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Por que Beleza?

Outro dia meu namorado, David, me perguntou: “Você ainda tem vontade de voltar a escrever sobre moda, no trabalho?”.
Eu pensei uns cinco segundos, no máximo. “Na verdade, não”.

Minha carreira no jornalismo começou na moda, lá no meu primeiro ano da faculdade, no segundo mês de curso, assim cedo mesmo. Desde então, até ano passado, sei lá, essas coisas não tem data marcada, escrever sobre moda era minha paixão. Era o que me movia, o que me fazia ter vontade de acordar de manhã e ir pro trabalho.

Também, com os exemplos que tive ao meu redor, não era difícil querer seguir pelo mesmo caminho. Tive aula com a Vivi Whiteman e com o Alcino Leite Neto, tive os melhores professores do mundo no trabalho, Luigi Torre e André Rodrigues.

Mas não acho que a gente tenha que escolher uma coisa e ficar grudado nela simplesmente porque é o que você imagina que é o que mais vai te fazer feliz no mundo. Entrei na faculdade querendo cobrir política, entendem? E olha, tenho um anjo da guarda na minha vida, que atende pelo nome de Erika Palomino, que é o tipo de pessoa que enquanto cê vai com a farinha ela já voltou com três bolos prontos, decorados e cortadinhos.

Daí que dona Erika, um dia, lá no FFW ainda, deu a dica pro André me botar pra cobrir Beleza. A Ana, que fazia isso na época, não era muito chegada e a Erika já tinha catado que eu pendia pra esse lado da vaidade. O André seguiu o conselho dela, e eu fiquei fazendo isso um tempão. Só que ainda não era aquele tchans pra mim. Eu fazia isso de rabo de olho na moda, lendo o Luigi, tentando aprender o máximo possível, essas coisas todas. Depois que o Lu e o Dé saíram do FFW, todo mundo começou a cobrir tudo e eu fiquei mais na moda. Mas sabe quando você sente falta de algo, mas nem sabe direito o que é?

Eu sei hoje. A moda ainda é uma paixão, mas desde o dia em que a Erika me mandou o email mais feliz da minha vida me chamando pra trabalhar com ela e cuidar da seção de beleza na L’Officiel, eu me joguei, assim, com tudo, na área. Com uma paixão doida, uma mistura de curiosidade com querer dar certo e não decepcionar ninguém. Porque afinal, eu pulei de estagiária pra responsável por uma seção inteira numa revista internacional. Não dava pra ficar tranks. E eu fiz. Botei a cabeça lá e nunca mais tirei.

E eu nunca tinha parado pra pensar nisso até o David me perguntar. “E a moda?”. A moda continua a me encantar, mas a Beleza me conquistou de um jeito, que quando eu falo sobre isso meu olho brilha que parece que tô apaixonada.

Escolhi Beleza pra minha vida porque me inspira de um jeito que nem achei que fosse possível. Parece óbvio, mas trabalhar, escrever, viver todo dia uma coisa que faz alguém se sentir melhor com ela mesma é apenas maravilhoso. Falei um pouco (muito, na real) sobre como enxergo o trabalho na beleza nesse texto aqui, e é isso. Acho incrível poder contar essas histórias na revista e aqui no blog, de inspiração, de amor com você mesma ou mesmo, de autoestima.

E é de todos os lados que vem isso, sabe. Cada pessoa que eu entrevisto, tipo esses maquiadores/perfumistas/criadores magníficos que falam coisas que me dá vontade de chorar lagriminhas de emoção e dar um abraço e falar “obrigada por ser tão sensacional assim”. Não sei se tive sorte, mas até hoje, toda pessoa que entrevistei desde que entrei na revista foi maravilhosa. Não teve uma pessoa que eu pensasse “nhé, que chato” ou “que pessoa uó, cheia de carão”. E na moda eu sentia muito isso. De muita gente querer ser maior que seu próprio trabalho (posso ter tido menos sorte na moda, né), viver com aquele carão de “sou da moda, vocês não me atingem”, que não são todos, mas são muitos.

É… contagiante. Cada pessoa que eu entrevisto bota mais um pedacinho de amor pela Beleza no meu coração, me ensina uma coisa _prática ou pra vida_, me inspira. E cada pessoa que me conta que eu escrevi algo que mudou a vida dela, me bota mais um milhão de pedacinhos desse amor. Outro dia a Deise, uma leitora querida, me escreveu que começou a usar batom vermelho por causa de um texto meu. A Joana, nossa diretora de arte, disse que se apaixonou por maquiagem e perdeu o medo de usar depois que começou a ler minhas matérias e conviver comigo (que obviamente, falo disso boa parte do tempo no trabalho). Tudo isso é TÃO MARAVILHOSO que eu não sei nem descrever com uma palavra melhor que essa.

