Uma mudança grande \o/

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Falei que tinha mais novidade pra contar, né? Pois bem! Saí da Glamour e segunda-feira começo lá no Petiscos, uhuuuuul!

Quem me acompanha pelo instagram, twitter ou facebook já deve saber, mas tinha que contar aqui também, né :)

Tô muitíssimo animada com a mudança, e sinto que várias coisas legais vão acontecer esse ano ;)

Queria agradecer a todo mundo que me desejou coisas boas pra esse ano porque tá super funcionando <3

Ah, vou aproveitar o post tipo "novidades" pra contar que vocês gostaram tanto do vlog que postei que estou fazendo mais!

Então é isso!

Bisous mil e bom fim de semana pra vocês!

coracao

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É 25, é 25!

Faz pouco mais de um mês que comemorei, ao lado de David e Augusto (eles fazem aniversário dois dias depois de mim), meus 25 anos.

Tenho essa tradição de comemorar aniversário todo bendito ano, graças a minha mãe, que ama comemorar o dela, faça chuva ou faça sol. Por mais que as pessoas digam que com o tempo a gente simplesmente não quer mais comemorar, minha mãe vai contra tudo isso. Esse ano ela faz 44 anos e tá ansiosíssima pela comemoração. Brigada, mãe, por ter me ensinado a amar meus aniversários :)

E desde que nós três começamos a comemorar juntos, nossas festas têm temas. É tão divertido! Aí a gente faz o convite, a decoração e às vezes  traje todo baseado no tema. Eu adoro :D

Todo ano eu digo que a festa foi melhor do que o ano interior, e é sempre verdade. Esse ano, no entanto, foi transcendental. Foi mágico, foi delicioso, foi incrível mesmo. A gente reuniu parentes e amigos (com a falta sentida do meu pai e de um dos meus melhores amigos, o Fer), conseguimos fazer to-do mundo dançar, teve show, teve mojito & cuba livre, teve forró, indie, rock e pop, teve muitos amigos amados e a certeza de que é isso que importa. Estar rodeada de gente maravilhosa, que nos quer bem, nos faz bem e que a recíproca é muito verdadeira.

stephanie25
stephanie25_01Augusto, David e Matheus, três dos meus meninos preferidos no mundo

stephanie25_02:D

stephanie25_18Tigrinho, pros íntimos hahaha

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stephanie25_04Rafa, Marina, Lucas e uma Stephanie ~curtindo a música~ 

stephanie25_05me fazem um bom gigantesco

 

stephanie25_06mulheres da família: mãe <3, a comadre Mariana, a sobrinha Helena, a cunhada Mariana, euzinha, a sogrinha Célia, a cunhada Carol, a sobrinha Maria e a cunhada Thaio :)

aniversario25_novo2Lucas, o latin lover :D

stephanie25_03a mais especial 

stephanie25_09minha vovó Jandira, mãe da minha mãe e minha madrinha :)

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mais família <3 Na fileira de cima, Jéssica e o namorado Gunther, e embaixo, Júlia, Victória, Dellis e Bianca :) 

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e mais família aqui :D Na frente a Goreti e o Toninho, minha mãe Beth, minha prima Marcela e minha tia Nina, minha vó Jandira e do lado dela minha vovó Santa, mãe do meu pai, e a Samara <3 

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stephanie25_12Rafa Ciscati, esse maravilhoso amigo

stephanie25_13Karen, Carol e Ariane, três belas :D

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stephanie25_17

 

stephanie25_14

stephanie25_10<3

Todas as fotos desse post são da Babi

{Top & Blazer Topshop}

{Saia Zara}

 Espero que tenham gostado :)

Bisous e até mais!

coracao

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E as mulheres no cinema?

Eu AMO filmes. Mais do que isso: eu amo filmes com personagens femininas interessantes, com histórias bem construídas e enredos bons. Mas é só parar pra pensar pra notar quão difícil é achar filmes assim. Em sua grande maioria, os filmes apresentam mulheres que muitas vezes não tem nem nome. Ou algo pra falar que não homens. Muitas das vezes as mulheres estão ali só pra serem vistas. Simples objetos de apreciação, infelizmente.

Existe um teste, chamado Bechdel, criado por uma cartunista na década de 80, a Allison Bechdel, que avalia a presença das mulheres nos filmes. E pra passar no teste um filme tem que ter só 3 coisinhas:

#1 – Duas mulheres com nomes.

#2 – Uma conversa entre essas duas mulheres.

