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3 coisas

Post rapidinho de fim do fim de semana (JÁ?!) com três coisas lindas que vi hoje:

Esse ensaio da Lula Magazine, uma das minhas revistas preferidas, embora ultimamente esteja meio repetitiva e um pouco menos interessante. Mas esse editorial me pegou. Deus e o mundo sabem que tenho uma queda por tudo o que é meio 60′s, 50′s, enfim, velho haha. Achei bem bom pra gente dar uma inspirada pra maquiagem da semana. Tudo simples, mas lindo!

 A beleza do desfile da 2nd Floor, lá do Fashion Rio. Foi feita pelo Robert Estevão, maquiador que eu <3! Tinha iluminador nos olhos, o Extra Dimension Skinfinish na cor Superb, blush rosado Glamour Daze e batom super fúcsia, o Love Goddess da coleção da Marilyn Monroe, tudo da MAC. Achei bem linda :)

 Tô apenas viciada no X Factor. E nas duas versões ainda, a americana e a inglesa. E hoje assisti a um vídeo que ainda não tinha visto, da minha preferida, Ella Henderson, cantando uma música que eu acho chata pra dedéu, mas que ela fez ficar apaixonante. Fora que a Ella é toda retrô, e usa as melhores maquiagens! Assistam e depois me falem se vocês não se apaixonaram por ela!

Bisous e bom começo de semana pra vocês!

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Coisinhas legais da semana

Ai que chatão sumir assim do blog! Como alguns de vocês devem saber por causa do twitter (@hello_sunshine) e do instagram (@petitebeaute) eu tava fechando a edição de Outubro da L’Officiel essa semana e foi uma correria sem fim! Bati o recorde de páginas escritas por mim (uhul!) e tô morrendo de orgulho do trabalho feito. Tem uma matéria em particular que é muito, muito especial pra mim e tô assim, doidinha pra mostrar pra vocês! Daqui uns dias eu já posso dizer sobre o que é, acho!

Daí (hihihi) que eu AMEI que vocês gostaram do vídeo! Confesso que tava tremendo feito vara verde pensando que todo mundo ia 1) me ignorar completamente ou 2) me xoxar. Então, muito obrigada leitoras e leitores lindos desse mundo. E várias amigas minhas vieram comentar que descobriram coisas que nem sabiam que existiam nesse vasto mundo da beauté, então já tenho mais post pra fazer por causa disso. Como essa semana as coisas estão mais calmas, dá para fazer um monte de coisa \o

Hoje eu passei rapidinho só para compartilhar umas coisinhas lindas que vi pela internet! Para inspirar essa semana que tá chegando a ser um pouquinho mais divertida ;D

. Esse é o vídeo da campanha de inverno 2012 (oi, atrasada) da Dsquared2, que eu vi no meu reader há um tempão mas esquecia sempre de postar. Ele é legal por um milhão de coisas, mas principalmente porque a música é divertida e porque inspira todo mundo a ir um pouquinho mais arrumada pra aula, né. No meu caso, acho que se eu me enfeitar mais, vão fazer uma assembléia pra deliberar sobre a minha presença no campus hahaha #exageros
Diz se não é de sonhar pra sempre esse monte de acessórios? E o clima atrevido é uma delícia! Ah, e os professores substitutos são os próprios designers da Dsquared2, os gêmeos Dean e Dan, demais, né?

. A Orla Kiely é uma marca assim, que define a palavra fofura sem cair na infantilidade (assunto pra outro post!). A estilista, a tal da Orla, é irlandesa, mas vive em Londres. E acho que não tem uma coleção que eu não caia de amores. Essa daqui é a de outono/inverno 2012 (é, tô apegada no inverno).


. E mesmo que eu ame feito louca o inverno, tenho que aceitar que ele está acabando e ele nunca chegou de fato, pelo menos aqui em São Paulo. Daí por que não usar de artifícios para aceitar que o verão tá vindo aí? Eu por exemplo fico vendo por horas fotos de mulheres extremamente glamourosas no verão, e aí fica menos doloroso botar os casacos no armário por mais seis meses. E né, guarda-roupa de verão tem lá o seu charme.