A Beleza é leve. Mas não é superficial. Afinal, movimenta a economia loucamente _só ano passado aqui no Brasil foram 43 bilhões de dólares movimentados no setor_, dá trabalho pra uma pancada de gente (só na fábrica da Natura, em Cajamar, são 6 mil pessoas trabalhando com esse assunto que tem gente que acha que é fútil) e tem essa coisa boa demais de alegrar a vida.

E é por isso que eu respondi “na verdade, não” para o David. Porque trabalhar com isso me faz feliz todos os dias por saber que outras pessoas estão felizes por causa daquilo. Seja por descobrir um produto que dá jeito num incômodo, uma cor nova de batom que a faça sorrir mais, uma dica que muda a vida, um texto que faz você pensar diferente ou ver algo sob uma nova perspectiva. Não sei vocês gente, mas escutar que uma coisa que eu falei ou escrevi na revista _ou mesmo que a pessoa descobriu de outro jeito, mas ela veio compartilhar comigo_ fez bem a ela é muito muito muito gratificante e sensacional.

Pra mim esse poder que a Beleza tem, de deixar a vida da pessoa mais divertida ou gostosa ou feliz mesmo, nem que seja por 10 minutos, é o que me fez amá-la sem reservas, sem medo, meio sem limites. Eu sou daquela filosofia que são as pequenas coisas que fazem nossa vida mais incrível. E para mim, a Beleza entra nisso. Você vai na farmácia comprar um remédio pra dor de cabeça e aí vê uma cor bonita de batom, leva pra casa querendo experimentar, sair com ela, viver com ela um pedaço da sua vida. E é só um batom, mas que deu um brilhinho diferente no seu dia, que deixou a pessoa se sentindo poderosa sendo ela mesma. E isso me encanta, me deixa fascinada.

A moda me inspirou, me inspira e sempre vai me inspirar. É amor, tipo primeiro amor verdadeiro, que a gente lembra pra sempre. Mas a Beleza chegou e mudou minha vida. E eu sou muito feliz por isso. Obrigada Erika, por ter enxergado isso antes mesmo de eu sonhar que poderia fazer disso parte da minha vida <3

Bisous e bom fim de semana pra vocês!

PS: Me assistam hoje na GNT, no Base Aliada, com a Julia Petit, às 20h15 da noite! A gente vai ensinar a fazer uma maquiagem de diva! Foi incrível, espero que vocês gostem haha

PS²: Curtam a página do Chez Noelle no facebook e façam uma Stephanie mais feliz, hahaha.

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Trabalho duro, sempre.

“Coisas boas acontecem para aqueles que esperam”
“Coisas boas acontecem para aqueles que trabalham loucamente e nunca desistem”

Vira e mexe recebo um email de alguma leitora ou leitor querido perguntando “como cheguei até aqui”, onde quer que “aqui” signifique hihi. Eu não vou fazer um post sobre a minha trajetória, porque afinal, tenho só 22 anos, e muito o que trabalhar e aprender pela frente.

Vou só compartilhar esse pensamento aí de cima com vocês, que é algo em que eu acredito piamente. Não existe recompensa sem trabalho duro. Não adianta esperar que as coisas aconteçam sozinhas.

A receita é simples: um trabalho reconhecido e relevante só existe para quem nunca, nunca desiste e nunca para de trabalhar. E aí sim, as coisas acontecem com o tempo :)

Eu não acredito em “fama”, “reconhecimento instantâneo”. Acho que uma carreira é construída dia a dia, e para ser sólida, ou seja, daqui a trinta anos ainda significar alguma coisa, não existe receita mágica, boom do nada. É difícil pensar assim nos dias de hoje, com tanta gente “sendo reconhecida” por aí, mesmo fazendo um trabalho ruim. E eu acredito que o tempo,  ”senhor mais sábio de todos” como aprendi com meu amado Paulo Martinez, é quem vai dizer se valeu a pena fazer um trabalho ruinzinho por cinco minutos de fama, ou se vale mais trabalhar duro e ter uma vida profissional plena, que dure muito tempo, quem sabe até depois que a gente se for, né?

Bisous bisous e bom fim de semana!

