Mudança, vou contar pra vocês

mudanca

Eu quero falar sobre o porquê eu sumi daqui.
Eu quero falar sobre tudo o que eu aprendi.
Mas eu ainda estou pensando nisso tudo.
Por enquanto, vou contar pra vocês uma mudança das grandes que aconteceu na minha vida -e que vai ter relação direta com o blog, vocês vão notar.
Ó só:

É isso.
Muita coisa vai mudar, mas vocês vão me acompanhar em tudo isso <3
Tem muita coisa legal pra acontecer ano que vem, coisas que eu fui atrás, coisas que vieram até mim, coisas que vão me desafiar muito, coisas que vão me deixar muito muito feliz, e muita coisa pra aprender.

Ah, vou gravar um vídeo de perguntas e respostas, então se vocês quiserem mandar algumas, coloca aí nos comentários. Inclusive sobre a mudança -menos ‘por que eu saí’, porque acho que deu pra entender, né? haha :)

Que venha esse 2017 aí.

Ah, escuta essa música aqui:

Beijos e até mais!

twitter & periscope | facebook | instagram | youtube | snapchat {cheznoelle} | spotify | pinterest

FacebookTwitterTumblrGoogle+FlipboardCompartilhe :)

Ninguém tem o direito de fazer você se sentir mal

beautiful“Você é linda e ninguém tem o direito de fazer você se sentir como se não fosse”

Engraçado como às vezes parece que o universo conspira para que eu escreva sobre alguma coisa. Começa com alguém me contando uma situação, depois outra pessoa que passou pela mesma coisa, depois outra, até eu pensar “olha, acho que posso escrever sobre isso”. Tipo sobre o assunto de hoje.

Por que nós, mulheres, gostamos de apontar em outras mulheres coisas que não NOS agradam? Por que alguém, que muitas vezes nem te conhece direito, não é um amigo íntimo nem nada do tipo, se acha no direito de dizer pra você “seu cabelo não ficou bom assim”, “você está gordinha”, “achei que estivesse grávida”, “essa roupa não te valoriza”, “você não ficou bem com essa calça”? Muitas vezes com aquela condescendência que só torna tudo pior “olha, te adoro (e a pessoa nem é próxima), mas não rolou essa sua cor nova de cabelo”, “Você é tão linda, por que não usa roupas que combinam com seu tipo físico?”.

Somos inseguras, isso é fato. Ok, alguma porcentagem pequena da população de mulheres provavelmente não é, mas vamos falar de nós que somos. Temos muito mais qualidades que “defeitos” ou “falhas”, mas são essas poucas coisas formam nosso calcanhar de Aquiles. Somos inseguras e grande parte da culpa disso é da sociedade que dita o tempo todo qual o corpo, o cabelo, o rosto que você e eu devemos ter. Ainda vivemos numa sociedade que tem sim um padrão de beleza, e todas as bilhões de pessoas que não se encaixam nele deveriam tentar ou sofrer por não querer tentar mas ser pressionada porque deveria sim estar tentando.

Nós, mulheres, sofremos com isso. Nós sabemos como é se sentir assim. Nós sentimos aquela pontada quando alguém aponta alguma coisa em você e diz que está errado. Somos nós que recebemos 100 elogios, mas é a única crítica _não construtiva_ sobre nossa aparência que vai ecoar em nossa mente durante o dia todo, a noite e quem sabe quanto tempo mais. Somos nós que estamos ok com uma característica até alguém dizer “por que você não faz isso pra mudar/melhorar/diminuir tal coisa?” e de repente aquilo vira um problema. Você nem sabia, nunca tinha reparado que seu queixo/poros/nariz/etc era assim ou assado. Mas aquela outra moça reparou e ainda fez questão de te dizer. Pronto, agora você quer consertar seu queixo/poros/nariz/etc. Somos nós que passamos por isso. Somos nós que vivemos de dieta enquanto queríamos estar comendo um risotto no almoço e um bombom no meio do dia. Somos nós que sentimos isso na pele.

