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C’est mon rêve joli

Eu tenho esse sonho, desde muito pequena, de conhecer Paris. Lembro que quando eu era novinha, com uns 9 ou 10 anos, eu imaginava que uma rainha francesa descobria que eu era a neta perdida dela, e vinha me buscar, para morar em Paris. Eu passava tardes inteiras brincando no quintal, imaginando Paris. A Cidade Luz é muito viva na minha imaginação. Milhares de cenas inesquecíveis da minha vida eu sonho tendo Paris como pano de fundo. É uma cidade muito especial pra mim, mesmo nunca ter estado lá, nunca ter pisado lá.

Minha lista de lugares para conhecer no mundo é giga, de verdade, mas acho que não existe nenhum lugar que me faça ter palpitações ou dar uma leve choradinha só de ver um foto incrível ou uma cena de filme.
Hoje, por exemplo, estava revendo “The Devil Wears Prada” e fiquei, mais uma vez, em êxtase vendo aquelas cenas mais finais, quando Andy vai para Paris com a Miranda (ai, desculpa se é spoiler pra alguém, mas enfim, é meio conhecimento geral a história, né? E se não for, é bem previsível haha).

Na verdade, não sei direito porque eu amo tanto essa cidade. Talvez seja uma mistura boa de fatores, tipo a origem da minha família (Bordignon!) ser francesa. Quando descobri isso, também novinha, eu fiquei muito feliz, assim, de verdade! Era muito delicioso pensar que havia pelo menos um tiquinho de Paris em mim (minha família é da região de Bourgogne, mas VAI QUE um parente era parisiense? nunca se sabe!). Depois, quando comecei a me interessar por filmes, todos os que eu amava eram franceses ou se passavam em Paris. Isso lá nos meus 13 anos. Daí para a língua, foi um pulinho. Tanto que eu queria muito mais aprender francês do que inglês, algo que demorou demais, mas que aconteceu, finalmente.

Lembro de uma aula de francês, há um ano, mais ou menos, que geral tava reclamando da chatice da pronúncia, da chatice de escrever em francês (alô gente prolixa!), enfim, essas coisas todas que pessoas tontas reclamam quando aprendem francês. Aí minha professorinha pegou e disse algo como “Para os franceses o mais importante é o som, é a beleza da frase. É com o que eles mais se importam. A sonoridade tem que ser linda, tudo o que sair dos seus lábios tem que ser belo”. Mei’ cafona, eu sei, mas aquilo me pegou de um jeito doido! É muita lindeza de espírito se preocupar com a sonoridade das coisas, de sair frases bonitas. É frescura também, mas e daí, quem liga?

E tem o fato de Paris preservar seu passado, que é uma coisa linda de morrer, né gente. Cuidar das origens e preservá-las pra posteridade é ouro. Pena que o Brasil dá de ombros pra isso :(

Cês sabiam que no miolinho de Paris tem limite de altura pras construções? Nada com mais de 37 metros pode ser construído, por questões estéticas. Tem essa Tour Montparnasse, construída lá pelos anos 70, antes da lei dos 37 metros, que tem 200 metros (!) e os parisienses meio que odeiam, porque destoa do resto. Tem também o La Défense, que é um bairro meio periférico executivo-comercial, tipo a Faria Lima deles, que aí é cheio de arranha-céus e prédios coxinha. Eu li uma notícia meio velha que eles tinham derrubado essa lei, mas não sei se ela voltou ou ninguém quis mesmo fazer prédios grandões e feios no meio da minha cidade preferida. Ainda bem. E enfim, acho legal demais uma cidade ter essas preocupações. É diferente da abordagem do Kassab, por exemplo, que só deixam a cidade sem graça – e ela continua feia.

Eu me enxergo meio como a personagem da Carey Mulligan em “An Education”, a Jenny. Ouvindo discos da Juliette Gréco no chão do quarto, falando francês sempre que possível e colocando Paris no patamar mais alto dos desejos. Toda vez que assisto esse filme (eu vi umas quatro vezes), eu fico meio tensa-emocionada-ansiosa na parte de Paris. Sei lá, Paris é TÃO APAIXONANTE! Eu vejo essas cenas, vejo as fotos e fico ansiosa pra finalmente pôr meus pezinhos lá, e andar nas margens do Sena, e tomar vinho na calçada, e falar e ouvir francês sem parar, e toda hora que olhar pros lados ver uma coisa linda.

