Com vocês, Jout Jout!

jout jout
Acho que de fato jornalista gosta de compartilhar coisas que descobre por aí haha. Faz pouco mais de um mês que eu não faço outra coisa senão estar obcecada em um canal específico no youtube: o da Jout Jout. O melhor de tudo vocês não perdem por esperar. A Jout Jout é brasileira, lá de Niterói, faz vídeos curtinhos mas MUITO divertidos. Mas de um jeito legal, natural, despretensioso, não tem nada de roteiro, de cenário chique, nada de nada. Só ela, uma câmera, Caio atrás dessa câmera de vez em quando (é o namorado de Jout Jout, mas já já falamos dele) e opiniões. Alguns minutos valiosos dela, que na real se chama Julia, falando o que pensa sobre alguma coisa.

Por que eu amei a Jout no momento que a vi? Além da naturalidade e do sotaque – que me ganha em segundos – ela é muito real! Ela é tipo meus amigos, falando vários coisas divertidas e ainda assim que fazem muito sentido, sem ser prepotente ou gritar com você ou fazer você querer desistir de viver porque ai meu deus a vida é uma merda. Não, ela é o máximo, e a simplicidade (dos cenários, do jeito que ela fala, de tudo) é um troço que me encanta muito. Tô tão bodeada de nariz em pé e gente arrogante, que quando encontro alguém assim, gente como a gente, eu garro amor mesmo!

Tá, assistam e me contem! Mas não vão embora! Aqui embaixo tem uma entrevistinha que fiz com ela, olha que fofa!

MAS CALMA! Olha que loucura que o universo é: ontem a Jout Jout publicou o vídeo mais incrível da história do canal dela. E hoje todo mundo começou a conhecê-la, fiquei toda orgulhosa, haha!

Diz aí, ela não é maravilhosa? Se inscrevam!

Agora vem ler a entrevista que fiz com amor:

Jout Jout: Ask me anything!
Noelle: Por que Jout Jout?
Jout Jout: Eu trabalhava num lugar que tinha outra Julia. Ela era Ju G e eu era Ju T. Ai Caio começou a me chamar de JuT JuT – e ele fala o T no final das palavras! E aí começou a escrever isso em cartinhas, desse jeito: jout jout. Eu explico no vídeo Esclarecimentos.

Noelle: Por que criar o canal? Cê assistia algum e gostava ou foi algo meio da sua cabeça e pronto?
Jout Jout: Eu sou apaixonada por vlogs há tempos, mas sempre gostei mais dos gringos. Lá fora eles já entenderam melhor como fazer as coisas, eu acho. É uma cultura super difundida. Os youtubers são celebridades maiores que os hollywoodianos para alguns jovens. E eles fazem de um jeito super natural que eu amo.
Acho que foi esse o motivo master. O que eu via por aqui era sempre meio forçado, ensaiado, atuado demais. e eu queria algo que fosse o mais natural e espontâneo possível. Aí meio que decidi fazer do jeito que eu queria que existisse. E as pessoas estão respondendo muito bem a toda essa naturalidade. Descobri que não era só eu que procurava isso…
Jout Jout: Quer referencias dos que eu acompanho?
Noelle: Quero sim!
Jout Joutjenna marblesgrace helbighanna hartgermanmiranda sings, e por aí vai

Noelle: Dai você fez seu canal e como era no começo?
Jout Jout: No começo era igual a agora, eu acho… Eu era um pouco mais travada. Agora tô soltinha. Ah, e agora tem mais gente vendo. Mas a filosofia é a mesma…

Noelle: E como é pra gravar? É sempre o Caio (o namorado dela)? Quem edita?
Jout Jout: Quando caio está junto ele me ajuda na gravação, prepara a setagem da camera e tudo mais. A edição é por minha conta

Noelle: E os temas?
Jout Jout: escolho uns 5 minutos antes de gravar. Eu vou olhando as coisas em volta e falo “ah, vamos falar aqui sobre essa árvore?”. Não tem um motivo pra ser assim tão não planejado. Só é. Eu tenho uns temas na manga, só que eu só consigo falar sobre uma coisa quando eu REALMENTE quero falar sobre essa coisa. Senão fica forçado e duro. Não consigo planejar um vídeo pra daqui a três semanas. Isso é impensável pra mim. Tem que ser o que eu pensei e senti ali na hora, sabe?
Noelle: Aham!
Jout Jout: Por isso não faço roteiros. Senão eu tenho que falar minhas falas
e isso seria desastroso.

