Mudança, vou contar pra vocês

mudanca

Eu quero falar sobre o porquê eu sumi daqui.
Eu quero falar sobre tudo o que eu aprendi.
Mas eu ainda estou pensando nisso tudo.
Por enquanto, vou contar pra vocês uma mudança das grandes que aconteceu na minha vida -e que vai ter relação direta com o blog, vocês vão notar.
Ó só:

É isso.
Muita coisa vai mudar, mas vocês vão me acompanhar em tudo isso <3
Tem muita coisa legal pra acontecer ano que vem, coisas que eu fui atrás, coisas que vieram até mim, coisas que vão me desafiar muito, coisas que vão me deixar muito muito feliz, e muita coisa pra aprender.

Ah, vou gravar um vídeo de perguntas e respostas, então se vocês quiserem mandar algumas, coloca aí nos comentários. Inclusive sobre a mudança -menos ‘por que eu saí’, porque acho que deu pra entender, né? haha :)

Que venha esse 2017 aí.

Ah, escuta essa música aqui:

Beijos e até mais!

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Invisível aos olhos

Vocês sabem, eu tenho uma vida bem louca, com tempo pra praticamente nada. Mas ultimamente eu tenho me permitido não ficar tão bitolada com as coisas que eu tenho pra fazer e aproveitar um pouco mais a minha vida. Se não, qual o sentido de vivê-la, afinal? Se eu só tenho obrigações e nenhum momento pra simplesmente… curtir?

Há umas duas semanas eu estava pirando. Não sei se já contei pra vocês, mas falei disso no snapchat (segue? cheznoelle), que eu tenho uma mania horrível de ficar puxando as sobrancelhas. Por um tempo achei que era só uma mania boba, até que comecei a puxar pra arrancar os fios, depois comecei a puxar as duas, depois começou a doer, a ficar vermelho, a machucar… E percebi que não era uma mania boba, mas um reflexo da minha ansiedade. Quanto mais ansiosa eu fico, mais minhas sobrancelhas sofrem. E já me contaram que isso é uma doença, chamada tricotilomania (tem quem puxe fios do cabelo ou cílios, eu puxo as sobrancelhas), e percebi que desenvolvi isso em uma época muito tensa da minha vida. E vira e mexe, quando estou passando por algo bizarro, eu volto a puxar.

Então que duas semanas atrás eu estava muito ansiosa. E eu não sabia porque. Eu estava puxando minhas sobrancelhas loucamente, e eu estava com o corpo tenso, não conseguia ficar tranquila, quando eu estava parada eu tinha que ficar mexendo minhas mãos, chorei, fiquei brava sem motivo com o David, enfim. Cês sacaram o nível da coisa, né?  Daí resolvi que ia me dar uma semana mais tranquila. Pensar menos em produtividade, em “preciso fazer isso, preciso fazer aquilo” e me deixar descansar um pouquinho.

Vi filme com os meninos, fui ao cinema, dormi cedo, li mais, cozinhei mais, me deixei ficar sentada na mesa depois do jantar simplesmente conversando, me permiti. Sei que parecem coisas sem muito sentido ou “nossa, faço isso sempre, Stephanie”, mas eu não faço nada disso sem me sentir culpada, pensando que deveria estar fazendo outra coisa. Mas nessa semana que passou, eu fiz um trato com a minha cabeça e falei: não vou me culpar de nada. Eu preciso disso. E foi ótimo. Eu fiquei muito mais tranquila, os sintomas da ansiedade passaram, fiquei feliz e foi muito bom pra eu reorganizar minhas prioridades. E também recuperar o ânimo pra voltar a fazer minhas coisas.