#3 – Essa conversa ser sobre algo que não seja um homem.

bechdeltestAqui tem uma listona de filmes que passam com dignidade no teste de Bechdel

Vejam bem: o teste nem chega a avaliar a profundidade das personagens femininas, se é um filme bom ou ruim, muito menos se é feminista. E é surpreendente a quantidade de filmes que simplesmente não passam no teste. Que não apresentam ao menos duas mulheres que interagem uma com a outra e o assunto não seja um homem. Não é um absurdo? O quão ridiculamente retratadas nós somos?

Eu tenho várias amigas. E falo com elas diariamente. E na maioria das vezes o assunto não é sobre homens (ou relacionamentos em geral). E creio que a maioria de vocês aí passam pelo mesmo. Então por que raios é tão difícil encontrar filmes em que as mulheres sejam representadas como de fato elas merecem?

Esse ano o Globo de Ouro foi incrível. Com duas mulheres geniais como apresentadoras, Tina Fey e Amy Poehler, e muitas outras mulheres geniais sendo premiadas, com discursos empoderadores e necessários, foi um prêmio que valorizou as mulheres. Classificado em um montão de artigos como uma premiação feminista e super #GIRLPOWER (dá pra ler alguns aqui, aquiaqui, aqui, aqui e aqui). Que aceitou que sim, histórias femininas valem a pena serem contadas. Que reconheceu o talento na frente e atrás das câmeras, que valorizou a diversidade, que mostrou que é completamente possível fazer humor sem ser sexista.

golden globes(imagem retirada daqui)

O Oscar ainda não aconteceu, mas mostrou a que veio em sua lista de indicados: Todos os 20 indicados a Melhor Ator/Atriz e Melhor Ator/Atriz Coadjuvante são brancos. E não há uma única mulher nos indicados a Melhor Diretor (nem a Ava Duvernay, diretora de Selma, indicado como Melhor Filme), Melhor Roteiro e Melhor Fotografia.

E nos indicados a Melhor Filme, apenas histórias sobre… homens. “Sniper Americano” é sobre um atirador da Marinha, “Boyhood”, como o próprio nome diz, é sobre a vida de um garoto, “A Teoria de Tudo” conta a vida do Stephen Hawking enquanto “O Jogo da Imitação” é sobre a vida de Alan Turning. “Whiplash” é sobre um baterista e seu mentor. Ambos homens. “Selma” é a biografia em filme do Martin Luther King. “Birdman” é sobre um cara e sua carreira. “O Grande Hotel Budapeste” tem um elenco gigantesco e poucas mulheres – nenhuma interage entre si, aliás. Histórias interessantes, sem dúvida nenhuma. Que valem a pena serem contadas, com certeza. Mas é meio assustador notar esse tipo de coisa. É muito assustador notar que a indústria cinematográfica não considera que histórias sobre mulheres mereçam ser contadas. Curiosidade: dos oito indicados, apenas dois passam no teste Bechdel: Boyhood (a Patricia Arquette, que faz a mãe, tá maravilhosa!) e Selma.

Filmes como “Para Sempre Alice”, “Cake”, “Big Eyes”, “Garota Exemplar” e “Livre” foram ou ignorados ou fizeram aparições tímidas na lista da Academia. Todos com histórias fodas de mulheres fodas.

Eu amo cinema. Eu vou ao cinema e assisto filmes em boa parte do meu tempo livre. Mas é muito triste ver como nosso gênero é tão mal retratado nas telas e tão pouco valorizado por seu trabalho nelas. A gente merece isso. Papeis femininos fortes e interessantes inspiram e empoderam mulheres e meninas. Uma mulher recebendo uma estatueta por seu trabalho pode parecer banal. Mas a gente bem sabe que quando uma de nós é aplaudida e reconhecida, todas nós somos também.

A Maggie Gyllenhaal falou algo lindo no seu discurso quando recebeu o prêmio por Melhor Atriz em “The Honorable Woman”: Tenho notado um monte de pessoas falando sobre a riqueza de papéis sobre mulheres poderosas na televisão ultimamente. E quando olho ao redor, para as mulheres que estão aqui, e eu penso sobre as performances que eu assisti este ano, o que eu vejo, na verdade, são mulheres que às vezes são poderosas e às vezes não, às vezes são sexy, e às vezes não, às vezes são honradas e às vezes não, e o que eu acho que é novo é a riqueza de papéis para mulheres reais na televisão e no cinema. Isso é o que eu acho que é revolucionário e evolutivo e é isso o que me excita”.