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Noelle: E você imaginou que as pessoas iam curtir tanto?
Jout Jout: Eu nem pensei nessa parte
Noelle: Porque eu sempre vejo comentários muito legais, gente que te descobriu e te amou!
Jout Jout: Na verdade a ideia era eu conseguir botar alguma coisa na rua sem suar frio, porque pessoas poderiam ver e julgar. Todas as minhas energias foram direcionadas para conseguir apertar o botão “publicar”. O que vinha depois era consequência, mas não o propósito final. Mas tô MUITO FELIZ com o resultado. Tenho uma nova família agora! Uma família virtual!

Noelle: E qual a coisa mais estranha que já te falaram ou comentaram?
Jout Jout: Um sujeito já falou que queria chupar meu pé todinho Foi um baque na hora!

Noelle: E já teve comentário de hater ou só amorzinho?
Jout Jout: Só amorzinho por enquanto. Eu já soube de pessoas que não gostam dos vídeos, mas ninguém veio fazer comentários de ódio ainda. Quem não gosta simplesmente não posta nada, do jeito que deveria ser sempre.

Noelle: E na vida real? As pessoas comentam dos vídeos, param na rua? \
Jout Jout: Param muitooooo! Todas as ultimas viagens que fiz fui reconhecida, até em Pirenópolis! Pedem pra tirar foto e tudo.

Noelle: E as pessoas do seu convívio, veem os vídeos?
Jout Jout: Poucos comentam. Os mais engajados são os familiares virtuais. Meus amigos da vida real veem, curtem e tudo mais, mas conversamos mais sobre outros assuntos… Não é o assunto da mesa, sabe? E é bom que seja assim. Senão eu fico nessa bolha jout joutiana o dia inteiro

Noelle: E caio, o que ela acha disso tudo? um dia você pretende que ele apareça?
Jout Jout: Caio acha o máximo. Ele lida muito bem. Não fica deslumbrado e ao mesmo tempo fica todo orgulhoso. Acompanha tudo, e principalmente: faz todo um acompanhamento psicológico muito necessário. Porque eu sou ótima pra enlouquecer de vez em quando. E ele me conforta e me bota no trilho toda vez. Acho que se ele aparecer perde a graça. Tem muita gente que stalkea ele, coitado. E tem muita gente também que pede pra eu não mostrar ele nunca pelo amor de deus. Pra não perder esse caio do imaginário… Esse mistério todo foi super sem querer e acabou criando mó frisson.

Noelle: Qual seu signo?
Jout Jout: Peixes, ascendente em áries
Noelle: Gente! Sou sagitário e ascendente em peixes. Essa mistura de elementos é muito doida
Jout Jout: hahaha muito doida! Por dentro uma flor, por fora uma louca descontrolada

Noelle: O primeiro vídeo que eu vi seu era o “sem caô”, uma coisa assim! E eu achei o máximo você defendendo as minas e tal. Você se considera feminista, tem essa coisa do girl power na sua vida?
Jout Jout: eu sou nada feminista. Eu sou nada nada na verdade, sem bandeiras, sem nada. Eu tenho opiniões para diferentes assuntos, mas sem um título em cima da minha cabeça. Só opiniões
Noelle: E qual sua opinião sobre as minas estarem indo atrás das coisas, falando o que pensam e tal?
Jout Jout: Acho a coisa mais linda do mundo. Gosto de pessoas lutando pelas coisas. Mulheres, homens, todo mundo. Quando tem criança lutando no meio eu choro. Toda vez

Noelle: Vi num vídeo que vc falava que não faria stand up… O que você acha do humor no Brasil hoje?
Jout Jout: Eu acho ótimo tudo que é natural. Gosto de coisas naturais sempre. Tipo paulo gustavo. O meu problema é que sou extremamente tímida e ia derreter no palco.

Noelle: e na sua vida fora da internet, o que você faz?
Jout Jout: formada em jornalismo, não sei porque. Faço uns freelas pra alimentar meus cachorros, e faço vídeos, e vou a praia, e assisto netflix, e fico horas conversando com a família virtual. Os freelas que eu faço existem por causa do canal. Faço edição de vídeos!

Noelle: Quantas primaverinhas você tem?
Jout Jout: 23. 24 daqui a duas semanas

Noelle: Você pensa no futuro do canal? Coisas que você quer fazer ou não muito?
Jout Jout: As pessoas confiam em mim. e isso é uma loucura porque elas não me conhecem na vida real. o fato delas virem até mim e contarem coisas secretas é uma prova de amor que me faz dormir sorrindo. O futuro do canal pra mim é continuar como ele é.. e se ele puder alimentar meus cachorros, melhor ainda