Três parágrafos gigantes pra dizer o que queria dizer desde o começo: assisti “Le Petit Prince” (O Pequeno Príncipe!) duas vezes na última semana. Na terça, com Simon e Hugo, e estava tão exausta que dormi no cinema, gente. Mas vi uns bons pedaços e me emocionei. Mas quis ver de novo e levei o David comigo sábado. Engraçado como as pessoas têm bode com essa história -que é o segundo livro mais lido no mundo!-, não sei exatamente porquê, talvez por ser estereotipado como livro de Miss (ó aí um preconceito bobo), ou pela história ser simples ou meio de autoajuda, mas não vejo problemas em histórias simples, se bem contadas, e nem em livros que me ajudem a ver as coisas de outra maneira ou clareiem a minha mente. Ou seja, não tenho problemas nenhum com a história criada por Antoine De Saint-Exupéry.

Li pela primeira vez esse livro faz uns anos, David que me emprestou, eu acho que faz uns cinco ou seis anos. E foi um livro marcante. Assim como foi o filme, nesse momento da minha vida.

 O filme mistura a história do livro com a história de uma garotinha (que não tem nome) cuja mãe quer que ela cresça rápido demais. Que ela seja uma adulta maravilhosa. O que significa, no nosso mundo hoje, uma pessoa eficiente, essencial para o mundo capitalista e que trabalhe muito, esqueça as diversões, as histórias, as fantasias. No meio disso tudo ela conhece O Aviador, seu vizinho, que começa a lhe apresentar a história do Pequeno Príncipe. E aí a magia acontece.

No filme eles falam muito sobre ser “essencial”. Muito mais do que a frase famosa da raposa, de que somos responsáveis para sempre por aquilo que cativamos. E isso foi muito acertado. Afinal, nos dias de hoje, a gente só pode gastar nosso tempo com coisas “essenciais”. Coisas produtivas. Que vão nos dar dinheiro ou gerar dinheiro no mundo. Tempo é dinheiro, e você tem que usá-lo bem. No filme, a mãe da garotinha arma um cronograma de dar medo até na virginiana mais organizada do mundo, com horários e obrigações para absolutamente qualquer coisa na vida da menina. Quando ela conta que fez um amigo, a mãe olha pro cronograma, chamado de “Plano de Vida” e diz: se tudo correr como o planejado, você poderá ver sua amiga no próximo verão -dali um ano!- às quintas-feiras, das 13h às 13h30″. Pois é.

Confundimos o que é essencial, acho que hoje mais do que nunca (ou talvez só porque eu viva o hoje, e sempre tenha sido assim). Achamos que essencial é possuir coisas (como o homem que quer possuir todas as estrelas pra gerar energia pras pessoas não pararem de trabalhar), o essencial é produzir, o essencial é status. O essencial é ser essencial.

Não é. “O essencial é invisível aos olhos”, diz a raposinha. Sim, é mesmo. “Só se vê bem com o coração”, ensina ela ao Pequeno Príncipe.

raposa pequeno principe

Isso é uma coisa que me toca particularmente porque tem muito a ver comigo e com a minha história. Minha família nunca teve condições de me comprar coisas ou me pagar escolas caras, mas ao mesmo tempo, boa parte da família do meu pai valoriza demais o dinheiro. Demais no sentido do excesso. As coisas só valem à pena se dão dinheiro. Quando disse que ia estudar Jornalismo a primeira coisa que ouvia de todos eles eram “mas dá dinheiro isso?”. Foda-se se ia me fazer feliz. O importante era se eu ganharia dinheiro. Não que a família seja rica, nada disso. Mas as coisas materiais têm muita importância para uma parte essencial deles, e eu fui criada um pouco com esse pensamento. Quando quis sair da Glamour, o conselho que ouvi de alguém bem próximo foi: “Tem que pensar no dinheiro. O resto você consegue dar um jeito”. Bizarro, eu sei. O “resto”, no caso, era minha busca pela felicidade.

E isso fez parte de mim um tempo (e falei disso aqui, sobre quando comecei a trabalhar com moda e me achava mais especial que as outras pessoas), até que comecei a ver quão infeliz eu era. Quão sem substância minha vida era, baseada em coisas que qualquer um pode tirar de você. Foi sofrendo por perdê-las que eu comecei a aprender de verdade que o essencial é mesmo invisível aos olhos.