Paris, na minha imaginação, é charmosa, mas não é fácil. Conheço várias pessoas que foram pra lá e não amaram. Algumas se apaixonaram perdidamente depois de algumas visitas. Eu gosto, sabe. Acho que tem um pouco de mim (vai, me deixem ser presunçosa um pouco haha), dessa coisa de não ser bem o que as pessoas esperam.

Eu nunca tive dúvidas. Paris é a cidade dos meus sonhos, e sempre que alguém me pergunta “Para onde você quer viajar?”, está na ponta da língua: Paris, bien sûr!

Espero que no dia em que eu finalmente realizar meu sonho, Paris também se apaixone por mim.

On dit qu’au delà des mers 
Diz-se que além dos mares
Là-bas sous le ciel clair
Ali, sob o céu claro
Il existe une cité
Existe uma cidade
Au séjour enchanté
A estada é encantada
Et sous les grands arbres noirs
E sob as grandes ávores escuras
Chaque soir
Cada noite
Vers elle s’en va tout mon espoir
Pra lá se vão todas as minhas esperanças

Ce qui m’ensorcelle
É que minha paixão
C’est Paris
É Paris
C’est Paris tout entier
Paris é tudo
Le voir un jour
Vê-la um dia
C’est mon rêve joli
É o mais bonito dos meus sonhos

<3

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No armário e no mundo das ideias

Essa semana dei de cara com duas coleções que me fizeram ter vontade de ter feito Engenharia ao invés de Jornalismo, pra ter conta bancária a altura e poder satisfazer os desejos consumistas todos. Como não rolou, eu fico com a Farm no armário e com a Kate Spade no mundo das ideias. Aliás, muito bonita a coleção da Kate Spade, muito minha cara, mas né, cadê a qualidade dessas fotos? :~

Por favor, não riam da falta de simetria entre as divisões das montagens. Eu super não sei fazer igual em todas.

A Kate Spade fez uma coleção que chama “A Little Slice of Paris” (que é tipo ‘um pedacinho de Paris’), e só o nome já é o suficiente para que eu me derreta e sonhe em andar pela Champs-Élysées vestindo exatamente essas roupas e comendo macarons. E ó que legal, as ilustrações de algumas peças são da Garance Doré, aquela fotógrafa e ilustradora (ou desenhista? confesso que não sei qual nomenclatura usar) que tem um blog muito bonito_e que você provavelmente já conhece. Legal é que Kate Spade vende aqui em São Paulo e eu posso babar na vitrine, chato é que tudo custa muito mais do que um ser da vida real acha ok pagar.

Eu gosto ainda mais das coleções de inverno da Farm do que das coleções de verão porque eu não sou muito das estampas e do carioquismo da marca (embora ache tudo muito divertido) e daí no inverno tem muito mais opção _e menos opções na vida pra não falir_ pra quem quer ficar lindinha, mas não tem o espírito “Carioca way of Life”. Fora isso, não sei muito o que falar. É tudo tão bonitinho que eu deixo vocês ficarem olhando e isso basta.

Cês gostam de posts assim, com coisinhas bonitas meio soltas? Contem aí ;) Ah, me inspirei na seção de consumo do blog da Juliana Cunha (que se você ainda não conhece, vá correndo!).

Bisous

Stephanie Noelle

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Um pouco de inspiração para um dia meio cinza

São Paulo Fashion Week acabou ontem, e eu ainda não sei se quero ou não falar do evento e do que eu gostei (ou não).
Mas de volta ao mundo real, e de volta aos meus feeds, só estou com vontade de compartilhar vários vídeos fofos que tive a chance de ver hoje, que me deixaram feliz (num momento que estou toda triste) e inspirada.