Fotos da Marie Claire.

. Todo fim de ano a MAC lança uma coleção de Holiday, que tem coisinhas novas e tal, mas o mais importante: tem kits de pincéis tamanho viagem por praticamente o preço de um pincel sozinho. Isso sim é presente que se preze, papai noel. E vi num blog americano que os desse ano tem o tema GLAMOUR DAZE (ai, ai, ai) e tudo é inspirado em 60′s. Se a MAC não lê meus pensamentos, ninguém lê. Amanhã mesmo já vou atrás de saber se é essa coleção mesmo que vem para o Brasil e quando chega e aí conto pra vocês!

Dá pra ver as fotos das coisas ‘reais’ nesse link aqui. Tá tudo em chinês (chinês? se não for, não briguem comigo), mas né, dá pra ver as fotos. Não é de cruzar os dedos com mais força ainda pro Natal chegar logo? Eu já tô botando na minha listinha!

. Tô acompanhando meio malemá as semanas de moda (essa semana boto tudo em ordem!) internacionais, mas não consegui parar de olhar pra beleza do desfiles da Holly Fulton, da semana de moda de Londres. É tudo o que eu _e o mundo, vai vendo_ quero usar no verão: pele fresca, cabelo não muito arrumado e boca rosa ou laranja. Ou rosa e laranja, tudo junto mesmo!

. Por último, tô indo viajar no fim dessa semana!E vou bem fingir que sou igualzinha essa moça dessas fotos lindas aqui de baixo, uma coisa assim, meio Betty Draper. Por que  sonhar não custa um centavo :)

As fotos são de uma revista australiana, que chama Shop till you drop (!).

Conto tudo da viagem assim que voltar, e aproveito pra fazer o post sobre Paris!

Bisous, bisous e boa semana,

Stephanie

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What you want, baby, I got!

Para começar a semana que tem tudo para ser meio friorenta, do jeito que eu mais amo, um vídeo lindinho da coleção de inverno da Maria Garcia, marca desejo nº 01 desta que vos escreve, por dois ótimos motivos: As roupas são bonitas, com jeito de menina cute-mas-com-ousadia, e são de uma qualidade invejáveis. Falo isso porque tenho algumas peças da marca, uso exaustivamente, e elas continuam lindas!

Uma das grandes tristezas da minha vida de cobertura de semana de moda é não ter mais desfile da Maria Garcia. Olha Clô, to aqui na torcida para que você coloque essas roupas lindas de novo nas passarelas, tá? Essa coleção foi inspirada nos filmes de Wong Kar Wai (de Amor à Flor da Pele e Beijo Roubado, dois filmes ótimos e que indico super!)

O vídeo é também um lookbook, que lembra um pouco aqueles que a J.Crew faz, e que todo mundo fica babando. Eu só sinto falta da gente ver de mais pertinho a roupa, tipo o suéter listrado, é glitter? É paetê? É brinks? Só sei que me identifiquei (quem não?) com a moçoila tendo devaneios de diva da música no meio da sala. Faço isso no mínimo 3 vezes por dia, às vezes em público.

Direção de criação: Beto Guimarães (Carme) | Styling: Equipe Maria Garcia + Carme | Fotografia: Ilana Bessler | Edição: Lucas Valente | Modelo: Jessica Bronitzki (Joy) | Beleza: Daniel Lacerda

Para quem gostou, a música é “Respect”, da naturalmente diva Aretha Franklin. O título do post vem das primeiras frases que ela canta. Tem uma música que a Aretha canta com a Annie Lennox, que André tuitou dia desses, que é uma delícia, além da letra ser ótima. Chama “Sisters Are Doin’ It For Themselves“. É só dar play aqui embaixo ;)

E a Jessica Bronitzki, a modelo, é uma fofura sem fim! A conheci enquanto Luigi e Brisa fotografavam um editorial pro FFW, no último SPFW, e acabei fazendo um ‘bico’ de assistente de Brisa, ajudando a vestir e desvestir a Jéssica. Sério, uma querida, e trabalha muitíssimo bem! O editorial SPFW_DAY #2, dela com o Fabiano Goedert é um dos meus preferidos da temporada.