Tá, pensa rápido.
Margot?
Meu amor eterno ou presentinho dos céus
Uva passas?
Às vezes não consigo tirar todas
Calor?
Uma realidade
Twitter?
Não sei mexer
Uma saudade?
Infância
Meninos?
uns amores
uns queridos
Youtube?
My boss
Copo metade cheio ou metade vazio?
Depende se eu estou de tpm
Panetone ou chocotone?
Brigadeiro
Se jout jout não fosse jout jout, quem gostaria de ser?
Beyoncé
Taylor swift ou katy perry?
Taylor
Chico ou Caetano?
Os dois com gelatina em volta
Qualidade?
Esquisita
Defeito (e não pode ser perfeccionismo)?
Impaciente DEMAIS
Beatle preferido?
Todos com gelatina em cima
Sonho?
Velhice em Canela com chocolate quente e lareira. Ou ter a vida que eu levo só que com auto-dinheiro
Poder de super-herói que você queria ter?
Mão elástica
Frank underwood ou Claire underwood?
Claire!!!!! So classy
Romero Britto?
Esperto
Uma série que foi uma perda de tempo?
Uma que tem o harry potter e mad man contracenando! WTF??? (chama “Diário de Um Jovem Médico)

Jout Jout, muito obrigada! Por existir, haha, e pela entrevista! E leitoras e leitores, amem a Jout Jout também. Vocês não vão se arrepender :)

coracao

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“Me fale sobre seu vestido?” #AskHerMore

ask-her-more2“Não pergunte só sobre o vestido. Pergunte sobre a mulher que está usando-o”

Hoje tem Oscar! E apesar da tristeza com o cenário desse ano (falei disso aqui), com todos os filmes indicados ao Melhor Filme serem sobre homens, nenhuma mulher indicada em categoria importante além das de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante, a falta de representatividade negra (assisti Selma e sofri muito pelo ator principal e pela diretora, ambos negros, não terem sido indicados em suas respectivas categorias), talvez tenhamos uma luz no fim do túnel!

Escrevi sobre isso lá pro Petiscos, mas achei tão legal que queria trazer pro blog também! É o movimento #AskHerMore, algo como “Pergunte mais a ela”, que sugere que ao invés das mulheres só receberem perguntas toscas dos entrevistadores, nada além de “o que você está vestindo”, “como perdeu o peso da gravidez (affeeee)”, “qual sua rotina pré-Oscar de beleza” e essas coisas que a gente até gosta de saber, mas que sim, poderiam ser um pedacinho só da entrevista, não ela toda, eles se esforcem mais e perguntem coisas a respeito do trabalho, do papel, de como foi fazer o filme.

A Amy Poehler, que apresentou o Globo de Ouro com a Tina Fey, tem um site/projeto super legal chamado Smart Girls (o slogan é ‘mude o mundo sendo você mesma’), e na noite do Globo de Ouro eles twitaram a hashtag, que foi criado pelo Representation Project.

ask-her-more “O #TapeteVermelho começou e nós queremos que a mídia #AskHerMore! Vamos além do ‘quem você está vestindo?’ e fazer perguntas melhores!”

 Eu achei a ideia sensacional, e realmente espero que na noite de hoje sejam feitas perguntas diferentes para as atrizes. Elas são muito mais do que um corpinho em um vestido. Elas são mulheres incríveis, com um monte de bagagem, indicadas ao Oscar, que passaram por diversas experiências, e você só quer saber do vestido? Me desculpa, mas não.

E a coisa fica ainda pior quando ao lado um ator/diretor/roteirista recebe perguntas muito mais interessantes, a respeito do trabalho. Nunca perguntam a um cara como ele conciliar sua carreira com a sua vida pessoal. Por que? Porque o senso comum diz que é a mulher que sofre com isso, que tem que cuidar da família ao mesmo tempo que faz um filme. Mas não. Não, e não.

tumblr_mzn18te0jZ1rpubqio1_250 “Você faz isso com os caras?”

O mais legal é que as atrizes não aguentam mais, também. Elas estão revidando, e eu acho isso maravilhoso. Eu sou jornalista, e já trabalhei em lugares onde o que era esperado de mim era que eu fizesse perguntas inteligentes, interessantes, sobre a carreira, etc, e em lugares onde eles queriam que eu perguntasse sobre dieta, vida pessoal, estilista preferido… E é sempre constrangedor ficar nesse papel. Você vê que a pessoa não aguenta mais aquele tipo de pergunta, que ela adoraria que você perguntasse sobre algo mais substancial. Mas quando você vem com uma pergunta “fora da caixinha”, é a glória, haha! É uma conquista ouvir a pessoa dizendo “essa é uma ótima pergunta!”. Ou seja, é um ganha-ganha, no final das contas. Uma entrevistada feliz falando algo diferente, e uma repórter realizada ;)

Eu sempre acompanho o tapete vermelho e faço comentários lá no twitter e no facebook. Esse ano, inspirada por essa campanha, vou fazer de um jeito diferente. Espero que vocês gostem, e me acompanhem por lá ;D

Bisous e até mais! #AskHerMore

coracao

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Precisamos falar sobre ’50 tons de cinza’ (e sexo)

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Aconteceu: eu fui ver ’50 tons’. A verdade é que eu sempre tive um bode com essa história, não via muita graça numa fanfic de Crepúsculo, já que nem o original havia me seduzido (eu li até uma parte do segundo e desisti, a Bela me irritou profundamente), e achava um exagero a galera endeusando mais um romance água com açúcar, onde um cara exerce o papel de príncipe-salvador-sentido-da-vida na história de uma mulher desinteressante e desinteressada.