1 ~ Seven Henrietta Street for Kate Spade

Eu não sei qual a finalidade do vídeo (suponho que seja para divulgar a nova coleção da marca), mas é meio que unanimidade o quanto Kate Spade é uma marca fofa, girlie e com jeito de menina sonhadora. Logo, um vídeo feito para a marca não poderia ser diferente. Além disso, eu adoro a Soko, mocinha que canta a deliciosa música do vídeo, “I will never love you more”, e toda a atmosfera é adorável. Já vi mil vezes :x

2 ~ Paris – De Vivre La Langue

Comercial de uma escola de idiomas, mas que é um vídeo lindinho sobre a língua francesa _e os costumes franceses_ com cores lindas, fofurice e encanto. Sério, sou muito apaixonada pela língua francesa, não tinha como não amar esse vídeo.

3 ~ Cinematic

Não conseguir ir a palestra do WGSN (escritório mega especializado em tendências) nesta edição do SPFW, mas graças ao blog “Don’t touch my moleskine”, pude ver os vídeos que foram apresentados, com os temas guias para o verão de 2012! São as chamadas ‘macro-tendências’, e o vídeo que eu mais gostei foi sobre a memória do cinema (que eu amo!).

4 ~ Kate Nash – Do–wah–doo

Kate Nash é uma das minhas cantoras preferidas _e eu ainda não sei se vou conseguir ir ao show :( _, e além dela fazer música legal, ela ainda tem essa vibe antiguinha e de menina-boneca que eu adoro. E esse clipe é uma gracinha!

{Créditos: Oh JoyDon’t Touch My MoleskineGWS}

Boa sexta e bom final de semana para todos :)

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“Louis Vuitton City Guide 2011″ ou “Como convencer pessoas a pegarem um avião impulsivamente”

A grife Louis Vuitton, além das bolsas com monogramas e do criador Marc Jacobs, também tem a oferecer ao mundo seus guias de viagem, uma espécie de supra-sumo para os viajantes endinheirados. Porque, né, você vai gastar uma grana boa para pagar avião~hospedagem~alimentação~passeios~compras e ainda vai sobrar um dinheiro pra investir em guias de viagem da Louis Vuitton. Melhor ainda se for passar pelo gate carregando malas de viagem com o LV estampado. Riqueza é isso. (contém ironia)

Mas, como somos todos (ou a maioria, ou alguns… ou só eu mesma!) viajantes modestos, o que realmente me fez escrever esse post não é o luxo do caderninho de viagens (ou as dicas in-crí-veis dadas por personalidades mais in-crí-veis ainda), mas sim os vídeos de divulgação, que mostram um pouquinho de Paris, Nova York e Berlim, sob uma ótica mais-que-fofa-e-aww-que-lindo, com tons suaves, narração deliciosa (eu coloquei os vídeos em francês, mas tem em inglês logo abaixo deles), imagens cativantes e uma vontade de pegar todo o dinheiro que nos resta, fazer as malas e dizer “Au revoir“, “Bye bye” ou “Lebewohl“.

Acho os vídeos incríveis porque é um jeito diferente (embora os assunto chave sejam clichês) de ver as cidades que mais atraem turistas no mundo tudo e porque… bem, porque eu gosto de (quase) tudo que é fofo. E porque no final dos vídeos a gente pode anotar uns endereços para quando for a nossa vez de visitar tais cidades.

Aproveitem :)

Paris, le Saint-Honoré

Aviso: Só assista se você não estiver de dieta. O conteúdo é altamente calórico e faz qualquer um querer sair correndo pra doceria mais próxima. Ainda bem que já é de noite e a próxima a minha casa já fechou #benzadeus

Versão em inglês aqui.

New York, la Grosse Pomme

Conta porque NY tem o apelido de Big Apple (Grosse Pomme em francês), já que nada, absolutamente nada no mapa de NY se assemelha à fruta.

Versão em inglês aqui.

Berlin, l’architecture

O último dos vídeos foca na arquitetura belíssima de Berlim, e como a cidade ‘se renova’ sempre. A parte da livraria é de morrer!

Versão em inglês aqui.

E para quem ficou curioso, os guias de viagem são iguais aos da imagem abaixo. Mas eu não sei o preço!

Bon Voyage ;)

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Bisou Bisou, Gossip Girl

Não abandonei! Não pensem isso de mim, leitores e amigos queridos que entram aqui dia a dia e não encontram uma mísera atualização.