Pesquisando um pouquinho, achei um lookbook da GIG, com a Jéssica. O clima é aquele já amado por todas: 60’s, coque gigantesco, delineador gatinho, cenário que queríamos reproduzir em casa, fotografia vintage e vestidos tubinhos. A receita express do ‘ahh, que fofo!”. Fora que, né, como não se apaixonar pelo rosto de boneca da Jéssica? Aliás, na vida real (haha), a Jéssica tem essa cara toda, mas tem um jeito meio tomboy, que eu adoro. Ela tava usando um vestido meio comprido, largo, da Cavalera, branco e azul, e coturnos. Tava incrível!

Beijo, boa semana!

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Sensualidade voluptuosa e explosiva

Dentre as minhas resoluções pra 2011 estava o item “Estudar mais”, e creio que postar mais aqui também entre neste item, já que exercito _e estudo_ o “fator moda” quando resolvo escrever : )

Sem mais delongas, hoje escolhi um editorial que está há dias aberto no meu Chrome, da Vogue Italia de dezembro de 2010.
Por falar nela, preciso compartilhar que estou loucamente apaixonada pela Vogue Italia. Em parte pelos editoriais, fotos e matérias, em parte pelos textos da Franca Sozzani, que são ensinamentos preciosos pra qualquer um que queira trabalhar com moda. Aliás, obrigatórios.

Untitled
Magazine: Vogue Italia Dezembro 2010
Modelo: Kate Moss
Fotógrafo: Nick Knight
Stylist: Edward Enninful

 

(cliquem em todas as fotos, pois elas aumentam!)

Neste editorial, várias coisas me agradam. A primeira de todas é a estética 50’s ~ 60’s, que eu sou assumidamente adoradora. As roupas, os cabelos, os olhos delineados de gatinho (que eu estou usando todo dia haha), a música, a efervescência cultural… Enfim, são muitas coisas que me fazem eleger esse período da historia como favorito. É óbvio, portanto, que quando vejo ensaios de moda explorando essa estética, eu já começo a me interessar.

Ainda assim, existe muita (MUITA!) coisa chata e lugar-comum em trabalhos que se inspiram nesse período. Há uns meses atrás teve uma onda 50’s nos editoriais, impulsionadas pelos desfiles da temporada internacional de Inverno 2010 (tipo Prada e Louis Vuitton), e eu fiquei com preguiça, porque tinha muita coisa e muita coisa igual, sem nenhum respiro de novidade, e aí blé. De qualquer modo, imagino que esse período vai ser sempre reutilizado pela moda, não tem jeito. Mas fico muito feliz quando vejo coisas legais que me inspiram e não me fazem bocejar e pensar ‘hm… que legal #not’.

O segundo ponto é que a Kate Moss tá no editorial, e ela não tá loura e usando jeans e jaqueta perfecto, ou seja, resolveram parar de colocar a Kate pra ser ela mesma nos editoriais. Não questionando o estilo ou importância dela, mas tudo em excesso cansa, e eu cansei um pouco de ver a mesma Kate em todos os ensaios fotográficos.

O terceiro ponto é que tem uma coisa meio trash, meio vulgar, meio bombshell da Itália, que beira o cafona, e é isso. Pelo menos pra mim, isso é um dos trunfos do editorial, não querer maquiar sua vontade de ser ultra-sexy-trash. É cheio de voluptuosidade e é lindo assim. O Nick Knight, fotógrafo do editorial, cita isso na foto que abre o ensaio (e que tá no topo desse post), ” No ensaio eu quis capturar aspectos de sensualidade que normalmente não são expressadas ou aceitas pela moda contemporânea. E Kate Moss era perfeita pra isso”. Amo também as locações, tipo o buraco, que é um elemento surpresa haha.

E por último, adoro as fotos menores na página, com closes e detalhes. Todas elas contribuem para contar a historia daquela página, e pra gente entender mais, e desejar muito mais aquilo. Sou particularmente fascinada por fotos de detalhes (talvez por isso eu goste tanto dos posts da Yasmin!), e às vezes eles encantam muito mais do que uma foto inteira, além de instigar a imaginação (tudo que é mastigado é cha-to) ; )

Minha foto preferida. As sandálias Miu Miu não são lindas?