O importante são as pessoas que cativamos. Os laços que criamos. O que resta, quando estamos despidos de tudo que é material. Quando você tira seu trabalho, suas roupas, suas posses, o que fica? O que ninguém poderá tirar de você? Além do conhecimento, são as pessoas que você cativou ao longo da vida. E as experiências. Pessoas que não se importam com nada além de você, vocêzinha, sem título, sem posses, sem números de seguidores. E coisas que você se deixa viver. Que você se desafia, que você sai da sua zona de conforto.

Todo mundo quer uma vida confortável. E muitos de nós temos a chance de tê-la, ainda bem. E claro que muita gente infelizmente não. Mas ninguém precisa ganhar milhões para ser feliz. Ninguém precisa ser rico pra poder fazer coisas legais e ter pessoas legais ao seu redor. Ninguém precisa ganhar na loteria pra começar a aproveitar a vida. Nada dessas coisas que o dinheiro pode comprar preenche o vazio da nossa alma. Isso só se preenche com emoções e vivências. Pessoas, sentimentos, lembranças, memórias.

Dinheiro pode até comprar viagens, restaurantes, livros, que são coisas que nos alimentam de boas memórias, experiências, conhecimento, claro. Não tô dizendo que dinheiro é ruim. Mas muitas vezes a gente deixa ele ter uma importância na nossa vida muito maior do que ele deveria ter. Dizemos que precisamos de mais, mais e mais. Muito mais. Precisamos de milhões. Queremos ser ricos, milionários, bilionários. Nunca nos satisfazemos. E pra isso achamos que temos que trabalhar muito mais, deixar nossos valores de lado pra ganhar mais, deixar pessoas que não sejam ‘do nosso interesse’ de lado pra ficar perto de pessoas apenas por interesse, deixar de sentir como criança pra só pensar como adulto pra ser ainda mais produtivo e só fazer coisas “essenciais”.

Tudo errado. Volta a fita. Tá tudo bem ter alegrias infantis, vibrar com coisas que parecem bobas, ser feliz com menos, não se importar em trocar de carro todo ano.

Vocês comentam muito que eu pareço ser uma pessoa leve. Simon me disse que não consegue me imaginar como aquela pessoa deslumbrada que se achava importante porque trabalhava com moda. E eu acho que sim, tô mais leve. Porque ao contrário de todas essas coisas que o dinheiro pode comprar, felicidade não pesa nada.

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Uma mudança grande o/

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Falei que tinha mais novidade pra contar, né? Pois bem! Saí da Glamour e segunda-feira começo lá no Petiscos, uhuuuuul!

Quem me acompanha pelo instagram, twitter ou facebook já deve saber, mas tinha que contar aqui também, né :)

Tô muitíssimo animada com a mudança, e sinto que várias coisas legais vão acontecer esse ano ;)

Queria agradecer a todo mundo que me desejou coisas boas pra esse ano porque tá super funcionando <3

Ah, vou aproveitar o post tipo "novidades" pra contar que vocês gostaram tanto do vlog que postei que estou fazendo mais!

Então é isso!

Bisous mil e bom fim de semana pra vocês!

coracao

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In my life #13: edição Paris

O tempo passou e… muita coisa aconteceu! Coisas que agora eu posso contar pra vocês, mas muita gente já sabe hahaha! No último post de “in my life” eu fiz muito mistério, e os motivos eram dois: fui pra Paris, durante a semana de moda e eu fui contratada na Glamour! UHUUL *solta aquele papel picado festivo*

Já tinha contado por aqui que era colaboradora e tal e coisa, mas aparentemente eles gostaram do meu trabalho (hehe) e lá estou eu oficialmente, para ficar. Vou fazer reportagens de beleza e moda, e tô animadíssima, adorando ter crachá e mesa só pra mim hahaha. A viagem para Paris foi outra dessas surpresas que a vida me traz, meio sem avisar, meio de última hora e que me faz ser ainda mais grata pela vida que eu tenho. Um belo dia estava eu na minha mesinha quando Mônica e Bruna me chamam e falam de uma viagem no Carnaval, com a MAC, para Paris. Eu só não pirei porque né, tenho que manter a compostura haha, mas por dentro estava dando cinco cambalhotas para frente e para trás. Cês já sabem o quanto eu amo aquela cidade, né?