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Pensando cá com os meus botões

Acho interessante como alguns grupos adoram atacar a moda pelo seu teor “ditador”, “opressor”, pela importância demasiada com a aparência, esse tipo de coisa. Como se “ok, a gente não pode falar que é algo fútil, já que emprega uma pancada de pessoas, movimenta a economia pra caramba e todo mundo tem que se vestir mesmo, mas já se importar com isso é outra história, porque a moda existe desde seu começo como forma de diferenciação social, e é assim até hoje” (maior aspas de pensamento inventado ever).

Muitas vezes, quando alguém quer tentar me convencer que o que eu amo e o ambiente no qual eu estou inserida é menos “nobre” do que outros, geralmente o argumento usado é esse, que afinal, é um mundo em que as pessoas se importam mais com a aparência do que com, sei lá, QI ou a pobreza.

Quem convive comigo sabe que eu procuro andar sempre muito arrumadinha, de sapatinho alto, batom vermelho, essas coisas. E eu sou assim no dia a dia mesmo. E por isso eu vou assim pra faculdade.

E calhou que nesse semestre estou tendo aulas só na FFLCH, onde “dizem” que a última preocupação da vida é a roupa, a moda, essas coisas. Tá cheio de estudantes de história, letras, ciências sociais, que querem mesmo e estudar. Só que não é bem assim. Estando no ambiente com mais frequência, a gente vai catando umas coisas né? (assim, usando a fflch para analisar o todo)

Como por exemplo, que quase todo mundo me olha torto quando eu entro no prédio com meu salto téc-téc, minha boca vermelha, meu ‘look do dia’. Na aula, na hora de fazer um comentário, rola aqueles olhares enviesados ou de desdém que dizem “pfff, o que essa menina tá fazendo aqui?”.

E duvido que isso seja mérito só meu. Acredito que isso aconteça com muita gente por aí que por motivo x ou y resolveu se preocupar 5 minutos a mais com o que ia vestir pra sair pro mundo. Tanto que já ouvi várias vezes “jura que você vai assim pra USP? E as pessoas não olham feio, não?”. Ou seja, é meio consenso que isso acontece.

Isso obviamente não é um post de “oh meu deus, como sofro preconceito (risos) na minha universidade”. É algo que estava pensando há um tempo e daí na minha última aula _quinta-feira, de elementos de ciências políticas_ o cidadão que estava sentado na cadeira atrás de onde eu estava sentado, olhou pra mim e deu uma risadinha sarcástica assim que eu cheguei. Sei lá né gente. Tacar pedras nos outros por que esse grupo “só se liga nas aparências” quando qualquer (leia-se qualquer mesmo) pessoa faz a mesma coisa, é muita falta de autocrítica.

No fim, o que eu quero dizer mesmo é que julgar pelas aparências, se importar se a pessoa está vestindo uma roupa assim ou assado ou se está com o cabelo de um jeito ou de outro não é só mérito da moda. Isso está intrínseco na maior parte dos seres humanos. E isso não é necessariamente ruim ou bom. Se importar com moda _ou com roupa_ ou não se importar não faz ninguém melhor ou pior do que outra pessoa.

E se colocar em um patamar de superioridade intelectual só porque você “tem outras coisas para se preocupar” e achar a coleguinha fútil só por ela “aparentar” ter outras prioridades não é lá algo que faça muito sentido. É contraditório, não?

Afinal, se geral tivesse mesmo zero interesse nas aparências dos outros, eu, o Zé e a Maria poderíamos ir pra faculdade ou pra qualquer buraco usando Alexandre McQueen ou Alta Costura e ninguém ia nem dar bola.

Todo mundo tem seus valores e analisa-interage com os outros a partir deles. Não é só o povo da moda. Nem só o povo da esquerda. Somos todos.

UPDATE: Usei a FFLCH meio como exemplo. Lá eu percebo isso de uma maneira mais forte. Mas não é só lá e muito menos é todo mundo lá. Não é algo exclusivo da FFLCH, ou da FEA ou da FAU, ou da ECA, lugares onde eu também super frequentei. É algo que pode e provavelmente está em todo lugar. E é isso :)

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Dakota, um exemplo de menina!

Eu AMO a Dakota Fanning. Acho que ela é uma atriz muito promissora e sem afetação. E eu amo que ela só tem 16 anos, e não fica querendo parecer mais velha ou forçando a barra. E ela se veste de um jeito bem fofo!