O tempo passou e agora, com o lançamento do filme ficando cada vez mais próximo, a Lívia (@aquelalivia, do Clube do Livro Erótico e minha amiga da faculdade!) começou a fazer uma leitura comentada do livro no seu twitter. Todo dia à noite ela comentava um pedaço. Foi aí que resolvi prestar atenção de novo nessa história. Não, eu não fui fisgada, haha. Na verdade eu fiquei preocupada, assim como a Lívia, sobre como aquele relacionamento central era tratado no livro.

Eu ainda não li o livro, mas talvez eu leia, pra gente poder falar especificamente do que acontece nele (não me sinto confortável em falar de alguma coisa que eu não conheço, né), mas a Lívia fez um vídeo, junto com a Isadora, especificamente sobre isso:

… Mas eu vi o filme. Fui ontem com Lucas e Tamara. Amigues, que experiência foi aquela?! Saí tão desconcertada que gostaria de discutir alguns pontos com vocês. Me acompanhem, por favor?

dakota_johnson

ANASTASIA

No começo, ela me cativou. Achei a garota com atitude, voz, vontade própria, certo humor… Mas depois, acho que o roteiro realmente não dava muita abertura, ela foi ficando cada vez mais insossa, mais choramingona, e de uma menina que diz “ainda posso exercer meu livre arbítrio, não?” ela passou a ser uma que abandona toda a sua personalidade, sua rotina, em nome de um cara que não é o que ela quer, mas que ela tem a plena convicção que vai mudar. Por que raios ainda querem nos fazer acreditar que um cara “errado” só precisa de uma mocinha pra salvá-lo? Não é assim que funciona. E no final muitas vezes a mocinha acaba extremamente magoada e frustrada porque “não conseguiu” mudar o tal homem da sua vida. Não sei por quê, haha, mas tenho a impressão que no fim dessa trilogia ela acaba por “mudar” o Mr. Grey. E se sim, que grande desserviço aos relacionamentos verdadeiros, hein.

Além disso, me dói ver uma personagem se curvar TANTO aos mandos e desmandos do parceiro. Relacionamentos saudáveis e felizes envolvem que o outro ceda. Mas é uma troca, é uma relação de respeito e de igualdade. Não de mestre e submisso. Isso pode valer pra dentro do quarto, na hora do sexo (se for da vontade dos DOIS), mas na vida real não tem nada de saudável. Ou mágico. Ou perfeito. Ou ainda, ideal.

Tem um momento em que Anastasia diz à família do Grey que vai visitar a mãe. Ele fica putíssimo porque ela ainda não tinha lhe dito e ele COLOCA ELA NO OMBRO E SEGURA PELAS PERNAS. Tipo um homem das cavernas, gente! Em outro momento, ele diz que ela não pode beber. Em outro, fica com ciúmes dos amigos dela. É uma relação tão obsessiva, tão não-saudável. Ela não pode em hipótese nenhuma ter uma vida. Ela tem que ter a vida que ele quer (com os presentes que ele compra, com as roupas que ele manda o motorista comprar, comendo o que ele acha que deve, indo à médica que ele escolhe…).

grey e anastasia

O MITO DO PRÍNCIPE ENCANTADO

Ele é bonito, bem sucedido, rico pra caramba, teve um monte de mulheres antes, mas só se apaixona, claro, por ela. Uma virgem que esteve esperando por ele o tempo todo (nada contra virgens, só contra o conceito social de que uma mulher virgem é mais virtuosa, mais especial, tem mais valor  – pra mim isso se baseia em ações, caráter, valores, não se a mulher já fez sexo ou não), inclusive diz isso num diálogo vergonhosíssimo – mas já vamos chegar lá – quando conta que é virgem, ele pergunta “Onde você estava?”  e ela “Esperando”. Ai! gente! Ele é também o cara que te busca de helicóptero (?!?!) pra um encontro, te dá um computador novo, um carro novo, te compra roupas novas e te oferece um quarto “de princesa” em sua casa.