99e4304de9b0a2fcde20895892e92113“ninguém nunca se tornou maior ao apontar o quão pequena outra pessoa é”

Se somos nós que sabemos disso tudo, POR QUE somos nós, mulheres, que fazemos outras mulheres se sentirem PIORES com elas mesmas? Ao invés de usarmos essa ligação para uma coisa boa e fazer o dia de alguém melhor simplesmente elogiando algo que é belo nela, nós apontamos o que achamos feio na outra para nos sentirmos melhor com nós mesmas.

Usamos as inseguranças de outras iguais a nós para diminuir, mesmo que por 5 segundos, a nossa própria. Para apontar nos outros e por aqueles míseros segundos, esquecer dos seus próprios. Para fazermos nós mesmos acreditarmos que estamos sendo SINCERAS, do tipo “olha, vou ser sincera, odiei seu cabelo”, quando na verdade estamos sendo más. Baixas e mesquinhas.

Somos o tempo todo, em qualquer lugar, julgadas e medidas dos pés à cabeça simplesmente por sermos mulheres. Mas não é triste notar que grande parte desses olhares são femininos? Olhares que poderiam ser mais solidários, mais cúmplices.

e16ea609d8a68bb914049b03d8c21920“Se você não pode ser gentil, fique quieto”

Vi ontem um vídeo da Dove sobre Selfies. O tal termo para os autorretratos feitos no celular, e a palavra mais usada no instagram no ano de 2013. E o vídeo era justamente sobre o poder de uma selfie na autoestima de garotas adolescentes americanas. E elas foram convidadas a tirar uma “selfie” que mostrasse aquilo que elas NÃO gostavam nelas mesmas. Elas inclusive falam como se sentem quando alguém aponta aquela falha e de como as inseguranças das mães (que estão sempre reclamando das suas inseguranças, como qualquer pessoa) fazem com que elas prestem mais atenção nas próprias e comecem a criar as suas próprias. É tão doloroso ouvir uma garota dizer “Eu tenho medo de me mostrar pro mundo”. Afinal, o que estamos fazendo? Que mundo estamos perpetuando? E aí no fim no vídeo é organizada uma exposição com as selfies dessas meninas e suas mães, que também foram convidadas a se fotografarem.

O que mais me chamou a atenção foi que na expo eles pediam pra galera deixar post its nas fotos, tipo comentários. E eram comentários belos, falando sobre o quanto aquele sorriso é lindo, o quanto o olhar dela é forte, e coisas assim. Apontando que aquelas coisas que elas não gostam nelas é o que faz delas diferentes e únicas e lindas. E as garotas se sentiam tão felizes, tão bem com elas mesmas. Sendo que no começo do vídeo eu até fiquei com vontade de chorar ouvindo os depoimentos delas. A sociedade e o padrão é muito duro com a gente.

98a4a44ce5753113b8337651dc20a08c“uma fagulha de gentileza pode colocar uma gigantesca explosão de brilho no dia de alguém”

Hoje muitas de nós postamos fotos nossas na internet. E muitas de nós julgamos quem faz isso, desde “aff, que idiota, que egocêntrica, ela quer atenção, que narcisista” até os tais comentários nada agradáveis sobre o peso/maquiagem/cor de cabelo/roupa/unha por fazer (!) da outra. Sendo que é naquele momento que estamos nos sentindo bem com nós mesmas, sendo reais, num mundo de inseguranças e padrões tão inatingíveis.

Li uma coisa linda esses dias e queria terminar com essa frase:

“Estamos todas lutando para sobreviver em nossos corpos. Seja generosa se alguém posta uma foto de si mesma”. 

Bisous e boa semana <3

Suas lindas!

coracao

Pra acompanhar o Chez Noelle:

vday_tw TwitterfbFacebookvday_igInstagramytYoutube

O corpo “perfeito” e os nossos julgamentos.