Eu quero mais filmes assim nos cinemas. Eu quero muito mais filmes assim sendo reconhecidos. E ganhando prêmios. E mulheres tendo a chance de falar coisas muito mais interessantes e relevantes do que a marca do vestido que elas estão usando em cerimônias assim.

 Bisous e até mais!

coracao

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Meu primeiro vlog!

Gravei um vlog! Já tinha gravado alguns em viagens, mas nenhum assim, no dia a dia, vida real, as coisas como elas são. Aí Helô e Dani me convenceram a começar a gravar. Fiz um curtinho, espero que gostem.

Estou de “férias” essa semana, aqui no interior, e tô gravando um pouquinho das coisas que estou fazendo. Aí posto mais pro fim da semana, se vocês curtirem esse formato :)

É isso!

Bisous e boa semana!

coracao

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In my life #17

Faz um tempo que não tem essa seção por aqui, né! E gente… Minha vida deu um giro de 360˚ do fim do ano pra cá.

A primeira grande coisa que já posso contar pra vocês é que mudei de casa. Estou escrevendo do meu quarto novo, num apartamento com outros três roomies. Sim, vim morar com três meninos – praticamente desconhecidos. Pra encurtar a história, precisava mudar de casa porque o cara que havia alugado o anterior pra mim estava morando fora, e agora ele está de volta. E eu achei esse meu novo pelo Easy Quartos (olha o jabá gratuito, haha), um site que eu achava que não servia pra ninguém, mas olha, serviu! Nunca morei com meninos, não tenho irmãos, então achei que valia muito ter essa experiência na vida.

Engraçado que quando conto pras pessoas, as coisas que mais ouço são: “Nossa, não imaginava você indo morar com garotos, você é tão delicada” (dica: não sou) e “E o David, deixou?!?”, e vocês bem sabem que eu não lido bem com comentários machistas assim, haha.

Fora isso, que já é uma grande mudança nesse ano que mal conheço e já considero pacas, tenho mais uma graaaande mudança, mas conto um pouquinho mais pra frente. Tem muito a ver com o que falei no último vídeo (pra ver, clica aqui), e tô empolgada em níveis estratosféricos. Falo mais disso lá embaixo ;)

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coracaoLendo… O livro da Lena Dunham, o “Não Sou Uma Dessas” (já posso começar falando que o título me irrita muito? rs). Tô mais ou menos na metade e é não tenho muita opinião formada… Têm horas que eu acho ok e horas que eu não gosto nadinha, mas só agora peguei no ~ritmo~, tava meio que deixando ele de lado. Quero terminar essa semana ainda e aí conto pra vocês.

coracaoAssistindo… Tô amando profundamente “The Good Wife”. A Alicia Florrick é uma mulher foda demais, a história de todos os episódios são bem feitas, tem o Mr. Big, tem Direito (um dos meus melhores amigos é advogado e adoro ouvir as histórias). Antes das férias tava num caso de amor com American Horror Story, que nunca, nunquinha, imaginei que fosse conseguir ver. Tô na segunda temporada (tava, né, dei uma paradinha)!

coracaoOuvindo… As playlists do Spotify! Não sei porque demorei tanto pra me render a esse serviço maravilhoso, mas faz mais de um mês que assinei o premium e tenho só escutado as playlists já prontas. Minhas preferidas? “Treino Anos 80″, que escuto quando vou correr, “Coração Partido”, porque eu amo uma música de fossa (juro!) e as de rock :D

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coracaoFeliz por… Minha vida estar “voltando aos eixos”, mesmo com tudo tão diferente. Como falei no vídeo e no post sobre 2014 (clica aqui pra ler), eu estava num estado de angústia e não conseguia enxergar muito uma saída praquilo que eu estava sentindo. Bom, enxerguei. E estou construindo uma nova vida esse ano, muito mais focada no que me faz feliz de verdade do que naquilo que me proporciona certo “status”, mas é vazio de significado, pra mim. Tô feliz porque tô vendo que o que eu busquei, no fim do ano passado, e as coisas que apostei e o caminho que eu escolhi, estão me levando pra onde eu quero :)

coracaoPensando sobre… Dinheiro, haha! Como contei no post sobre meus projetos, esse ano não dá pra viver como ano passado, com as contas sempre no limite, tendo gastos bobos e sem guardar nada. Hoje eu fiz uma coisa que odiava fazer, que era olhar meu extrato e anotar tudo o que poderia ter economizado, pra ver pra onde o dinheiro tava indo. Enfim, foi uma sofrência (haha, love Pablo), porque quando a realidade bate a gente sofre, né? Mas não dá mais. Quero guardar dinheiro, quero viajar, quero cozinhar mais e receber mais meus amigos em casa e ir mais na casa deles e… que venha o Poupa Noelle pt II!