Fala “sujo” (hahaha). Te joga na cama. Te carrega no colo tipo aquela cena do noivo e da noiva na noite de núpcias (e os clichês vão se acumulando). Ele te liga o dia todo, quer saber onde você tá, com quem você tá, o que vai fazer, com quem vai fazer. Mas ele não conversa. Não deixa que encoste nele. Não vai ao cinema. Não namora.  Tem problemas com relacionamento e intimidade. Não se abre. É meio problemático. Seu gosto peculiar no sexo tem a ver com um trauma de infância (dica: fetiches não são doenças, não derivam de um trauma não, viu gente). Pronto. Ta aí seu Christian Grey. O suposto “homem perfeito”. O cara que “todas as mulheres querem”.

Vi um vídeo da Cinthya Rachel sobre ’50 tons’ e ela falava: “Isso não é amor. Isso é cilada”. E eu não tenho como concordar mais. Esse homem não é perfeito. Ele é cilada. Na minha opinião, amor é quando um homem divide sua vida com você. Divide com você seus medos, seus sonhos, o que gosta, o que não gosta. Um homem que compartilha. Que quer construir algo ao seu lado, com você (e sua personalidade, não uma versão que ele quer da sua personalidade). Todo o resto, quando isso não existe, é só uma tentativa de suprir o amor de verdade.

anastasia

O SEXO

Até pouco tempo atrás, a gente só se preocupava com a visão idealizada de amor que Hollywood e a indústria cultural vendia como verdadeira pra gente (e pros adolescentes, pras crianças, etc). Agora a gente tem uma nova categoria: o sexo idealizado. E aqui ele é ainda pior que o sexo do filme pornô (também exemplo do sexo inverossímil), porque ele é de massa. Todo mundo vai ver, não tem tabu, não tem salinha com cortina, não tem medo de alguém chegar de repente em casa e te pegar no flagra. As pessoas tão indo ver esse filme com a família, gente. E claro que o problema não é que “ai, é muito pesado”. Se tem uma coisa que eu não sou, é moralista. Acho até legal sexo ser menos tabu, pra variar um pouco.

Mas o problema é que QUE SEXO É AQUELE? É tudo de mentira. Tudo esterelizado, muito limpo, muito ritmado, sincronizado, com começo, meio e fim. E ele encosta nela e ela geme. Ele encosta de novo, ela sente mais prazer. Mais uma encostadinha, mais uma onda de prazer que ela não se aguenta. E isso tudo na primeira vez da mocinha. Parece mágica, gente. Parece que é tipo apertar um botãozinho que pronto, em alguns minutinhos, se você manusear aqui e ali, a mulher vai ter um orgasmo. Gente, para! Isso é sexo de conto de fadas. A gente precisa mesmo de um filme mostrando pras mulheres que ‘nossa, olha só esse homem, ele sim sabe dar prazer a uma mulher’, sendo que aquilo não existe? Tem uma pesquisa que diz que 70% das mulheres já fingiu um orgasmo. Claro que já, porque mulheres ainda têm vergonha de se conhecerem e faltam homens dispostos a explorarem (isso num relacionamento hetero, o foco aqui por causa do tema do filme). E porque o povo fica achando que sexo é isso que mostram nos filmes. Resultando em mulheres frustradas – que muitas vezes foram ensinadas que não devem gostar de sexo – e homens acomodados.

O sexo retratado em ’50 tons’ é tão falso quanto as frases “picantes” que o Christian Grey solta (aquela do ‘eu não faço amor, eu fodo – forte’, é de querer morrer de tão ruim), sem nenhuma convicção, sem nenhuma paixão, sem nenhuma verdade, e as mordidas no lábio inferior que a Ana dá toda vez que ela está ‘excitada’ (a frase que merece um prêmio é quando ela morde o lábio e ele diz ‘eu gostaria de morder esse lábio’ com a sensualidade de um bisturi numa mesa de cirurgia). Eu e meus amigos rimos muito, porque é tão absurdo, que só nos restou rir. Ah, e o sadomasoquismo? Não existe, né. Aquilo não é sadomasoquismo (“A História de O” é sadomasoquista pra valer, por exemplo). São brincadeirinhas eróticas. Uma corda aqui, um chicotinho de leve acolá. Quando ele bate mesmo nela, depois que ela pede, é que ela não gosta. Mas o roteiro é tão mal amarrado, tão sem pé nem cabeça, que você fica se perguntando o que foi que aconteceu? Como fomos parar ali?