Resolvi sair do meu casulo do fechamento (gente, tá tão puxado, tão puxado, que tô até me sentindo culpada de estar escrevendo aqui!) só pra falar de um assunto que me chamou a atenção.

Na verdade esse texto eu publiquei no facebook do blog, mas como nem todo mundo tem fb, nem todo mundo vê as atualizações e eu acho o assunto importante, resolvi trazer pra cá. Senta que lá vem polêmica hihihi.

Ontem (ou anteontem?) rolou uma comoção geral no facebook sobre a matéria que a revista Marie Claire publicou falando sobre a Izabel Goulart, que é modelo, e seu “corpo perfeito”. Vale dizer que eles fizeram um update depois, inclusive trocaram o título polêmico de “izabel goulart exibe corpo perfeito” para “fãs elogiam: corpo perfeito”.

Geral falou sobre a Izabel não ter um corpo perfeito, e sim uma doença, como anorexia.

Eu penso algumas coisas a respeito:

1. O meu maior problema com a matéria é caracterizar aquele corpo como”perfeito”. Não gosto quando determinam o que é um corpo perfeito, por que quem determina? Qual o padrão? Perfeito pra quem? Bonito pra quem? Perfeito para a profissão dela de modelo? Talvez. Perfeito para todas as mulheres do mundo? Não, porque cada uma de nós tem um biotipo e uma PREFERÊNCIA. Tem quem goste de ter bundão, tem quem goste de ter peitão, tem quem goste de cintura marcada, tem quem goste de coxão, tem quem goste de perna fina, panturrilha grossa, barriga trincada, barriga lisa, TEM DE TUDO. E ainda bem que tem de tudo, o que seria do verde se todo mundo só gostasse do amarelo, né? Por isso, não acredito em corpo perfeito. Acredito no meu ideal de corpo, no que me faz feliz, seja ele como for.

2. Sei que o padrão hoje tá foda. Tá difícil se sentir bem consigo mesma com essas minas super magras e super saradas pipocando toda hora. Mas acredito que quem corrobora um padrão, além da mídia, somos nós mesmas. Nós que babamos num corpo que não está dentro da nossa realidade (seja de biotipo, seja financeira, seja social, seja qual for). Por que a gente não se inspira em modelos possíveis PRA GENTE? A revolução começa na nossa cabeça, e muda, geralmente, só a nossa vida. E isso é mais do que suficiente, pelo menos por agora.

Glamour-Poll

3. Nem toda magrela é doente, nem toda sarada é saudável. E xingar alguém de anoréxica ou ficar oferecendo um prato de arroz, feijão e batata frita pra alguém que pode ou não estar doente, não é diferente de xingar alguém que você considera gordo, obeso, saco de areia. Ser saudável NÃO TEM A VER COM O CORPO QUE VOCÊ TEM, acreditem nisso. Tem muita gente que come bem e não usa 38, e tem muita gente que usa 36 e vive à base de hambúrguer e coca cola. Quem sabe se você é saudável é você, seu médico e seu estilo de vida. Então sei lá, é tão feio e tão chato ficar xingando a outra de anoréxica ou doente o mesmo tanto que é feio ficar xingando a colega de sala de baleia, sei lá. Não tô defendendo a magreza da Izabel ou dizendo que ela saudável. Só tô dizendo que eu não tenho embasamento pra falar isso, mesmo que eu não almeje esse corpo ou não ache bonito. Temos (eu também) que parar de julgar tanto a aparência e o corpo dos outros, para o nosso bem também.

beautiful

Tem mais coisas que eu penso, mas por enquanto vamos ficar nisso porque já rende assunto e eu posso voltar ao trabalho. Aliás, isso tem tudo a ver com esse texto aqui que escrevi. 