E foi muuuuito maravilhoso por alguns motivos extras: eu fui com a MAC, ou seja, maquiagens envolvidas (uhul), para conhecer a linha que o Pedro Lourenço assinou com marca de cosméticos e entrevistá-lo. Os outros motivos envolviam a semana de moda em si, porque visitei um monte de showrooms e vi de pertinho um bocado de roupas lindíssimas e que influenciam meio mundo, e porque eu tive o privilégio de assistir aos desfiles da Chanel :O, da Louis Vuitton :O e da Miu Miu :O! Quando eu ia imaginar que com 24 aninhos eu ia ter a chance de fazer essas coisas? Olha, fiquei muito feliz e muuito agradecida a Môni e a Bru de me darem esse presente incrível de boas vindas na revista <3 Nunca, nunquinha, vou esquecer esses sete dias que passei lá :)

E óbvio que por conta da viagem e do emprego que agora é oficial, não tem sobrado muito tempo hábil para atualizar o blog :'( Mas essa semana já estão preparados, além desse haha, alguns outros, que eu espero que vocês gostem!

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coracaoLendo… Comecei a ler na viagem “Laranja Mecânica”, mas um dia esqueci o livro no trabalho e não tinha nada pra ler no caminho no dia seguinte, então peguei “Reparação”, do Ian McEwan. Eu já tinha começado a ler há um tempão, mas eu tinha parado sei lá porque. Eu AMO o filme num grau que vocês não estão entendendo! E o livro é deveras melhor e mais incrível, então sabe se lá porque eu tinha deixado de lado.

coracaoAssistindo… Ao lado de Breaking Bad, cujos episódios finais FINALMENTE chegaram ao Netflix <3, comecei a ver Friends. Sim, caros leitores, eu comecei a ver Friends. Aquele seriado que o mundo inteiro ama e já viu e sabe todas as falas de cor. Esse mesmo. Eu nunca vi inteiro, só picadinho, um episódio aqui, outro acolá, mas não o suficiente. Aí resolvi que ia começar a ver, e como tem o Netflix, fui ser feliz.

coracaoOuvindo… O cd da Lea Michelle! Gente, essa menina tem um vozeirão abençoado, hein?! Que delícia que é ouvir a voz dela. O cd é belo, mas um tanto quanto triste, por motivos óbvios. Lembro que da primeira vez que ouvi “If You Say So“, estava tomando banho e prestei atenção na letra e… comecei a chorar. É tão triste e verdadeira e sensível, nossa, eu fico com a voz embargada até. É a música que ela escreveu depois que o Cory morreu, na época que ela estava no auge do luto. “Cannonball” é a outra sobre esse momento, mas quando ela estava se recuperando, e é tão linda quanto. Também estou viciada em “Battlefield“, acho a letra e a melodia muito tocantes. Enfim, gostei de todas haha. Alguém também tá ouvindo? Me contem o que vocês acham da estreia da nossa Rachel!

Sem-Título-1Orgulhinho: a edição de março com várias matérias minha e duas beeeem na capa: as bloggers plus size (falei no último post, cês lembram?) e a polêmica do glúten e da lactose. Amei fazer e fiquei sem palavras ao ver as duas na capa!