coracaoAnimada por… Essa experiência na casa nova! Muita gente disse que vai ser ótimo pra mim, e eu acho que vai mesmo. Ah, cês não sabem: o quarto aqui é metade do tamanho do anterior. Fiquei meio apreensiva no começo, tipo “ahhhhh, não vão caber minhas coisas”, mas depois me toquei: por que raios preciso disso tudo? Um monte de tralha que só ocupa espaço, um monte de roupa que nunca mais vou usar, um monte de produto de beleza parado e sem uso que posso dar pras amigas… Já tô preparando uma malona de coisas pra mandar lá pra minha lojinha do Enjoei, pra também juntar um dim dim, né.

ferias021. No ano novo, que passei na casa da Babi, só entre amigos, e que foi o melhor ano novo da minha vida. Tão, tão bom estar por perto de quem nos quer bem e de quem a gente ama, né? Dá um ânimo completamente diferente pra começar tudo – de novo. Aqui, eu, Babi e Tamara // 2. Eu adoro a desculpa de “ano novo” pra comprar coisinhas novas de papelaria, além da agenda, que sempre compro. Aliás, eu sempre compro, e sempre meio que abandono em algum momento do ano. Daí volto a ficar toda desorganizada. Mais alguém passa por isso?

ferias03

 

1. Minha sobrinha, Helena, toda serelepe <3 // 2. O #dujour de uma sexta feira muito quente, que eu ignorei e fui trabalhar toda de preto. Não dá pra ver na foto, mas… a saia é de couro! Haha, veja se tem cabimento! E eu ainda pego metrô + trem, ando um monte (aquela baldeação da linha verde pra linha amarela compridaaaaaa, aquelas escadas intermináveis na estação Pinheiros…), passei o maior calor, óbvio. 

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1. Me despedindo da minha varandinha no apartamento antigo, vou sentir muita muita falta… // 2. Essa foto é antiguinha, da minha festa de formatura, e postei no dia em que fizemos sete anos de namoro <3ferias05

 1. Me divertindo com a produção de moda de alguma foto da Glamour (o ar condicionado dentro da redação é tão forte que super daria certo ficar com algo assim durante o expediente, haha). // 2. Fui desafiada a fazer o #StopDropSelfie e estava no meio de uma pauta, fazendo fotos na companhia da Larissa Felsen, outra fotógrafa mara, que fez a capa da Juno (e faz várias coisas pra Glamour, é nossa fotógrafa honorária já).

Bisous e boa semana!

coracao

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19 perguntas pra 2014

Eita que o ano tá a todo vapor e eu ainda falando de 2014, rs! Cês me perdoam? É que eu vi essa TAG no canal da Dani (Noce) e depois no da Helô (Dela Rosa) e fiquei com muita vontade de fazer. São 19 perguntas (eu pulei uma, a que falava de marido) sobre como foi esse ano que acabou de dar tchau.

Como eu falo, né? E olha que cortei, cortei, cortei, porque no original eram 43 minutos HAHA!

Espero que cês tenham gostado!

Bisous e bom fim de semana!

coracao

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São sete anos.

Essa semana eu e David completamos sete anos de namoro. Parece muito! E é, né? Estamos mais perto de dez anos do que nunca, afinal, haha.

Engraçado que nunquinha me imaginei assim. Lembro como se fosse hoje, do meu ex-namorado me falando que eu nunca estava satisfeita com as pessoas. Que do mesmo jeito que eu havia “enjoado” dele, eu “enjoaria” do David. Tipo uma maldição, rs. Eu sou sagitariana, né. E eu realmente tenho essa sede por coisas novas, diferentes, e por vezes me canso fácil de situações. Eu tô sempre querendo experiências novas, vivências novas, querendo sentir o sangue correndo nas veias. E eu achei mesmo, por um tempo, que o ex tava certo. Que a qualquer momento eu “enjoaria” de David e partiria pra outra. Ainda mais na fase que eu tava: entrando na faculdade (de Humanas!), mudando de cidade, começando um novo emprego.