E tem outra coisa: Christian quer sexo. Anastasia quer amor. Claro que ele vai se apaixonar por ela, isso a gente já sabe. Mas vale lembrar que sexo não necessariamente está relacionado com amor. Pode ser casual, pode ser sem sentimento (e pode ser com sentimento também, claro), mas ficam perpetuando essa ideia de que uma coisa tem que estar relacionada a outra. Ou que ‘mulher só faz sexo se está apaixonada’. E essa outra ideia, de novo, de que o cara que gosta de farrear por aí e sair com várias mulheres só o faz enquanto não encontrar a… mulher certa. Vamos mudar o disco? Ser mais progressistas, mais atuais, mais 2015, mais pró-mulher-com-desejos-e-caras-não-babacas?

Meu grande problema com esse filme é a perpetuação de estereótipos que em pleno 2015 deviam estar se extinguindo, fazendo cada vez menos sentindo, mas eles voltam, com força total, pra deixar tudo mais difícil, de novo. Não precisamos de mais garotas crescendo achando que precisam ser submissas a alguém, que precisam ser “puras” (se a mina escolhe ser virgem ou se escolhe não ser, isso não deveria ser medida de valor sobre ela), que precisam ser insossas e sem muita atitude, caso contrário vão assustar os homens.
Não precisamos de mais mulheres achando que existe um tipo de cara ideal. Um príncipe encantado que vai te salvar da sua própria insignificância. Que vai trazer sentido pra sua vida. A única pessoa capaz disso somos nós mesmas. Nós é que somos nossas próprias heróinas. Sujeitas de nossa própria história. Chega desse machismo de que a mulher ideal é santa na rua e vadia na cama – com o namorado/marido, claro. E de que o cara ideal é galinhão, malvadão, babacão, que vai mudar com a mulher ‘certa’. Não dá mais, né gente?

Amor, amor de verdade, faz mais feliz do que triste. Machuca muito menos do que alegra. Tem mais sorriso do que choro. Mais risada do que grito. O contrário disso não é amor. É um relacionamento doentio.

E por último, não precisamos de sexo idealizado. Sexo tem cheiro, tem calor, tem suor, tem corpos de todos os jeitos, de todos os tamanhos, com pelos e sem pelos, com troca de fluídos, com barulho, com jeitinho, com carinho ou mais bruto mesmo, com constrangimento às vezes sim, às vezes não, e que pode ser muito bom, mas pode não ser também. É um ponto positivo quando as mulheres leem algo esse tipo de livro e se empoderam a ponto de buscar novas formas de prazer. Vira um problema quando o que era incentivo vira modelo ideal. E eu acho que a vida real é muito mais legal do que os filmes. Simplesmente porque ela existe.

Bisous e até mais ;)

coracao

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TAG “Uma só palavra”

Tem alguém aí ou estão todos aproveitando o Carnaval fora de casa? Eu, por exemplo, fiquei em São Paulo – e o namorado foi pro interior – e estou adorando mudar de ares: da cama pro sofá, do sofá pra cama HEHEHE

Aproveitei pra gravar vídeos e organizar coisas do blog. Como contei, estava mudando o servidor, e algumas outras coisinhas também vão mudar, então estou aproveitando pra resolver essas questões. Isso explica também porque estou sumidinha. Mas já já as coisas vão entrar no ritmo que eu quero :)

E como ontem foi domingo, teve vídeo novo – todo domingo eu subo o vídeo no canal, e trago pra cá na segunda – de mim tentando, e falhando miseravelmente, responder a TAG “Uma só palavra”. Eu sou péssima com essa história de ser sucinta, haha! Enfim, espero que gostem!

Hahahaha, sou um fracasso!

É isso! Bisous e boa semana, gente!

coracao

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Vlog novo :)

Gente, tá uma loucura arrumar o que falta nesse layout (eu migrei pra um servidor diferente, então tô penando uma pouco) e acabo até ficando sem vontade de postar :(

Mas vim mostrar pra vocês que nesse domingo subiu outro vlog no canal! Estou tentando subir um vídeo novo todo domingo. Aí eu sempre vou subir lá antes de fazer o post aqui, então se você quiser ver os vídeos antes, se inscreve :)

Nesse dia era aniversário de um amigo, o Matheus, e eu (tentei) ajudei com os docinhos, visitei a Beca e mostrei um pouco da preparação pra festinha :)

Espero que tenham gostado e até mais <3

coracao

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Desculpe o transtorno…

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O blog está passando por mudanças (por isso o layout estranho hehe)! Mas já já tudo volta ao normal :)

Beijos!

