube, fica bem óbvio que o que eu curto mesmo é dizer o que eu sinto, o que eu penso, o que está acontecendo no mundo. E meu meio é a palavra.
Depois desse fim de semana, eu finalmente entendi porque a música é tão importante pra mim. Quando me faltam palavras, e eu não sei mais como expressar o que eu sinto, colocar pra fora tudo aquilo que enche meu peito e chega a sufocar, é aí que entra a música. Quando não sei o que dizer, deixo que a música diga por mim. Pra tornar mais palpável o que era abstrato ou confuso. Pra jogar pro universo algo que estava preso em mim. E posso continuar a comunicar. A me expressar. A processar tudo o que estava aqui dentro. Amparada por um monte de gente que também sente como eu. Através de gente que sente como eu. Graças a gente que sente como eu.

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Fui ali, mas já voltei

Eu voltei.

Se você não me acompanha lá pelo YouTube, talvez tenha pensado que eu tinha desistido do blog. Afinal, o último post é de 22 de julho, coisa de mais de um mês atrás. Mas não foi isso o que aconteceu. Resolvi me dedicar ao desafio de fazer vídeo todos os dias em Agosto, e isso me tornava incapaz de postar coisas inéditas aqui, também. Não dá pra fazer tudo, e eu demorei a aprender isso.

Lembram, já falamos disso outras vezes. Que eu me cobro demais -e quem não se cobra?- e acabo ficando mal com algo que era pra me fazer bem. Não quero mais isso. Estou, aos poucos, aprendendo que sim, escolhas te fazem colocar uma coisa em detrimento de outra. Eu falei bastante disso nesse vídeo aqui embaixo, ó:”

Agosto acabou, e depois de descobrir muita coisa sobre mim mesma e sobre minhas capacidades, estarei por lá 3x na semana, falando de basicamente tudo o que eu sempre falei aqui. Se cês acompanharam o VEDA (sigla em inglês pra ‘vídeos todo dia em agosto’), sacaram como vai ser, haha. Eu vou continuar por aqui, também. Não sei quantas vezes por semana, vamo sentindo? hahaha

Tem coisa que funciona melhor no texto, tem coisa que eu quero falar pra câmera. O próximo desafio é saber aproveitar os dois formatos, porque escrever é meu xodó e sempre vai ser <3

Aproveitando, todos os vídeos do VEDA estão nessa playlist aqui embaixo. Foi muito especial pra mim fazer isso e ficar tão mais próxima de todo mundo. Vídeo tem dessas, né? Parece que você fica mais próxima da pessoa, coisa doida.

Eu fiquei numa alegria lendo os comentários de todo mundo nos vídeos, porque foi meio tenso pra mim levar eu todinha pra lá. Sabem, eu sempre senti que o blog era meu porto seguro. Por mais exposta, por mais aberto, por mais ‘qualquer um pode entrar aqui e ler’, eu sempre tive e ainda tenho a sensação de que essa é a minha casa, (chez noelle significa isso, afinal de contas), e que aqui eu estou protegida. Ir pro YouTube com toda a minha bagagem, e falar olhando pra câmera um monte de coisas que antes eu só conseguia escrever sobre foi meio assustador. Foi me despir de todas as minhas seguranças. Foi como se eu subisse num palanque e falasse pra quem quisesse ouvir. Gente que já me conhecia e gente que simplesmente tava ali, passando. E fiquei muito feliz de como as pessoas reagiram. Eu me senti acolhida, e isso é especial. Aliás, achei meio surreal quando vi os números e percebi que fui assistida mais de 100 mil vezes em agosto. CEM MIL, MANO! Não é muito louco?

Foi doido, mas foi legal demais. Aprendi muito, sobre mim e sobre a plataforma. E aprendi também coisas técnicas, e hoje eu fico mó feliz de saber que consigo editar um vídeo na metade do tempo que eu levava antes do VEDA #pequenostroféus, haha!

E ontem teve vídeo novo. Aliás, todo domingo, terça e quinta teremos vídeos novos lá. Eu vou postar aqui também, mas ó, se assinar o canal vai ver antes <3

Esses são meus favoritos do mês que passou. Coisas, pessoas, canais, um pouquinho do que gostei muito em agosto. Ó todos os links aqui:

Bruna Tavares para Tracta Idéalia Gel Creme, Vichy

João – Submarine Dreams

HM Food & Café
R. Ferreira de Araújo, 1056

Cana da Mariri

Ana – Anaiaiá

É isso ;)

Beijos e até já!

coracao

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Gandaia

playlist balada

Sempre gostei de música e de festa, mas não de balada. Por muito tempo foi assim: a gente reunia os amigos, ligava o som, eu ia escolhendo as músicas (aham, sempre dava pitaco nas playlists), a gente dançava primeiro na varanda, depois no quintal, depois na chácara, na mesa… Entre amigos, umas dez, doze pessoas, bebidinha, e um ambiente em que eu me sentia muito tranquila e segura pra fazer o que me desse na telha.