Porém, sete anos depois e não consigo nem imaginar minha vida sem o David nela. David, esse menino que virou homem enquanto a gente se conhecia e se amava e se admirava (assim mesmo, mutuamente), esse ser humano especial, calmo, quietinho, tímido, que nunca fala alto com ninguém e nunca, nunca, nunca fez ninguém se sentir mal. Ou magoou alguém deliberadamente. Esse exemplar da espécie humana que é o oposto de mim em muitos aspectos, na maioria desses que “todo mundo enxerga” (e veja só, também é sagitariano), mas que é minha dupla em tudo o que importa  – pra nós.

Quando eu penso no meu primeiro namoro, e no porquê de não ter dado certo (além do fator “o homem da minha vida surgiu no meio do caminho”), eu não preciso ir longe. Sei exatamente porque era infeliz: eu não podia ser eu mesma. Ele queria me mudar, queria me moldar. Cortou minhas asinhas desde o começo.

Quando conheci David, e começamos nossa história, a mesa virou. E eu, por um tempo, quis mudar quem o David era. Mas a tática dele me pegou de surpresa. Ele foi me mostrando que eu podia abrir minhas asas e voar, que eu não precisava ser nada diferente daquilo que eu era. Era tão maravilhoso ser eu mesma que entendi que era maravilhoso ele ser quem ele era. Mesmo muito diferente de mim. Ele me amava em todas as minhas falhas, minhas loucuras, meus defeitos, meus toques, meus gritos, meus destemperos. E me amava também quando eu estava no meu melhor. Enquanto brilhava meus olhos com quem eu podia ser.

Eu sempre digo a ele que minha vida mudou quando eu o conheci porque eu me conheci de verdade. E fazendo isso ele me mostrou que não há porque querer mudar alguém. E quando entendi isso, nunca mais tive medo de “enjoar” dele. Porque eu não sei quem ele é por completo. Todo dia eu descubro uma nova faceta dele. Do mesmo jeito que ele descobre uma minha. Sete anos depois e sim, eu ainda me surpreendo. No meu aniversário de 25 anos ele me disse “a vida ao seu lado nunca é um tédio”. E eu fiquei pensando um tempão nisso. E me peguei pensando em todas as fases que poderiam ter feito com que a gente terminasse. Que a gente seguisse por caminhos separados. E não aconteceu. E depois, deitados na rede parecendo dois vovôs de 80 anos, filosofando sobre a vida, eu falei isso pra ele. “Qual o nosso segredo? Por que a gente dá tão certo, será?”.

Quando entrei na ECA, tinha um ditado que viviam me falando: “o que o amor constrói, a ECA destrói”. É tanta coisa nova, que realmente, muita coisa muda. Eu vi muita gente terminando relacionamentos, começando outros ou só curtindo mesmo. Pra mim, a faculdade é um grande laboratório onde a gente é exposto a todas as coisas do mundo, das mais malucas as mais corriqueiras. Normal que a gente se descubra perante tudo isso. E talvez siga por um caminho que não tenha mais nada a ver com o caminho da pessoa que tá ao nosso lado.

E pensando nisso tudo, eu entendi um pouquinho mais do amor que compartilho com David. Enquanto a gente caminha, lado a lado, a gente solta as mãos às vezes. E dá espaço. E assiste de camarote o outro conhecendo mais da vida. Aprendendo coisas novas, tendo experiências diferentes, se inspirando com o mundo todo que nos rodeia. E depois a gente compartilha tudo isso. E dá as mãos de novo. E segue mais um pouquinho.

David me faz muito feliz. Mas minha felicidade também vem de outros lugares, outras coisas, outras pessoas. A dele também. Mas no fim do dia, a pessoa com quem eu mais quero compartilhar tudo o que vivi é com ele. Pra gente o importante não é só “fazer o outro feliz”. Mas ser feliz ao lado do outro. É estar feliz e escolher estar com o outro pra compartilhar tudo isso.

david-e-noelle

Bisous (hoje especiais pro David <3),

coracao

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Calendários belos pra 2015

Como vocês já devem ter percebido, eu tô nessas de me organizar esse ano. E uma coisa que incorporei na minha vida no fim do ano passado e realmente me ajudou foram os calendários de planejamento mensal, com espaço gorducho pra gente escrever em cada dia.