Por último, um close desse delineado maravilhoso, com boca apagada. Pra usar hoje, amanhã e sempre!
(Fotos tiradas do fgr)

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A delícia de ser quem você quiser ser

Calma que a parte 2 do post sobre as colaborações da H&M já vem! Pesquisar dá trabalho, trabalho exige tempo, tempo tá escasso e… Às vezes a gente precisa se distrair e se divertir ;)
Mas ele virá!

O post de hoje é resultado de umas coisas que tava pensando esses dias. Sobre nosso próprio estilo, e de como algumas pessoas supõe que tenhamos que nos vestir sempre no mesmo ‘estilo’, ao invés de se divertir com a moda e passear por todos os ditos ‘estilos’ que nos apetecem.

Têm dias que eu acordo e quero ser bela. Têm outros dias que quero ser cool, outros que quero ser femme-fatale ou lolita, ainda têm aqueles que quero ser effortless chic, ou rock, ou, como o que originou esse post, menininha. Meio inocente, meio com jeito de que precisa ser protegida.

Por isso acho tão difícil-quase-impossível definirmos como nos vestimos. Assim como é difícil definir QUEM somos. E o vestir nada mais é do que a extensão daquilo que está dentro de nós, e que de alguma maneira queremos mostrar ao mundo.

Se SER é uma coisa tão complexa, porém super interessante, por que se vestir e ter um ‘estilo’ tem que significar seguir uma regra, ou um padrão, ser delimitado?

Não sei vocês, mas uma das coisas que eu acho mais divertida é quando alguém se surprende comigo. Seja uma atitude, ou uma história, ou um detalhe da minha personalidade que ainda lhe era desconhecida. E assim também na moda. Adoro quando as pessoas se surpreendem com algumas escolhas minhas.

Porque ser sempre igual, seguir sempre os mesmos padrões e parâmetros é muito chato.

Vamos nos divertir, tanto na vida, quanto na moda. Vamos brincar, de vez em quando, de ser de outro jeito, pra quando voltarmos a ser nós mesmos, gostarmos ainda mais de quem somos.

UPDATE IMPORTANTE: Percebi que não deixei claro uma coisa que faz toda a diferença, nessa história de transitar por estilos, e que o Luigi e a Yasmin super me lembraram. O mais legal de ser quem a gente quiser ser, e não parecer fantasiado, ou uma reprodução sem vida de alguém ou de algo, é SEMPRE deixarmos transparecer algo da nossa essência. Como se fosse um ‘resíduo’ (mas sem conotação negativa) da nossa personalidade. Assim, a gente pode ser roqueira (haha), mas ainda ter elementos românticos, ou do estilo bohemian, ou qualquer que seja nossa essência. O mais legal é podermos usar diversos estilos através da nossa visão de mundo, deixando transparecer coisas super nossas em estilos diversos.

As fotos que ilustram o post de hoje pertencem ao Lookbook da coleção “The Honeymooner and what she packed”, de primavera (2011) da marca nova-iorquina Lauren Moffatt, que descobri ao acaso enquanto passeava por sites gringos.

Elas ilustram esse post pois, pra mim, tem muito a ver com a coisa de se reinventar e não ficar preso a um só estilo. Porque a gente pode amar roupas-que-parecem-de-bonecas, mas a gente não precisa usá-las sempre. Eu gosto de variar ;)

Peço desculpas pelos tamanhos, pois tentei diminuir, mas sou nOOb em wordpress e não consegui, e elas ficavam horríveis e… enfim! E clicando sobre elas, o tamanho aumenta ainda mais.

O lookbook é a coisa mais fofa do mundo, com as roupas de menininhas mais cuti-cuti de todos os tempos. E dá super pra gente ter ideias para reproduzir em casa. E como estamos na primavera (estamos? São Paulo ainda não cansou do inverno. E eu também não haha), têm coisas ótimas pra gente se inspirar :D

E eu tô com vontade de usar todas, de levar as fotos pra costureira e falar ‘Faz tudo igual, peloamordedeus!” ;)

Lauren Moffatt entrou no mundo da moda em 2000, e foi descrita pelo jornal WWD e pela Vogue como uma ‘designer pra ficar de olho’.