coracaoFeliz por… Essas oportunidades da vida. O fim do ano passado foi #loko, eu começar na Glamour foi mais ainda, terminei o ano sem saber absolutamente nada sobre como seria meu ano de 2014 e já no terceiro mês dele tô cheia de coisas pra comemorar e agradecer. Sim, eu sou dessas que agradece… Não acho que as coisas acontecem simplesmente “porque acontecem”, sabem? O mais bizarro é que todas essas coisas (tipo ir pra Paris pela terceira vez, assistir Chanel, trabalhar numa revista com tamanha importância, etc, etc) sempre me fazem pensar da onde eu vim. E é justamente por isso que eu dou importância. Sei que não são essas coisas as mais importantes da nossa vida, mas não consigo ser blasé em relação a elas e pensar coisas tipo “ah, é só um desfile, é só uma cidade, é só um trabalho”. É uma puta oportunidade legal, é algo que nos marca e cria memórias em nossa vida. E acho que ser indiferente a essas coisas e tratar tudo como ordinário, comum, sem importância, não condiz com quem eu sou. Porque nada na minha vida veio assim, do nada, sem que eu me esforçasse. Então por que raios eu não posso me sentir feliz por essas conquistas, né? Sei lá, sou muito mais ficar com sorriso de orelha a orelha e com cara de boca e desacreditada por dias a viver achando que todas essas coisas nada mais são do que rotina, algo com o qual eu não deveria me emocionar ou comemorar. Porque sim, eu fico superfeliz por assistir a um desfile da Chanel. Sim, eu fico com um sorriso bobo e quase choro por pisar em Paris de novo. Mas eu também me sinto assim quando minha mãe me diz que está namorando ou meu namorado me conta das novas responsabilidades dele no emprego. Uma coisa não é melhor ou pior pra mim, mais ou menos digna de orgulho ou felicidade. Pelo contrário, eu comemoro tudo. Sei lá, a vida me parece muito sem cor quando a gente acha que tudo é banal.

2a cidade dos meus sonhos :)

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Fiquei hospedada num hotel aí nessa rua, a Rue Cambon (sim, do ateliê da Mademoiselle Gabrielle Chanel) e esse prédio, que a gente achou que era o Tribunal de Contas, ficava bem em frente // No nosso primeiro rolê já fomos atrás do chip 3G de lá (que é muito ótimo, vou contar no meu post de #dicas haha) e no meio do caminho me deparei com o sol se pondo e criando essa paisagem ainda mais linda

dujourO #dujour da primeira noite :) Comprei esse lacinho na H&M por 3 euros, achei tão gracioso!

4A parte mais legal de viajar com a MAC? Ter acesso aos backstages e, consequentemente, aos lançamentos que vão chegar por aqui num futuro mais ou menos próximo haha. As fotos acima eu postei no insta da @glamourbrasil e ambas são de produtos da MAC que ainda vão demorar um pouquinho pra chegar. As paletes são de batons e sombras (com texturas e acabamentos diferentes) e o glitter MARAVIS ainda não tem nem nome final, mas já fez o maior sucesso no backstage da Olympia le Tan e eu já tô na fila pra quando ele existir de verdade haha

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O cenário do desfile da Olympia Le Tan, que faz as famosíssimas bolsas em formato de livro entre outras coisas superfofas, que foi muuito divertido, e a minha “bancada de maquiagem” no hotel. Foi exagero? Foi. Tô aprendendo? Tô, espero haha. Fiz vídeo mostrando, tá aqui.

5A Garance Doré, que eu adoro, lançou uma linha de papelaria enquanto eu estava lá, e fui xeretar hehe. Adorei tudo, juro que se tivesse menos contida nas compras tinha trazido quase tudo. No fim comprei uma dupla de caderninhos de anotação e um cartão com uma ilustra bela, pra enfeitar a mesa do trabalho hihi // E lá na Colette (onde estava sendo o lançamento da Garance) encontramos a Leandra Medine, do The Man Repeller, que eu também adoro. Fiz a tiete mesmooo, hehehehe!

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Daí teve esse dia que a gente foi a um jantar com o Pedro Lourenço e os convidados dele + MAC, no Caviar Kaspia, restaurante preferido da minha chefinha Mônica, e foi muito divertido. Um dos pontos mais surreais e incríveis da noite com certeza foi a Gloria Coelho, mãe do Pedro e estilista muuuito foda, fazendo meu mapa astral no meio da mesa e interpretando hahaha Momento eternizado na memória :)

8Três vezes lá e eu nunca pisei dentro do Louvre – porque eu sei que é muito lotado e demora milênios e eu nunca vou com tempo :( Por isso está nos planos ir à Paris DE FÉRIAS haha! E conhecer o Louvre e Montmatre e outros lugares que eu nunca consigo ver.