No interior, balada sempre foi uma coisa meio igual, com músicas que eu não gostava muito, um público que não tinha nada a ver comigo e muito aperto. E eu não gosto de aperto. Gosto de espaço. Porque eu gosto de dançar.

Quando me mudei pra São Paulo, continuei achando que não gostava muito. Eu ia nas festas da faculdade, mas só nas da ECA, porque eu sabia que ia tocar as músicas que eu gostava, com pessoas que eu gostava e a bebida era muito barata. Mas eu também não fui em muitas, porque eu comecei a trabalhar cedo, e cada vez tinha menos ânimo pra me vestir, me arrumar, sair de casa, ficar na fila, etc etc etc.

Quando eu fiquei solteira, eu quis sair menos ainda pra balada (abre parênteses: eu falo “pra balada”, mas tem muita gente que fala “de balada” e eu nunca sei, fico confusa, fecha parênteses). A perspectiva de ir pra um lugar cheio de gente que eu não conhecia, sem a certeza de que eu ia me divertir, pagar caro pra beber e não gostar do que estivesse tocando me deixava com mais vontade de passar a noite inteira fazendo abdominal do que sair de casa. Eu tava em um momento em que eu queria fazer coisas certeiras, que me deixariam felizinha, tipo jantar com meus amigos, ver Netflix, comer pizza, ler um livro. E eu tinha preguiça. Muita preguiça.

gandaia playlist balada

Eis que ultimamente, contra todas as minhas expectativas, eu tenho gostado de sair. Não sei se é um novo momento, se são as companhias, se são os lugares que eu estou indo, mas me abri pra essa experiência da noite (oi, sou véia). Primeiro eu tive que me libertar desse preconceito de que todas as baladas/festas/lugares são iguais, com pessoas iguais, músicas iguais. Não são. Mas depois disso, tô me divertindo muito. E tô inclusive me libertando da ideia de que “tenho que me comportar de um jeito xis porque está cheio de gente desconhecida ao meu redor”. E daí, né? Vamos agir como a gente tiver com vontade de agir. Dançar se quiser dançar, ficar no cantinho curtindo a música se quiser ficar no cantinho, rodopiar se der na telha, descer até o chão. Vamos balizar menos o nosso comportamento de acordo com o olhar do outro. Se tiver olhando, mil beijinhos.

Um dos resultados disso é que muita gente me manda mensagem no snapchat (cheznoelle) perguntando qual a festa que eu tava ou que música era aquela que tava tocando -aham, sou a pessoa que faz snap de balada, mas é só por o dedinho na tela pra pular gente, sem grandes traumas- e pedindo pra fazer uma playlist. Quem me segue no Spotify já deve ter percebido que eu curto mesmo esse troço de fazer playlist. Eu fiz a Catorze, só com as músicas memoráveis da minha adolescência, e tem mais umas por lá, e aí montei essa aqui embaixo, batizada carinhosamente de Gandaia. Porque quando eu não estou ~na balada~ eu sou uma vovó de 64 anos que fala gandaia :)

Espero que gostem <3

Essa playlist é bem o momento que eu tô vivendo agora, as músicas que eu gosto de ouvir quando saio e que eu tocaria se fosse DJ de uma festa -de uma festinha indie-rocker, no caso, né. Aproveita que amanhã é sexta e já segue pra animar o fim de semana. Mesmo que consista em ficar em casa vendo Netflix, porque sério, muito amor.

Bisous, até depois!

{a foto é do Weslen Allen / I Hate Flash, eu e o Igor na festa ILHA}

coracao

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Na minha vida #32: tempo

Voltar de Mogi foi dureza. Não de Mogi, em si, mas voltar à rotina. Cê fica um mês fora e não tem como não sentir que tudo está diferente, ainda que exatamente igual. Sua cama está do mesmo jeito, suas coisas, no mesmo lugar, o trânsito continua caótico, o pôr do sol da sua janela ainda lindo, igual a todos os outros dias. No entanto, um mês se passou e as pessoas viveram todos aqueles dias, e histórias foram criadas, e você não estava ali. E parte de você se questiona o que teria sido diferente caso você tivesse feito parte dessas narrativas. Minha mente, sempre questionando.   Voltei e quis fazer parte de tudo. Matar todas as saudades, de uma vez, me sufocar de amor de gente que me faz muito bem, e me faz muita falta. Vivi alguns dos melhores dias dos meus 26 anos nessas últimas semanas. Saí, e saí, e saí, e lembrei como é bom conhecer gente, abrir espaço pra mais pessoas legais fazerem parte da minha vida, visitar outros lugares, vivenciar outras coisas. Tudo nesse clima de “estou me conhecendo” que contei aqui.