 

 


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O moralismo e o estereótipo

Eu sempre fui uma menina meio moralista. Na escola, sempre achei que as pessoas que não se esforçavam, que ficavam brincando demais ou namorando demais não mereciam mais do que meu descaso. Até parece que isso faria alguma diferença na vida delas, né. Mas eu tinha mania de achar que era dona da verdade, e ninguém tirava isso da minha cabeça. Aí o tempo foi passando, eu fui crescendo, e essa arrogância foi indo embora. Mas não de todo. Nunca vai, né? São traços da nossa personalidade que ficam meio que para todo o sempre.

Eu falo isso porque um dia mostrei um texto meu pro Luigi (@luigi_torre) e pro Gab (@gab_marchi) e eles disseram que meu texto estava moralista. E eu “Oi? Essa fase da minha vida já passou, beijos!”. Mas aí, conversando com eles, comecei a perceber que era verdade. Que eu imputava juízos de valor em frases que só pareciam ser inocentes. Daí, como eu sou encafifada com as coisas, comecei a pensar isso na vida e na moda. Em como eu só achava ‘correto’ maneiras determinadas de expressão de moda.

Por exemplo: Eu costumava achar decote, roupa justa e comprimentos curtos vulgares (tudo junto PODE ser, mas não necessariamente), mesmo que separados. Mas isso é um juízo de valor meu. Não é verdade absoluta.

E comecei a pensar mais a fundo que elegância e se vestir bem tem muito mais a ver com estar confortável dentro de uma roupa, se sentindo bem (poderosa!) e com confiança. Tipo a Serena/Blake Lively de Gossip Girl. Eu a achava o ícone-mor do piriguetismo, sem sombra de dúvidas. E aí, quando comecei a pensar melhor nessas definições de vulgar e piriguetes e afins, comecei a ver com outros olhos.

Também acho que tenha a ver com adequação ao seu corpo e a sua idade. No exemplo da Blake, ela é uma garota jovem com um corpo incrível. Em outros exemplos, tipo uma Mulher-Fruta, pode rolar um exagero, por tudo ser grande demais. Tipo, decote grande com peitos enormes, com roupa justa e bumbum gigante e saia curta com coxas bem grossas. Na minha cabeça a conta resulta em exagero.

Então venho tentando pensar mais assim, com menos moralismo e mais diversão no se vestir (e na vida, yey!).

Porque a vida é curta pra se prender a estereótipos e preconceitos!

E o editorial de hoje tem um pouco dessa coisa de não se prender aos estereótipos. Porque eu costumava achar que qualquer coisa com ‘pegada’ sexy era over. Ai que tontinha, eu!

Eu fiquei olhando muito tempo pra ele, pois nestas fotos estão imbutidos um monte de coisas que eu gosto, como ar vintage, menina fofa, inocência danadinha, comprimentos curtos (eu amo pernas de fora, mais que tudo!), toda uma aura 60′s e mais!

Também amo as coordenações de cores, de texturas e os sapatos ‘statement’. E os chapéus? Estou morrendo por cada um deles ; )

Eu gosto muito dessa coisa Lolita, mesmo. Acho que é jovem (não de existência, né, hahaha), acho que é sexy, acho que é engraçadinha e elegante. Sério, gosto muito dessa imagem!

Esse é um dos editoriais que mais têm a ver comigo. Quero imprimi-lo e emoldurar, pode?

Momento egotrip: Denise Dahdah definiu um look meu no “7 dias com Estilo” de Lolita. Quem quiser (e não tiver nada mais legal pra fazer, haha) ver, é só clicar.

The Dreamer (Vogue UK – October 2010)

Modelo: Anna Jagodzinska

Fotógrafa: Laura Sciacovelli

Styling: Charlotte Stockdale

Luvas+Couro de um jeito nada óbvio+bolsa carteira+clogs+chapéu=Paixão!