10Minha entrevista com o Pedro foi em um dos restaurantes preferidos dele, um asiático deliciosoooo (comi o melhor Dourado da minha vida lá NHAM), o Lily Wang. Fora o décor, que é soturno e chique, com aquela laca vermelha, com umas poltronas muito confortáveis – depois do almoço o sonho de todo mundo era tirar um cochilo por lá mesmo haha – e os três produtinhos da linha dele que a gente já pode mostrar. Posso falar com certeza que o restante é tão legal quanto! Tô desejando desde já :D

11Ó outro lugar que só vejo assim, en passant! Esse é um pedaço do Hôtel des Invalides, construído pelo Luis XIV pra abrigar… os inválidos das muitas guerras pelas quais a França passou. Mas não é só isso: esse prédio é também o túmulo do Napoleão Bonaparte, esse cara assim, humilde, não é mesmo? hehe.

12Uma noite cheia de coincidências em que a gente saiu pra jantar – eu, Laís, a PR mara da MAC, e a Vic – e acabamos encontrando a Mariah e o marido dela na porta do restaurante e todo mundo se juntou pra jantar feliz, no Chez André, um lugar bem tradicional e com uma comida óteeeema e depois nós três esticamos uns #bonsdrinks no bar do Hótel Costes, que é muito cheio!

13O primeiro Chanel a gente nunca esquece <3

14Cenas do que foi, provavelmente, o desfile mais instagramado da história do Instagram haha! Era surreal e inacreditável. Tudo, absolutamente tudo, o que você pensasse que teria em um supermercado, lá estava. E grifado haha. Foi um desses momentos pra lembrar pra sempre :)

15Outros momentos memoráveis: visitar o showroom da Dior e da Valentino e ver aquelas roupas recém-desfilados de muito perto! E poder tocar e ver os detalhes e entender melhor a coleção toda… Nossa, se por foto a gente já pira e suspira, de perto é uma coisa assim, de outro mundo!

16Grand Palais maravilhoso! É aqui que sempre acontecem os desfiles da Chanel – e mais uma porrada de exposições incríveis. 

17Hehe, outro #dujour na companhia dos meus fiéis escudeiros luvas e chapéu // No penúltimo dia, um céu lindo e dois presentes: assistir a estreia do Nicolas Ghesquière na Louis Vuitton, e Miu Miu com a presença da mais deusa de todas, Lupita Nyong’o <3

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Ó meu lado paparazzi aflorando na Glamour haha! Além da Lupita, do Jared Leto (que foi aplaudido na hora que entrou e nem tchun!) e da Rihanna (a última a chegar, foi ela sentar pro desfile começar), bem abaixo de mim estavam Margot Robbie (a esposa do Leo di Caprio em “Wolf of Wall Street”) morena e linda, Elle Fanning <3, Léa Seydoux & Adèle Exarchopoulos (de “Blue is the Warmest Color”), a irmã das Olsen, Elisabeth! Ufa, quanta celebridade que eu conheço hahaha!au-revoirE foi isso <3 Sete dias intensos, cheios, e loucamente memoráveis. Obrigada por vocês acompanharem tudo ao meu lado :)

Bisous com muito carinho,

coracao

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In my life ou “a minha semana” #10

Uhul, chegamos ao 10! *estoura a champagne*

Quem diria, não é mesmo? E eu, que estava toda no ritmo pra postar loucamente, tive uma semana maluca + problemas com o servidor do blog, o que resultou em um ritmo mais lento. Mas tô crente que essa semana VAI!

Aliás, aproveitando que esse post é de comemoração de 10 edições dessa “coluna”, resolvi acrescentar uma coisinha nova. Vira e mexe eu tiro foto do meu look no elevador. Tosco? Sim. Antigo? Sim também. Mas eu tenho essa mania, pra ver como é que tá, porque por incrível que pareça, eu não tenho espelho de corpo inteiro em casa. Nem na minha, nem na do meu namorado. Daí achei que seria legal mostrar aqui, um compiladinho, já que pra fazer #dujour bem feito, preciso da Babi, e estamos com os horários muito diferentes ultimamente. Cês me contam se acham legal?