O mais legal é que tem uma porrada desses internet afora, todos de graça (legalmente!), muito belos e pra todos os gostos. Ano passado eu usei os que a Cami Faria, do Não Me Mande Flores, disponibilizava, mas esse ano acabei indo procurar no Pinterest (me segue por lá!) e achei vários ótimos. E sabem o que eu achei também? Que seria legal vir aqui e divulgar essas belezinhas pra vocês. Assim todo mundo consegue se organizar um pouquinho melhor nesse ano.

Selecionei os meus preferidos, e pra baixar é só clicar em cima de cada um e você vai ser redirecionado pro site original do calendário. Por lá, procure o link escrito “download” e imprima bem lindo :)

calendarios

Free_Printable_Calendar_2015_Long(2){pra baixar, clique aqui}

2015printcalendar-5

2015printcalendar-8{pra baixar, clique aqui}

printablecalendar2015_blog{pra baixar, clique aqui}

Januari kalender Elske 2015 v{pra baixar, clique aqui}

calendardownload{pra baixar, clique aqui}

Print{pra baixar, clique aqui}

Calendar-and-Meal-Planner-Printables-Vertical-600x800{pra baixar, clique aqui}

Esse aqui tem tudo pra você fazer uma agenda toda! É o máximo:

calendar_free{pra baixar, clique aqui}

promo-calendar2{pra baixar, clique aqui}

calendrier-janvier-2015-zu{pra baixar, clique aqui}

calendar

{pra baixar, clique aqui}

UPDATE: O Phellipe, do Coisas Boas Acontecem, me contou que a Karen, do E aí, Beleza?, também disponibilizou um calendário free pra 2015, com o lettering dele e ilustras do Vitor Martins. Ficou uma graça, então vou linkar aqui também :)

calendario-2015-para-impressao-imprimir-em-casa-4{pra baixar, clique aqui}

UPDATE 2: A Cami, do Não Me Mande Flores, publicou não só o calendário de Janeiro, mas do ano todo <3 Corre lá baixar!

planejamento{pra baixar, clique aqui}

Qual vocês mais gostaram? Eu já escolhi o meu :)

Bisous e até mais!

coracao

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E os meus projetos?

Ano passado eu embarquei em dois projetos diferentes, o Poupa Noelle, a versão II do meu Projeto Pé de Meia, e o 25 antes do 25. E eu vou ser absolutamente honesta com vocês: eles não saíram como planejado.

Um pouco por conta da loucura do ano, dos meus muitos altos e baixos e dos dias que eu só queria ficar em casa, sem fazer absolutamente nada, um pouco por minha culpa. O Poupa Noelle, aliás, estava rolando muito bem na questão de não comprar roupas até dezembro (meu aniversário), mas a outra parte do projeto, de não sair tanto pra comer fora, cozinhar mais em casa, usar menos táxi e mais transporte público, deixou bastante a desejar. Tanto que estou aqui quebrando a cabeça pra pensar num novo formato pra ele, porque esse ano eu preciso me organizar muito melhor e botar ordem nas minhas finanças, algo que eu tento, tento, tento e nunca consigo.

happy

Nos meses que fiquei sem comprar nada (foram quatro), eu, de alguma maneira, conseguia gastar o dinheiro em outras coisas, de maneira diluída, tanto que nem percebia. Quando via, pronta, lá estava eu preocupada com dinheiro de novo. Meu namorado já até falou que acha que eu nunca vou mudar, mas não é muito questão de querer, mas de precisar. Ou eu boto ordem ou eu vou ficar pra sempre gastando dinheiro com coisas irrelevantes enquanto o mundo todo fica aí, sem ser descoberto por mim, sem ser visitado por mim, sem ser explorado por mim :( Isso pra falar só de uma coisa que eu gostaria de fazer mais. Há muitas outras!

Se vocês tiverem sugestões, tanto de formato pro Poupa Noelle esse ano, como de maneiras de conseguir organizar melhor o dinheiro, por favor, sintam-se em casa pra comentar. Eu realmente quero mudar e melhorar.