Amo o sapato, que não é óbvio, porque dá agressividade ao resto, que é todo fofo.

Coordenação de cores que amo (e uso muito), sapato com textura (que eu acho que é camurça) e oversized suéter com outra textura, e tudo fica muito lindo.

Outra coodenação de cores maravilhosa, e a botinha, de novo, não é óbvia. Mas essa altura é meio cruel, engorda a perna de um jeito doido. Mas as sortudas de perna magrinha, podem usar muito! E eu não consigo parar de olhar pra esse vestido. Sério!

Essa foto vai, com certeza pro hall das minhas preferidas. O sapato ladylike com essa cor deliciosa, com bolsa carteira e um pedacinho da manga verdinha aparecendo, com capa ‘camel’ e chapéu. Não consigo não amar cada centímetro. Adendo: A vespa (ou scooter) não é de morrer?

Em um post passado, falei que tava enjoada do couro do jeito que as pessoas vinham usando. Pois bem, nesse vestido/capa/não sei bem o que é o couro aparece de um jeito novo, combinado com sapato e meias diferentes. Nada de ankle boots (que eu amo, btw) ou sandália abotinada. Mas um sapato mais tradicional com uma meia incrível. Adorei!

Gosto de tudo aqui. Da cor, do modelo do vestido-suéter que tem essa manga nova, do cabelo bagunçado e da bolsa de mão.

Bolsa à tiracolo colorida, nesse look todo escurão. A gente não consegue ver o resto, mas eu imagino que o blazer seja curto e que as pernocas fiquem de fora. Bem lindo!

Quem puder arrematar uma peça ‘camel’ (a cor desse casaco), faça! É um coringa e olha como fica lindo combinado com cores vibrantes e cheias de vida.

Bisou bisou,

Stephanie Noelle

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Modern Love

Editoriais de moda são, na minha concepção, metáforas da moda. É onde o pessoal criativo como os editores, stylists, diretores de arte, fotógrafos, produtores e etc montam uma imagem de moda, que inspira e nos faz sonhar (ou refletir, como nesse Water&Oil da Vogue Italia).

Aí, como numa metáfora mesmo, a gente interpreta aquela imagem. Não é literal, não é para sair daquele jeito na rua (mas se quiser sair, somos todos livres!). Eu sempre ouço pessoas falando “Mas nessas revistas as fotos são muito malucas, ninguém anda daquele jeito!”. E é difícil mesmo, especialmente no Brasil, nos depararmos com pessoal montado. Mas a intenção não é essa, muito pelo contrário. Acho que quanto mais forte a imagem de moda (e às vezes, mais longe da realidade), mais e mais interessante, e instigante, é o trabalho final. Cito novamente o editorial da Vogue Italia, com o link ali em cima.

“Modern Love”, um dos meus editoriais favoritos dos últimos tempos, foi veiculado na Interview de Agosto (aquela com a Marion na capa), que o Augusto, meu chefe, trouxe para mim da sua última viagem, e eu tô muito apaixonada! A imagem é forte, mas deliciosa. Amo o constraste entre a Freja delicada, de vestidinhos, mas com olhão e cabelo poderosos, ao lado do Dan, super fashionista-rocker.

Eu, particularmente, acho incrível casais que ‘combinam’. É meio uó a menina tipo com salto, roupa arrumadinha, ao lado de um cara de chinelo de dedo e camiseta furada. Acho feio!

Diarinho mode on: Eu tenho orgulho do meu namorado, que se preocupa em se vestir bem, vê fotos de street style e até uns blogs de moda, e a gente sempre tá ‘no mesmo nível’ (oi?) de montação. Acho fofo!

Anyway, além da coisa ‘casal fashionista’, reparem nos vestidos, bolsas e sapatos da Freja. São de morrer! A maioria dos sapatos, aliás, são da nova coleção da Miu Miu, que tem emplacado hit atrás da hit! Quem não lembra das estampas das gaivotas, gatinhos e corpos humanos nus?

MODERN LOVE

Interview August 2010

Não fiz nenhum comentário porque todos iam ser: “Que lindo, quero pra mim!” ; )

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