Ai gente, tô tão animada! Engraçado que acabo de sair de uma semana melancólica. Sem motivo nenhum, porque eu sou assim. Do nada fico introspectiva, fico quieta, fico meio triste mesmo, e quem não está acostumada comigo, sempre me pergunta se eu tô bem. E eu tô, mas é que de vez em quando isso me acomete. Essa estranheza, esse desconforto. Acontece com vocês também? Mas do mesmo jeito que vem, vai. Sem que eu perceba já estou eu mesma de novo. E hoje não só estou no meu melhor eu, como também estou animadíssima. E o motivo são pessoas queridas ao meu redor, que nem devem saber o quanto me fazem bem, mas fazem.

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coracaoLendo… Ainda tô lendo “Marilyn”, do Norman Mailer. Tô aproveitando pra ler na ida ao trabalho, mas é a única hora que estou conseguindo ler, porque estou dormindo bem cedo também #velhota. Mas hoje li um tantão no ônibus, já já termino e conto mais pra vocês. Por enquanto posso falar que estou bastante surpresa.

coracaoAssistindo…Além de “Breaking Bad”? hahaha Só falo disso, né? O que eu posso fazer se é o melhor seriado dos últimos tempos? O mais legal é que todo mundo da Glamour tá vendo também, então virou nosso assunto de todo dia. #teamwalterwhite <3

coracaoOuvindo… Uma música em especial, “Let her Go”, do Passenger. Essa música me fisgou de um jeito, que posso ouvir over and over and over again sem enjoar. É uma música triste, mas é boa pra gente dar valor ao que temos. Nada pior do que só sentir que amava alguma situação ou alguma pessoa depois de ser tarde demais…

materiaEssa foi uma das matérias que mais gostei de fazer, para a Glamour de Janeiro, contando a história da Thamiris Sato, essa garota extremamente forte e corajosa, que passou por uma situação horrível, mas usou a sua experiência para ajudar tantas outras pessoas que passaram por coisa semelhante. A gente precisa entender, de uma vez por todas, que em casos assim a mulher não pode ser culpada (aliás, culpa de quê?) e que o único errado na história é quem espalha o material com o simples intuito de vingança e de denegrir a imagem de alguém. Isso é errado, isso é crime. Xingar e humilhar alguém que passa por isso só dá mais força aos agressores e criminosos. E um dia pode acontecer com você ou com alguém que você gosta, não é? 

coracaoFeliz por… Posso ser piegas? Por estar ao lado do David. Como ele está de férias da USP e eu também, nós acabamos ficando juntos até a volta às aulas, e é uma delícia poder ficar tão juntinho assim. Nos meses normais a gente acaba se vendo só nos fins de semana, e quando a gente ama tanto, quanto mais perto melhor, né? hahaha E eu dou o maior valor às coisas mais bobinhas, tipo fazer o café dele de manhã, chegar da redação e ele estar me esperando com episódio de Breaking Bad já preparado, escovar os dentes juntos (hahaha, sim! a gente chama o outro pra escovar juntos, olha que boboooos!), essa lista de coisinhas que pra muita gente não faz diferença, mas pra mim É a diferença :)

coracaoPensando sobre… O futuro. E o que ele me reserva :x

coracaoAnimada por… Ter um monte de filmes pra eu ver por causa do Oscar hahaha. Esse começo de ano é das vacas gordas, tem lançamento pra dedéu, eu fico até sem ar de tanto ver filme e ir ao cinema, e ao longo do ano vai ficando cada vez mais escasso, até eu voltar a ver filme velho haha.