Já no 25 antes dos 25, mesma coisa do Poupa Noelle. Uma mistura do universo não conspirando ao meu favor (comecei em Outubro, também conhecido como “o mês em que eu mais fiquei maluca na vida”) e euzinha dando desculpas de “hoje não posso por…”. Fiz várias coisas, mas não fiz tudo. Mas as coisas que fiz me deram uma alegria tão grande! E justamente aquela sensação de estar fazendo algo por mim, e não pelos outros. Que eu estava sentindo aquilo, vivenciando, criando memórias. Foi muito, muuuito legal mesmo. Até meus amigos entraram na onda e ficavam me incentivando. Tanto que a lista de coisas que eu quero fazer cresceu. Pra mais de 25, haha! E como não consegui cumprir tudo, coloquei tudinho na minha listinha de coisas que quero fazer esse ano.

oportunidade

2013 passou voando. 2014 então, nossa, pegou carona no rabo de um cometa. E por muitas vezes eu senti que não estava vivendo, só estava passando pelos dias. Acordando, indo trabalhar, voltando, dormindo, acordando… E é tão diferente (pra mim, pelo menos) quando eu sinto que VIVO, que estou aproveitando e descobrindo minha vida. Eu viro outra pessoa. Muito mais feliz, claro, haha. E quando a gente faz coisas novas, descobre outros jeitos de viver, parece que nossa mente vai desabrochando, né? Que vai crescendo, se expandindo, enxergando muito mais além do que tá bem aqui na nossa frente (pausa pra ler essa frase fora desse contexto e alguém achar que eu tô usando substâncias ilícitas haha). Enfim, foi maravilhoso fazer as coisas que eu fiz (vou contar em outro post), mas eu quero mais. E quero fazer nesse ano. Eu tenho certeza que 2015 vai ser um divisor de águas na minha vida  – por ser meu Ano Pessoal 1 e por eu ter essa intuição muito forte me dizendo isso – e quero fazer esse ano muito mais especial do que o que passou. Que não foi bom, já contei. Então o projeto não morre aqui, ele vai crescer e se espalhar por todo o ano. Vou contar tudinho já já, em outro post.

flores2

Eu sei que algumas pessoas podem pensar “mas nossa, ela não conseguiu cumprir nenhum dos dois direito”, e bom, eu sou a primeira a falar isso pra mim mesma. Mas eu prefiro ser sincera e vir aqui e contar que não, não aconteceu do jeito que eu imaginava. E vou tentar de novo. E de novo, e pra sempre se for preciso. Porque eu acredito que a gente sempre pode aprender com os erros e tentar ser melhor. E não tem prazo pra isso. E nem limite de vezes, né?

Bisous e boa semana pra gente!

coracao

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Arquivado em Diarinho, Pé de Meia, Pensando

O que eu aprendi com 2014

Eu sou uma pessoa que acredita. Eu acredito em Deus, acredito em energias, acredito em pensamento positivo, em numerologia e astrologia. Eu acredito. Me traz conforto e muitas vezes me traz respostas. 2014 foi um ano de muitas perguntas. Muitas, mais do que nunca. Foi o ano do “por que isso tá acontecendo comigo?”. Foi o ano do “o que eu quero pra mim?”. Foi o ano do “qual é a entrega que eu quero fazer pro mundo?”. Foi o ano em que eu mais me perguntei se estava no caminho certo. Foi o ano em que eu mais questionei o que significava ser feliz.

Um dia, numa crise gigantesca de infelicidade e angústia e não saber pra onde correr, a Babi, essa minha amiga e anjo da guarda, me disse que eu estava no meu Ano Pessoal 9. Coisas de numerologia, sabe? Fui atrás, li sobre e… de fato, estava no tal ano 9. Que precede o ano 1. Ou seja, o ano em que os forninhos caem, pra que no seu ano 1, tudo se reconstrua. Tudo vem abaixo, as forças são testadas, o tempo inteiro têm coisas acontecendo pra te pôr na parede e falar “e aí, vai reagir ou o quê?”. Foi quando comecei a olhar por esse ângulo que tudo começou a fazer mais sentido. Mesmo pra quem não acredita em nada disso. Quando as coisas todas estão dando errado, talvez seja hora de repensar meio que toda a sua vida. 2014 foi esse ano. De pensar, repensar, reforçar e, mais difícil de tudo, deixar ir.

Eu tinha essas ideias pré moldadas na minha cabeça, de como seria a minha vida aos 25 e do que eu queria fazer e de como eu queria que tudo estivesse. Eu tinha sonhos no começo de 2014 que foram realizados. Mas que não são mais os sonhos que eu quero viver. Tinha sonhos ainda não concluídos que de repente (mentira, não foi de repente, foi num processo) não fazem mais sentido pra mim. E muitos sonhos novos foram sonhados.