E vocês, o que vocês acham?

coracao

Pra acompanhar o Chez Noelle:

vday_tw TwitterfbFacebookvday_igInstagramytYoutube

Brilho no olho: “Edição do T”

Às vezes eu passo dias sem ver nada que me chame realmente a atenção. Fico naquele marasmo internético, chato, porém usual. Mas aí tem dias que você vê uma coisa legal atrás da outra, uma coisa inspiradora, diferente, divertida ou só fofinha mesma. Ontem foi um desses dias. E na hora que tava organizando os links pra postar, me dei conta de que tudo começava com a letra T haha. Enfim, uma bobeira, mas achei inusitado.

coracao

home-voyeur

A imagem acima vem de um site que eu desconhecia até ontem, mas foi bater o olho pra descobrir que não vivo mais sem: é o The Home Voyeur, uma espécie de The Selby + The Coveteur, só que com muuuuito mais fotos e detalhes. E tudo brasileiro. Eu fiquei sabendo do site graças a um email da assessoria, que notou que eu sou doida por essas coisas e me apresentou. É na realidade um site extensão de uma imobiliária daqui _que eu também não conhecia_, meio alternativa, dessas que garimpam casinhas bem especiais para as pessoas. Eu achei a ideia do site ótima, e em cada imagem tem a descrição, da onde veio, o que significa. E como eu amo decoração, fiquei bem locona, horas e horas passeando por lá, juntando ideias e vontades.

...

Quem acompanha o Chez lá no facebook já sabe, mas um dos blogs (ou seria site?) mais legais dos últimos tempos na minha opinião é o Think Olga. Se você é uma mina firmeza e inteligente, que se importa com a situação do gênero na sociedade, que não aguenta mais ser assediada na rua por um bando de manés, que se intitula feminista e não entende gente que acha que feminismo é uma coisa ruim, amiga, corre ler todos os textos do Think Olga. Um dos meus preferidos é o “Por que é difícil ser feminista“, mas todos são um deleite. Tem um que fala sobre o machismo no mundo dos videogames (me identifiquei hehe), um sobre gostar de moda e ser feminista (me identifiquei de novo), outro que postei ontem na fanpage sobre ser assediada, enfim, uma variedade com muita qualidade haha. Acho muito legal todo mundo conhecer, pra parar de ter aquela ideia de que feministas são mulheres amargas, que odeiam depilação, homens e batom ;)

olga-frase

...

Ontem o André, meu editor lá na L’Officiel, me indicou esse site que chama “The Talks“, que é só de entrevistas. Mas não qualquer entrevistinha. São as entrevistas mais legais que eu já li. Dá pra passar um milhão de anos lendo e se surpreendendo e se inspirando e amando cada vez mais as pessoas que tão sendo entrevistadas. Tem um diretotório de A-Z, então dá pra ver todo mundo que tem lá, mas acho que cês vão ficar doidonas como eu. Abri umas 6 abas com personagens que eu queria ler. Vão lá e se divirtam. Eu já amei a da Sofia Coppola, da Meryl Streep e do meu  pessimista-favorito, Woody Allen.

the-talks

...

Acho que já falei por aqui, mas relembrando: eu amo Taylor Swift haha. Não sou dessas fãs mega-enlouquecidas, que se chamam de Swifties e tal, mas eu tenho todos os cds _hehe_, acompanho os clipes, piro nas roupas, fico de olho no namorado da vez, essas coisas. E eu também amo o Ed Sheeran, um ruivinho muito fofo, que tem um cd incrível, que foi trilha sonora de uma viagem que eu fiz com o David há um tempo, e choveu muito e a gente ficava no quarto ouvindo o cd dele. Aí que eles têm essa música juntos, Everything Has Changed, que é a coisa mais linda! E eu dei de cara com o clipe ontem e me derreti toda. Uma belezinha! <3

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=w1oM3kQpXRo&w=650&h=366]

 

Espero que cês gostem dos links ;)

bisous2

ps: a promo de “Bling Ring” acaba essa semana!

coracao

Pra acompanhar o Chez Noelle:

vday_tw TwitterfbFacebookvday_igInstagramytYoutube

Vale fazer?