anittaHoje, no lançamento da Glamour de Janeiro, com a poderosa Anitta! Gente, cês não fazem ideia do quanto eu adooooooro essa mulher e as músicas dela! Lembro da primeira vez que nossos amigos do Rio levaram as músicas dela pra gente ouvir lá na chácara da Carol, e ninguém nem sabia quem raios era Anitta! Até a coreografia de Show das Poderosas eu sei fazer, graças a Helena, que ensinou a todo mundo os passinhos pra expulsar as invejosas hahaha. Só sei que fiquei muito feliz hoje de poder conhecê-la e ver o quanto ela é simpática e humilde. Fiquei mais fã ainda!

fotoEssa semana chegou esse presente incrível da Smashbox: a foto que fizemos no lançamento da marca no Brasil. Como se não bastasse a honra de ser maquiada pela Lori Taylor (a maquiadora oficial da marca) e fotografada pelo Davis Factor, um dos criadores da Smashbox (foi ele e o irmão que fundaram), eu ainda ganhei a foto assim, nessa ampliação bela. Uma oportunidade maravilhosa!

10foto11. o make de volta ao trabalho: o meu básico de todo dia com dois toques especiais, um batom vibrante (que meio que já faz parte do meu básico haha) e um lápis dourado pra ter brilho no olho // 2. esse ano quero ter mais tempo de fazer minhas coisas e por isso estou dormindo mais cedo e acordando bem mais cedo, às 6 horas da manhã. A melhor parte disso é poder ver o sol nascer, ainda mais bonito do que nessa foto :)

10foto21. depois de uma semana parada, voltei ao meu pilates com a cassey e quase morri! Mas ai, que delícia que é quando acaba hahaha! Não só porque acaba, mas porque sinto aquela alegria de ter cumprido alguma coisa hehe // 2. A redatora-chefe da Glamour, Bru Fioreti (sigam no insta! @brufioreti), com um dos seus modelitos lindos num dia qualquer na redação. Ela é inspiração pura, não só de trabalho, mas de moda e beleza aussi ;)

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1. A Juliana Cunha, do Já Matei por Menos, tá vendendo uma porção de coisas dela,  e eu e Babi compramos alguns itens e fomos até a casa da Ju retirar. Foi ótimo porque eu conheci a casa dela e o famosíssimo Palito, o cachorro mais elegante que eu já vi! // 2. Um dos ótimos trechos de “Marilyn”, o livro que estou lendo no momento. É impossível não ficar mais intrigada por essa mulher a cada parágrafo do livro!

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E eis do #dujour versão express! 1. Na volta ao batente, vestido Topshop florido, que é tipo um curinga meu, uso o tempo todo! // 2. HEHE, Topshop de novo, no vestido e no colar (que já mostrei num vídeo do Pé de Meia), e esse vestido é tão bonito e fácil que quase comprei um idêntico exceto que vermelho, na liquidação, mas me segurei. Daí já é demais, né? //

3. O meu coelho-capinha cobrindo meu rosto por motivos de sono e maquiagem por fazer (às vezes eu deixo pra fazer no caminho do trabalho), mas nesse dia eu usei blazer Chicwish (mostrei em Pé de Meia também), regata adivinhem… Topshop e calça Huis Clos. Essa calça é linda, mas eu esqueço de usá-la, fico muito fissurada nas saias que deixo ela de lado //4. Início do meu projeto informal de tentar coisas novas com o meu cabelo, porque sempre uso igual, e aproveitei pra usar um brincão que nunca tinha usado antes (pena que não dá pra ver melhor) e fazer uma coisa assim meio Mad Men haha, com blusa Têca e saia Farm //

5. O make de hoje, do evento da Glamour, e uma outra tentativa de penteado (tô me esforçando!) especial pra mostrar o Ear Cuff _que não faço a menor ideia do nome em português, caso contrário, usaria_ que comprei na Riachuelo! Baratinho e tão bonitinho :D // 6. De hoje, com o macaquinho que vocês já viram no Natal, mas que né, não tem porque não usar de novo, essa coisa de não repetir roupa é muito besta.

Ahhh, as bolsas são Longchamp e essa mini é Carolina Herrera!

Gostaram? Espero que sim <3

Bisous e boa semana pra genteeee, uhul (ó a animação, haha).

coracao

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