2014 foi o ano de entender que a gente muda. Às vezes muito mais rápido do que a gente imagina. E que o que fazia sentido num dia pra gente, não faz mais no outro. E que tá tudo bem se decepcionar com coisas que queríamos muito. Mas que não tá tudo bem continuar insistindo naquilo que não te faz bem. Se te decepcionou,  se não te faz tão feliz quanto um dia fez, se te faz mal, se faz você fazer mal aos outros, é hora de ir embora. Mais do que isso, foi a hora de descobrir o que me faz ser uma pessoa melhor.

Nesse 2014 eu senti angústia, tristeza e um desespero como nunca havia sentido.Eu senti que não tinha lugar no mundo pra mim. Mesmo com todo mundo que eu amo bem pertinho de mim e me ajudando a criar meu “muro do amor” contra o baixo astral (hehe), eu acordava infeliz e dormia infeliz. Por não saber. Por não ter respostas, por não entender que eu podia sim escolher outros caminhos. Que se a vida não está pronta pra mim, que se as coisas não são do jeito que eu quero ou se não existem possibilidades à primeira vista, eu posso criar. Eu tenho que criar. Ou eu vou ficar pra sempre sofrendo frustrada e infeliz por não ter tido a coragem de fazer diferente.

Eu não precisava seguir caminhos já trilhados ou expectativas de outras pessoas ou as minhas próprias. Porque eu sou cheia de expectativas comigo mesma. Eu exijo de mim de um jeito que nem sei explicar. A Stephanie de 20 anos sonhou com um Stephanie específica aos 25. E eu não queria decepcionar a mim mesma. Mas a Stephanie de 20, de 15 ou aquela bem pequenina mas com bochechas tão grandes quanto as de hoje jamais iria querer viver com frustração e com a sensação de quem não está vivendo a vida que vale a pena ser vivida. Eu preciso sentir que estou vivendo. E que eu seja alguém de quem eu me orgulhe, se não todos os dias, pelo menos na maioria deles.

Meu maior empecilho sou sempre eu mesma. Que tenho muito medo de fracassar. Em tudo. E estou aprendendo a lidar com isso. A ir, mesmo com medo. A fazer, mesmo com medo. A mudar de ideia, mesmo com medo.

No fim de 2014 eu entendi que precisava desse ano. Entrei nele uma pessoa completamente diferente do que saí. Minha vida virou tantas vezes de cabeça pra baixo, sem nunca voltar a ficar no eixo, que acho que aprendi um pouquinho mais e fiquei um tantinho mais forte. Se tem uma palavra pra descrever esse ano, essa seria “aprendizado”. Com coisas boas e com coisas ruins. Mas com experiências. Eu precisava passar por esse ano pra descobrir a pessoa que eu quero ser. Eu tive que chegar bem pertinho, mas bem pertinho mesmo do abismo pra voltar pra trás e falar “isso é o que eu não quero ser de jeito nenhum”. Eu tive que conviver com muita gente pra saber direitinho quem são aquelas que quero por perto e quem são aquelas que não, obrigada. Eu fiz muita coisa ruim pra dar valor e descobrir quais são as boas (que eu fiz e que quero continuar fazendo). Eu aprendi o valor das minhas escolhas e qual o preço pra chegar a determinados lugares. E descobri que sou capaz de pagar bem pouco, porque no fim, o melhor de 2014 foi ver que o que eu quero pra mim nada tem a ver com status, com dinheiro, com posses ou com títulos. O que eu quero pra mim tem absolutamente tudo a ver com o que eu sinto quando meus amigos estão do meu lado, com o que eu sinto quando eu leio um comentário no blog, com o que eu sinto quando meu namorado me olha com a carinha fofa dele, com o que eu sinto quando minha mãe fala o quanto ela tem orgulho de mim, com o que eu sinto quando sento pra tomar um cafézinho com as minhas tias.

Eu tive a pior experiência da minha vida em 2014. Mas junto dela vieram as melhores experiências também. Estive rodeada de gente muito especial (mais do que nunca), fiz viagens incríveis, escrevi coisas das quais me orgulho, saí do crusp, me formei na usp, criei a Juno (a coisa mais incrível da minha vida), tive um monte de experiências novas, conheci muita gente. Não posso dizer que 2014 foi o pior ano da minha vida, mas foi de fato um dos mais difíceis. Mas ele se foi deixando um legado que tenho que agradecer, mesmo. Se foi deixando a certeza de que depois da tempestade, vem sempre um arco-íris. E eu sei que 2015 vai ser assim pra mim.

happy new year

Bisous e um 2015 fenomenal pra todos vocês. E obrigado por serem tão maravilhosas e maravilhosos.

coracao

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blogloving

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