Eu sou muito problemática com tempo, sempre me faltam umas 12 horas no dia, mas eu penso todo dia que queria postar mais aqui ;~

Antes de tudo, um auto-clipping básico, haha.

A Denise Dahdah, top editora de moda da Revista Alfa (publicação novíssima para o público masculino) me convidou para participar de uma seção do blog dela (e da Kika, Brisa e Guga) chamada ’7 Dias com Estilo’.

Eu, muito aparecida, aceitei de pronto, e achei muito divertido!

Para acessar os looks, é só clicar aqui.

Vale muito a pena ver os outros convidados, entre eles a Ana que trabalha comigo!

Segunda-feira foi ao ar nos EUA (e acho que no Canadá também) o primeiro episódio da quarta temporada de Gossip Girl, que eu amo muito, mas que desde a terceira temporada tava bem chato.

Dessa vez, Blair e Serena estão em Paris para afogar as mágoas com avalanches de compras, garçons bonitos e muitos macarons Ladurée.

A história foi mais ou menos, mas o figurino estava divino! E eu, que sempre implico com os looks da Serena, tive uma surpresa muito agradável!

PS: As fotos aumentam, e dá pra ver com mais detalhes, tudinho : )

A Blair aparece com outros dois looks no episódio também. Um vestido Oscar de la Renta floridinho, mas achei que faltou graciosidade nela usando ele, não sei bem porque, e um preto Maxime Simoens com vários pontos de brilho, mas não gostei com a meia-calça, achei muita coisa junta.

Todos os outros, eu achei um mais fofo-quero-agora-pelo-amor-de-deus do que o outro.

Eu tenho uma birra eterna com a Serena -Blake- Van der Woodsen, porque acho que ela às vezes exagera no piriguetismo e fica vulgar pra dedéu. No entanto, faz um tempo que ela tem aparecido com combinações fofas, ainda sensuais, mas sem pesar. E se podemos dizer que um personagem se parece com quem o interpreta, é de Serena que estamos falando. O estilo é muito parecido (e eu suspeito que a personalidade também : x), e assim como dona Blake deu uma folga pra fantasia de mulher-fruta, Serena também o fez e MEU-DEUS-DO-CÉU, eu morri com cada um desses looks. São chics, modernos, coloridos, vibrantes, apaixonantes. Dá vontade de viver uma vida muito linda dentro deles!

Confesso que me apaixonei mais pelo guarda-roupa de Serena, ao menos nesse primeiro episódio (eu já vi as fotos dos outro, mas pra que se antecipar tanto?).

Mas eu sei que (porque já vi as fotos, haha) os looks de Clémence Poésy, que vai fazer uma participação especial no seriado, na pele de Eva, também são apaixonantes.

C’est tout!

Bisous ; )

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Paris, je t’aime

Sou uma pessoa muito ligada e apaixonada por imagens, especialmente de moda, que remetam a um universo extremamente feminino e glamuroso. Mulheres fortes, que tenham confiança em si, que saibam se valorizar.

O que veio primeiro, no meu caso, foi a paixão pelos filmes de época, que me mostraram mulheres que até então pouco via na vida real. Lembro exatamente da primeira vez que assisti “Gone with the Wind” (…E o vento levou), na casa da minha avó, aos 12 anos e fiquei completamente encantada. Primeiro pelo figurino impecável, depois pela personalidade de Scarlett (interpretada gloriosamente pela Vivien Leigh).

Daí pra frente, minha paixão só aumentou, aí conheci Audrey Hepburn e sua Holly Golightly, enfiei na cabeça que queria ser como ela (quem nunca quis, né?), Jackie Kennedy e seus óculos e elegância indefectíveis, depois veio Marilyn, toda bombshell, e Rita Hayworth, diva, e por fim Grace Kelly.

Portanto, após situá-los sobre minha paixão, coloco aqui um editorial maravilhoso da Vogue US de Setembro de 2007, inspirado nos anos 20. E tem esse ‘sopro’ Paris, preciso comentar o quanto eu amo Paris? I guess not.