Vou confessar uma coisa pra vocês: quando fiz aquele vídeo, nem pensava em fazer outro. Simplesmente porque, na minha cabeça, tudo já foi feito. Já fizeram tutorial sobre tudo, vídeo de tudo. E quando eu paro e penso de verdade sobre isso, eu fico com vontade de parar o blog, porque afinal, tudo ou quase tudo já foi dito. Já falaram sobre delineadores em um milhão e meio de lugares. Já explicaram como passar sombra colorida em mais 150 mil. Já escreveram sobre água termal em mais trocentos blogs diferentes. E quando eu olho e penso nisso, eu fico com vontade de parar.

Mas têm duas coisas que me impulsionam a continuar.

Uma delas é um ensinamento da minha chefe-inspiração-maior-da-vida-e-profissional-mais-incrível-que-eu-já-conheci Erika Palomino. Um belo dia ela me disse: “Stephanie, a nossa leitora tem que ler sobre as coisas na nossa revista. É um compromisso com quem nos lê que a notícia esteja no veículo que ela escolheu”. E eu nunca mais me esqueci disso. E penso nisso agora, com o blog, nessa minha nova fase “super ativa” haha. Eu amo meus leitores e acho que se a pessoa escolheu entrar aqui hoje, ela merece encontrar as coisas por aqui. Não precisar ir procurar em outro blog/site simplesmente porque eu presumi que ela já sabia, visto que ‘todo mundo já falou de tudo’. Afinal, esse conceito de exclusividade tá meio furado desde que a internet se alastrou pelo mundo, não é mesmo?

A outra coisa, descobri hoje. Que o Brasil é terceiro maior mercado consumidor do mundo em beleza (artigos de higiene e cosméticos), já é meio velho. Porém, tenho escutado aqui e acolá vários dados intrigantes nos últimos dias sobre os hábitos de consumo da brasileira, que tornam nosso mercado… intrigante haha. Um deles, esse que li hoje, foi especial. Saiu hoje no Valor Econômico que apesar de ocuparmos essa posição de terceiro lugar no mundo, o brasileiro gasta em média apenas 240 dólares em produtos de beleza por ano. Se você pensar no preço dos produtos de beauté no Brasil, esse valor é baixo pra dedéu, não é? E a explicação, dada pela Andrea Bisker, a diretora do WGSN no Brasil, aquele escritório que pesquisa tendências no mundo todo, contou que isso acontece porque “o acesso aos produtos aumentou, mas as pessoas ainda não sabem como usá-los. Quem quer entrar no mercado de beleza precisa ter compromisso com a educação, é preciso gerar a experimentação, mostrar como o produto deve ser consumido”.

Compartilhei o link da notícia no facebook e imediatamente uma amiga, a Marília, respondeu que é verdade. Ela e outras pessoas que ela conhece não compram mais maquiagens além do básico porque não sabem como usar, o que cada um faz, como combinar. Quando postei meu vídeo, várias amigas vieram me falar ‘nossa, nem sabia que x existia’ ou ‘que legal, aprendi a usar y produto pelo seu vídeo’. Mesmo eu achando que meu vídeo era banal, ele acrescentou algo de novo no repertório daquela pessoa. E é isso que vale, né? Se uma pessoinha se “satisfaz”, acho que já vale o esforço.

No fim do dia _de hoje_ cheguei a conclusão que não vou me importar com o fato que o mundo já falou de tudo. Eu vou continuar a falar, vou continuar a escrever, e gravar coisas esporadicamente, mesmo que outras pessoas já tenham feito isso.

Se você escolheu estar aqui hoje, eu devo um bom conteúdo a você. E é nisso que eu estou trabalhando ;)

Bisous, bisous

Stephanie

Faça o que você ama, ame o que você faz.