 

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25 lições que aprendi com 25 anos

Hoje assisti a um vídeo da minha amiga Beca e fiquei com vontade de fazer também. Mas como queria fazer já, preferi escrever, ao invés de gravar, que ia demorar muito mais ;)

O vídeo em questão é um chamado “24 lições que aprendi com 24 anos“,  e como vocês sabem eu já tenho 25. Portanto minha lista, como vocês já devem imaginar é…

25licoes

 

 

 

1. Nunca me esquecer das minhas origens, são elas que me mantém com a cabeça no lugar;

2. Uma decisão errada nunca vai parecer errada até que eu a escolha e a vivencie;

3. E falando em escolhas… Todas elas vão me ensinar algo, por pior que tenha sido. Cabe a mim aprender com elas e seguir em frente;

4. Quando eu estiver infeliz, a mudança tem que partir de mim. Caso contrário, a vida se encarrega e é muito mais doloroso;

5. Não se desespere! Nunca. O desespero nunca vai me deixar olhar com clareza e enxergar o que tenho que fazer;

6. Uma coisa ruim nunca acontece isoladamente. É sempre parte de uma fase ruim, onde tudo dá errado, é difícil e doloroso. E depois coisas boas acontecem. Todas juntas, de uma vez.

7. Eu sempre posso dar um ou dois passos pra trás se não estiver gostando do rumo das coisas. Mudar de ideia não é errado, e muito menos ruim;

8. Não existe isso de “ser alguém na vida“. Os símbolos de que a gente “chegou lá” não significam nada se a gente não está, de fato, sentindo que está fazendo algo que valha a pena;

9. Às vezes as pessoas que mais te amam são as que mais te machucam. Não tá certo, não é ok, mas é a vida;

10. E mesmo que elas te amem muito, você tem que impor um limite. De até onde você consegue aguentar, e em que ponto você abre mão;

maquina de escrever

11. Eu não preciso de um milhão de amigos. Eu só preciso de amigos nos quais eu posso confiar de verdade e que eu sei que vão me amar, me proteger e comemorar minhas alegrias assim como chorar minhas pitangas bebendo umas biritas;

12. Não há porque insistir numa relação (de amizade, de amor…) que não te faz bem. Que não te deixa livre pra ser quem você é e que não consegue ser feliz por você, independente do estado de espírito da pessoa;

13. Viver de aparências é o destino mais triste dessa vida. Não há nada de errado em ser sincera e ter uma vida boa às vezes, ruim em algumas partes, sensacional outras, péssima de vez em quando…

14. Muitas vezes as pessoas vão esperar que você aja da mesma maneira que elas agiriam, pro bem ou pro mal.

15. O tempo, ele é o senhor de tudo. E ele mostra a verdade por trás das pessoas e da vida, faça chuva ou faça sol;

16. A felicidade não é um objetivo, um lugar pra gente chegar. Ela está em momentos, em memórias, em conquistas, em pessoas. Mas nunca em coisas, nunca;

17. É muito fácil abrir mão de tudo o que você acredita em nome de uma vida de prestígio e glamour. E esse é o caminho mais rápido de se conseguir as coisas;

18. Não adianta viver a vida no molde dos outros;

19. Nossos pensamentos não são verdades absolutas. Nós podemos evoluir, mudar e aprender todos os dias, sobre tudo;

20. Ser gentil pode ser visto como interesse, puxa-saquismo e escalada social. Ignore e continue a ser gentil;

21. A reconhecer que sou privilegiada por poder fazer escolhas. A maioria das pessoas não pode “fazer o que ama”, “mudar de ideia” ou “criar suas próprias oportunidades”;

22. A julgar menos. Por escolhas, por aparências, por gostos, por qualquer coisa. Eu não sou melhor do que ninguém. E ainda estou aprendendo;

23. A não ter medo de ser quem eu sou. E a aceitar que eu preciso aprender a lidar com o fato de que eu nunca vou agradar a todo mundo;

24. Que a coisa mais valiosa da vida é a liberdade. De ser, de sentir, de falar, de buscar, de se arrepender, de repensar, de poder tentar, e tentar, e tentar, e tentar. E que nossa liberdade como mulher é limitada e que essa luta vai ser minha pro resto da vida;

25. A tentar ser uma pessoa melhor todos os dias. E reconhecer que eu nunca vou ser 100% boa, que eu tenho meus defeitos, meus dias ruins, minhas questões. E que algumas dessas coisas eu posso melhorar, e que algumas vão me acompanhar pra sempre. Mas tentar sim ser melhor, comigo mesma e com as pessoas ao meu redor, no que eu puder.

25 e meio: Sempre vai ter coisas na minha vida que eu gostaria que fossem diferentes. Não existe vida perfeita. Não existe uma vida pronta, com nada que tirar nem por. Mas reconhecer as coisas boas do aqui, do agora, é a minha resposta pra uma vida boa. Por que focar no que não existe, no que tá faltando, ao invés de celebrar o que há de bom?