O editorial aparece no documentário “The September Issue”, que mostra como é feita a edição mais importante do ano da Vogue US.

A diretora criativa da Vogue, Grace Coddington é a responsável pelo editorial, e no documentário a gente vê a paixão dela pelo trabalho, especialmente quando a Anna Wintour corta algumas fotos preferidas desse editorial em questão. Eu fiquei triste por ela, mas é uma coisa da vida né? Especialmente nessa vida de jornalista. Às vezes a pauta vai cair, o seu editor vai cortar uma parte do seu texto, a sua foto preferida não vai entrar no editorial, enfim. Acho que não dá pra ser muito apegada, se não não vai pra frente!

PARIS, JE T’AIME

Fotografado por Steven Meisel
Modelos Caroline Trentini, Coco Rocha, Sasha Pivovarova, Gemma Ward, Guinevere van Seenus & Agyness Deyn.

PS: Tem uma entrevista com a Sasha Pivovarova no FFW, que a Ana fez, semana passada. Tá muito boa!

Na vida real é bastante complicado fazer um look todo com os mesmos tons, a chance de ficar cafona é grande, especialmente porque muita gente tem ainda aquela ideia que é feio bolsa com cor diferente do sapato e do cinto e da blusa. E o que mais enriquece uma produção são as informações ‘extras’ que ele tem, como na foto, que as joias trazem cores novas à produção. Na minha opinião, o ‘ton sur ton’ (tom sobre tom) é o jeito mais legal de usar looks monocromáticos ;)

O que dizer de vestidos? Dão boost imediato de feminilidade, e são sempre bases muito boas para looks de vários estilos. As baby bags, especialmente essas com cara arrumadinha, sofisticam na hora também!

A ideia que mais gosto nessa foto é da proporção de vestido e casaco. Uma vez li/ouvi em algum lugar que o casaco, quando usado com vestido, precisava ser ou do mesmo tamanho, ou cobrir o vestido. Eu discordo haha, acho que o mais legal é quando as proporções são diferentes, e a gente consegue ter um gostinho do que tem por baixo do casaco. E é mais interessante também, dá pra brincar com texturas da roupa de baixo com a do casaco, com cores…

Vestido completamente maravilhoso, mas e a maquiagem? Fiquei toda intrigada olhando para as modelos, porque é uma maquiagem muito muito muito chique! Confesso que acho fácil de ficar exagerado, especialmente quando nós mortais vamos fazê-la, já que mistura um olhão escuro com uma boca idem, mas o segredo está em esfumar muito bem o olho preto, e fazer tudo com sutileza, sem exagerar na sombra, e combinar com um batom mais fechado, de acabamento mate. O jeito é testar em casa, até ficar bom :)

Essa é minha foto preferida! A leveza das cores e dos tecidos não passa uma imagem com jeito de menina boba e frágil graças aos acessórios enormes. Ideia boa para adotar!

Olha o maxi-anel! Para a gente, acho mais difícil fazer funcionar maxi anel com pulseiras mil, colar e brinco. Mas gosto de escolher um coisa, tipo anel, e ahazar. Tipo vários anéis enormes juntos. Ou várias correntes compridas com pingentes juntas, ou um maxi-colar poderoso. Acho que é legal escolher um foco de atenção e apostar nele.

Olha o casaco menor que a saia de novo! E como fica interessante a mistura do tecido de baixo, bem mais fino, com transparência, e o tecido grosso do casaco. Achei lindo! Outra coisa, que é simples, mas que eu amo, são as meias-calças usadas no inverno. Muitas vezes as mulheres acabam só usando calça no invern0, quando poderiam fazer produções lindas com meia-calça. E olha que uma meia fio 80 esquenta muito, e quem sente muito frio pode pôr uma mais fina por baixo, tipo 40, com uma mais grossa por cima, se as pernas não forem muito grossas.

Eu realmente evito usar jeans no inverno, acho chato, hahaha. (O oxford que ela usa é muito parecido com o meu, mas em outra cor, amei!)

Provavelmente este é o maior editorial que ja postei, tanto neste quanto no blog anterior, hahaha, mas as fotos são lindas, então, who cares? ;)

Bom final de semana para todos!

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