I go to loud places to search for someone to be quiet with 💥 📷 @ihateflash

Uma foto publicada por stephanie noelle (@chez_noelle) em

  Mas tudo isso tem seu preço: meu tempo. E vocês bem sabem como ele é escasso. Como eu vivo em dilemas de faço isso ou faço aquilo. No fim, não adianta, eu tenho as mesmas 24 horas que qualquer pessoa, independente da minha louca vontade de viver e aproveitar as coisas. Ou da minha preguiça, dependendo do dia. E meu trabalho, minha saúde, meu blog & canal, meus amigos, meu descanso, tudo tem que caber nessas diminutas 24 horas. Parece impossível. Às vezes é. Mas tem que acontecer.   No fim das contas, é tudo uma questão de prioridade. De colocar na balança o que eu quero muito agora versus o que eu quero no futuro. Não acho que seja um resultado óbvio. Até porque viver só de olho no que a vida vai trazer ali na frente é um jeito bem merda de viver. Porque o dia de hoje não vai voltar, você não vai reviver, então sim, eu acredito que há momentos em que devemos priorizar o agora em detrimento do futuro. E vice-versa. Saber viver é uma ciência meio exata, meio humana.  

parece que vai sufocar, mas não sufoca 🌃💙   Uma foto publicada por stephanie noelle (@chez_noelle) em

 coracao Ouvindo Cês já sabem que eu sou a mais atrasada nos hypes todos. Então só esses tempos que dei a devida atenção a uns nomes que todo mundo escuta há milhares de ano: Tame Impala e Arctic Monkeys. Eu sei, que 2015 da minha parte. Mas é isso aí, tô nessas. Fora isso, voltei a ouvir loucamente o Art Angels, da Grimes, que eu amo muito e já falei dela mil vezes lá no Petiscos <3

coracaoLendo Nosso clube do livro voltou! E estou lendo “Faça Acontecer“, da Sheryl Sandberg. Contei mais aqui nesse post, então se você quiser saber do que é o livro e entrar pro nosso clube, só clica aqui.

coracaoAssistindo A única coisa que eu poderia estar vendo nesse momento: todas as temporadas de Gilmore Girls, que estão, finalmente, na Netflix. Acabei de começar a terceira temporada, aquela do Jess, e nossa… só amor.

coracao Ansiosa para Minhas férias, que estão chegando. Não vou ficar de pernas para o ar, não vou viajar, mas tô ansiosa mesmo assim. Isso que dá ter tanto Capricórnio no mapa (eu sou sagitário, mas tenho mil planetas em capricórnio): fico ansiosa pra produzir mais.

  coracaoFeliz por  Tudo o que tem acontecido. Cada diazinho, cada momento, cada pessoa. Estar tão próxima da Isa e do Fê têm me feito um bem gigante, porque somos pessoas com pensamentos muito compatíveis não só na vida, mas no trabalho, e isso ajuda muito na hora em que eu preciso abdicar de estar com amigos, de ter vida social, pra poder trabalhar. Por ter a Taia ao meu lado me ajudando a superar bads, curtindo minhas conquistas, e mostrando que esse negócio de ter alguém pra chamar de sua “pessoa” (como nos ensinaram Meredith e Christina em Grey’s Anatomy) é real mesmo. E por ter, mais uma vez, uma prova de que têm pessoas na nossa vida que, não importa como elas chegaram, ou há quanto tempo, foram feitas pra estar ali, ao seu lado, tipo uma pecinha de um quebra-cabeça, que de repente, se encaixa ali num pedaço e a figura toda fica muito mais interessante, né Igor?

duplinha no remelexo 👯 @igorfventura Uma foto publicada por stephanie noelle (@chez_noelle) em

 coracao Pensando sobre O que é que eu tenho que aprender agora. Pra onde ir, se eu pego a estradinha à direita ou à esquerda. O que vai me fazer mais feliz ou me machucar menos. Ou me arrepender menos. Se eu fico, ou se eu vou. É, todo dia, a quase todo momento, eu me faço essas perguntas. Até agora, nada decidido e a cada momento eu acho que vou fazer uma coisa diferente. Acho que, no fundo, eu sei o que tenho que escolher. Eu só estou adiando o momento em que a ficha vai cair. 

coracao

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