Bisous e até mais ;)

coracao

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Maquiagem com jeitinho de sábado | Chez Noelle TV

Oi. segunda-feira! Ao contrário de muitas outras segundas que se foram, hoje tô realmente feliz :) É meu primeiro dia no emprego novo e têm vídeo novo no canal pra vocês :)

Gravei num dia que tinha um compromisso à tarde, e fiz uma maquiagem bem simples, mas que adoro e acho bem embelezadora – ótima especialmente pra quando a gente não tem muito tempo!

Espero que gostem! Infelizmente a música de fundo tá meio alta :( Na hora de editar eu sempre acho que tá bom, mas depois acho alta demais. Enfim, vamos ver se na próxima eu acerto!

[youtube=http://youtu.be/BgQcO1Zibek]

Me contem nos comentários que outros vídeos vocês querem que eu faça, tá? Fiquem à vontade!

Bisous e boa semana pra gente <3

coracao

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Uma mudança grande o/

IMG_7203-1.PNG

Falei que tinha mais novidade pra contar, né? Pois bem! Saí da Glamour e segunda-feira começo lá no Petiscos, uhuuuuul!

Quem me acompanha pelo instagram, twitter ou facebook já deve saber, mas tinha que contar aqui também, né :)

Tô muitíssimo animada com a mudança, e sinto que várias coisas legais vão acontecer esse ano ;)

Queria agradecer a todo mundo que me desejou coisas boas pra esse ano porque tá super funcionando <3

Ah, vou aproveitar o post tipo "novidades" pra contar que vocês gostaram tanto do vlog que postei que estou fazendo mais!

Então é isso!

Bisous mil e bom fim de semana pra vocês!

coracao

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É 25, é 25!

Faz pouco mais de um mês que comemorei, ao lado de David e Augusto (eles fazem aniversário dois dias depois de mim), meus 25 anos.

Tenho essa tradição de comemorar aniversário todo bendito ano, graças a minha mãe, que ama comemorar o dela, faça chuva ou faça sol. Por mais que as pessoas digam que com o tempo a gente simplesmente não quer mais comemorar, minha mãe vai contra tudo isso. Esse ano ela faz 44 anos e tá ansiosíssima pela comemoração. Brigada, mãe, por ter me ensinado a amar meus aniversários :)

E desde que nós três começamos a comemorar juntos, nossas festas têm temas. É tão divertido! Aí a gente faz o convite, a decoração e às vezes  traje todo baseado no tema. Eu adoro :D

Todo ano eu digo que a festa foi melhor do que o ano interior, e é sempre verdade. Esse ano, no entanto, foi transcendental. Foi mágico, foi delicioso, foi incrível mesmo. A gente reuniu parentes e amigos (com a falta sentida do meu pai e de um dos meus melhores amigos, o Fer), conseguimos fazer to-do mundo dançar, teve show, teve mojito & cuba livre, teve forró, indie, rock e pop, teve muitos amigos amados e a certeza de que é isso que importa. Estar rodeada de gente maravilhosa, que nos quer bem, nos faz bem e que a recíproca é muito verdadeira.

[soundcloud url=”https://api.soundcloud.com/tracks/153428273″ params=”color=8fe1e9&auto_play=false&hide_related=false&show_comments=true&show_user=true&show_reposts=false” width=”100%” height=”166″ iframe=”true” /]

stephanie25
stephanie25_01Augusto, David e Matheus, três dos meus meninos preferidos no mundo

stephanie25_02:D

stephanie25_18Tigrinho, pros íntimos hahaha

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stephanie25_04Rafa, Marina, Lucas e uma Stephanie ~curtindo a música~ 

stephanie25_05me fazem um bom gigantesco

 

stephanie25_06mulheres da família: mãe <3, a comadre Mariana, a sobrinha Helena, a cunhada Mariana, euzinha, a sogrinha Célia, a cunhada Carol, a sobrinha Maria e a cunhada Thaio :)

aniversario25_novo2Lucas, o latin lover :D

stephanie25_03a mais especial 

stephanie25_09minha vovó Jandira, mãe da minha mãe e minha madrinha :)

stephanie25_19

mais família <3 Na fileira de cima, Jéssica e o namorado Gunther, e embaixo, Júlia, Victória, Dellis e Bianca :) 

stephanie25_23

e mais família aqui :D Na frente a Goreti e o Toninho, minha mãe Beth, minha prima Marcela e minha tia Nina, minha vó Jandira e do lado dela minha vovó Santa, mãe do meu pai, e a Samara <3 

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stephanie25_12Rafa Ciscati, esse maravilhoso amigo

stephanie25_13Karen, Carol e Ariane, três belas :D

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stephanie25_10<3

Todas as fotos desse post são da Babi

{Top & Blazer Topshop}

{Saia Zara}

 Espero que tenham gostado :)

Bisous e até mais!

coracao

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