Tudo isso porque hoje foi publicada uma matéria minha sobre o figurino de The Runaways no FFW, onde ela interpreta Cherie Currie, a vocalista de “The Runaways” (assistam, o figurino é ótimo, a atuação dela tá incrível e é bem legal),  e aí dando uma olhada em fotos da garota, encontrei uma foto do look que ela usou para assistir ao desfile da Miu Miu (marca que eu amo muito muito).

Eu achei muita lindeza. O vestido é uma graça, e por causa do couro, tem um apelo fetichista bem grande. Como Dakota tem 16 anos e não quer fazer a Miley Cirus, ela jogou o cardigan por cima, que ‘acalmou’ o vestido e ainda acrescentou mais interessância (?) com o jogo de ton sur ton.

Sério, uma graça sem fim esse look. O vestido é muito, muito maravilhoso. O bolso é demais, a barra é demais,  cintinho é demais. Enfim. Amei.

E dois looks de brinde, que mostram como a garota salpica doses de estilo nas roupas do dia-a-dia, sem afetação, mais muito legal.

Acho o máximo o jeito que ela mostra que dá para uma garota novinha se vestir de um jeito legal, sem forçar a barra da sensualidade, ou do over, e fugindo do sem-graça que é o jeito que a maioria dos adolescentes se vestem.

Aqui parece que não tem quase nada, mas tem um monte de coisa! Tem mix de textura do poncho com a bolsa, tem tom sobre tom de novo, tem um frescor na cor da bolsa e tem esse sapato maravilhoso. Dakota, arrasou!

E aqui de novo! Ela  faz a linha básica, mas não é chata. Acho o máximo. Em outra foto eu vi que a camisa que ela tava usando por baixo desse casaco era meio oversized, bem bonita. Poucos tons, tudo bem harmônico, mas o salto e o brilho do sapato, junto com a animal print, deixam a produção ótima.

E mesmo que ela seja novinha, as ideias de estilo dela são super usáveis pra todo mundo, de qualquer idade.

Um beijo Dakota, te amo!

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A Mag Maniac!

Antes de tudo, mal posso acreditar que achei a Lula aqui no Brasil. E assim, foi como se o destino nos juntasse haha. Estava eu na seção de revistas da Livraria Cultura, com minhas comprinhas, e indo para o caixa, viro de costas e lá está ela. Em uma pilha de revistas aleatórias de decoração (oi?), sorrindo pra mim. Não hesitei um minuto, porque outro dia liguei em uma das maiores revistaria de São Paulo, da Haddock Lobo, e o moço havia me dito que chega apenas uma por vez, e como ela é semestral, bem, demora um pouco. Além disso, as edições da Lula são tipo de colecionadores, as mais aintigas chegam a custar mais de 200 dólares no Ebay. Pois é. Peguei a danada, segurei forte e fui em frente, com minhas outras comprinhas. Até agora tô meio boba, porque ela é bem linda, tem um papel grosso, entrevistas grandes, fotos maravilhosas… Enfim, um deleite.

Minhas outras aquisições na revistaria da Livraria Cultura. Eu sou mega viciada em revistas, e sou da opinião que é um jeito bem mais barato de “estudar” moda, ótimo pra quem tem recursos mais escassos. Mas também tem que prestar muita atenção, porque existem erros (se não, não existiriam erratas haha), informações mal apuradas, mas pelo preço, acho que vale super a pena.

Eu sou gastadeira confessa em livros e revistas, e são as únicas coisas que eu (quase) não sinto culpa de gastar meu dinheirinho.

Na ordem, de cima pra baixo:

Eu gosto mais das matérias do que dos editoriais, e algumas matérias me tiram do sério, do tipo ‘it girls’ ´pra lá e pra cá, ‘tendência’ pra lá e pra cá, ‘high society’ pra lá e pra cá, mas gosto bem das matérias assinadas pela Simone Esmanhoto, pela Guenia Winitzki e pela Victoria Ceridono (essas duas últimas de beleza). E ela é sempre grooossa, e eu amo revistas grossas ahhaha.

Já tinha folheado essa edição na Bienal, depois o Rogério Cavalcanti (top fotógrafo, que faz vários editoriais pro FFW, e que tem umas ideias muito incríveis) deu uma pro Romeu, falando que os editoriais tavam bem bons. E eu também gosto muito das matérias, e da parte de beleza, com uma seleção de produtos muito legal!

Eu descobri essa revista graças à Vic Ceridono, porque um dia fui na casa dela gravar um vídeo e ela tinha uma mega coleção! Depois, trocamos uns emails, e ela me falou que a Allure era uma das únicas revistas voltada especialmente pra beleza, com só um pouquinho de moda. Como eu estava começando a entrar no ‘núcleo’ de beleza do FFW, comprei pra dar uma olhada e VICIEI. As matérias são gostosas, os assuntos são legais, quem escreve ou quem dá depoimentos sempre tem coisas novas pra contar, e tem uma parte muito legal que chama “Insider’s Guide’, com várias dicas de “Como fazer” alguma coisa, tipo “Como comprar uma camisa branca” até “Como não me atrasar mais”, e as dicas são bem boas! O chato é que, como é uma revista importada, muiiiiitos dos produtos incríveis que eles comentam, não existem no Brasil ou custam mini-fortunas :~

A Nylon eu não lembro como conheci, só sei que é uma delícia. Ela é jovem, tipo da minha idade assim (oi, 20 anos!), e mistura moda e beleza (pra nossa faixa etária) com música, cinema, literatura. E a diagramação dela é linda! As matérias são muiito boas, e as capas sempre são ícones do povo jovem, assim como as entrevistas e matérias perfis. E eles sempre ligam maquiagem com filme, música, de um jeito tão legal! Vale a pena. Ah, e tem a Nylon Guys, que já tô tentando convencer o namorado a comprar haha. Ela também é importada, então tem a coisa chata de admirar mil coisas e não ter acesso a nada. Mas ok, assim pratico o auto-controle (hífen, sem hífen?)

A revista editada pela Leith Clark, ex-voguete, é, muito provavelmente, a revista mais girlie do planeta Terra. E só isso já é motivo para eu amá-la. Ela é bem diferente das demais, muito mais conceitual, a capa não tem chamada nenhuma, tem poucas propagandas, matéria de serviço é sempre em editoriais (vou postar logo logo uma), segue sempre um mesmo padrão. Enfim, parece mais um livro do que uma revista de moda. Por isso, eu acho, ela é semestral. Ah, as entrevistas são enooormes, uma delícia.

É claro que aí não estão todas as revistas que eu gosto, especialmente porque a Vogue Paris custa R$78 (isso todo mês, já pensou?), a Vogue Italia também beira a centena, e eu sou uma reles estagiária hahaha.

E é isso. O cartão de crédito não agradece o rombo na conta, mas minha peruice/inteligência/meninice sim. Eu ainda vou demorar para ler todas com calma, já que Fashion Rio e SPFW me deixaram fora do mundo, especialmente o acadêmico, e eu tenho muitas coisas a resolver, mas logo logo chegam as minhas (merecidas) férias da faculdade e eu vou ter tempo de ler tudo isso e mais um pouco.

Bisous ;*

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Lista de Livros ;)

Este post foi inicialmente veiculado no blog Chez Noelle, no dia 01/08/2009.

Estou ensaiando para lançar esse blog há um tempão, pois costumava escrever no livejournal, porém quando comecei a estudar para o vestibular, praticamente me desliguei da internet, e acabei ficando um longo tempo sem escrever. Mas eu gosto muito, oi, sou jornalista, e sentia muita falta de poder ter um lugarzinho fofo no qual eu me sentisse bem para escrever.

O livejournal já não me atrai mais, pois lembra outra época da minha vida, outra fase. Portanto, graças à fofurice da Lolla, comecei o meu blog público, e espero que seja divertido!

Assim como escrito no header, esse é um blog sobre minha vida, o que inclui tudo aquilo que gosto, desde moda, literatura, cinema até relatos pessoais, que é o que muito provavelmente vai rechear muito mais isso aqui. Portanto, esse blog é pessoal, sem pretensões de ser algo muito maior que isso. Ao menos por enquanto!

Tomei coragem, e vergonha na cara, para escrever o post inaugural, pois esse será um final de semana diferente, já que meu namorado, David, e seu irmão e meu melhor amigo, Augusto, voltaram para nossa cidade e eu ficarei sozinha, apenas na companhia de uma TV a cabo, internet, um box de Desperate Housewives e cinco livrinhos que peguei na Biblioteca da ECA.

Estou louquinha para ler cada um deles, e como as aulas só começam dia 17 (gripe suína, oi?), vou ter um tempão para aproveitar.

Esse não foi bem um post inaugural, mas… Who cares?

Prazer em conhecer cada um que vier aqui, espero que gostem ;)

Bisous,

PS: O Augusto escreveu e postou um poema para mim lá no blog dele. É absurdo de fofo! Obrigada amiguinho!

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